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domingo, 29 de junho de 2014

Foi, otário?


Quem vai indenizar as vítimas do terrorismo da mídia em relação à Copa?


- por Paulo Nogueira, jornalista, no Diário do Centro do Mundo
Janio de Freitas, que pertence à esquálida cota de pensamento independente da Folha, nota em seu artigo deste domingo um contraste.
Uma pesquisa mundial do Gallup coloca os brasileiros como um povo essencialmente feliz e otimista. Na imprensa, e em pesquisas dos grandes institutos nacionais, o retrato é o oposto. Somos derrotados, miseráveis, atormentados.
Janio brinca no final dizendo se sentir cansado demais para explicar, ou tentar explicar, tamanha disparidade.
Não é fácil para ele se alongar nas razões, sobretudo porque a Folha é uma das centrais mais ativas de disseminação da visão de um Brasil horroroso.
A motivação básica por trás do país de sofredores cultivada pela imprensa é a esperança de que o leitor atribua tanta desgraça – coisas reais ou simplesmente imaginárias — ao governo.
Ponto.
É a imprensa num de seus papeis mais notáveis nos últimos anos: o terrorismo.
A Copa do Mundo foi um prato soberbo para este terrorismo. A imprensa decretou, antes da Copa, que o Brasil – ou melhor: o governo — daria um vexame internacional de proporções históricas.
Em vez do apocalipse anunciado, o que se viu imediatamente após o início da competição foi uma celebração multinacional, multicolorida, multirracial.
Turistas de todas as partes se encantaram com o Brasil e os brasileiros, e a imprensa internacional disse que esta era uma das melhores Copas da história, se não a melhor.
Note o seguinte: a responsabilidade por um eventual fracasso seria atribuída pela mídia ao governo. O sucesso real, pelo que se lê agora, tem vários pais, entre os quais não figura o governo.
O melhor artigo sobre o caso veio de uma colunista da Folha que se proclamou arrependida por ter ouvido o “mimimi” da imprensa.
Ela disse ter perdido a oportunidade de passar um mês desfrutando as delícias que só uma Copa é capaz de oferecer: viagens para ver jogos, confraternizações com gente de culturas diferentes e por aí vai.
É uma oportunidade única na vida – quando haverá outra Copa no Brasil – que ela perdeu por acreditar na imprensa.
Quem vai indenizá-la? O Jornal Nacional? A Veja? O Estadão? E a tantos outros brasileiros como ela vítimas do mesmo terrorismo?
Para coroar o espetáculo, o Jornal Nacional atribuiu a histeria pré-Copa à imprensa internacional.
Pausa para rir.
Mais honesto, infinitamente mais honesto, foi o colunista JR Guzzo, da Veja – o maior mestre que tive no jornalismo, a quem tenho uma gratidão eterna e por quem guardo uma admiração inamomível a despeito de nossas visões de mundo diferentes.
“É bobagem tentar esconder ou inventar desculpas: muito melhor dizer logo de cara que a imprensa de alcance nacional pecou, e pecou feio, ao prever durante meses seguidos que a Copa de 2014 ia ser um desastre sem limites”, escreveu Guzzo em seu artigo na Veja desta semana.
“Deu justamente o contrário”, continua Guzzo. “Os 600 000 visitantes estrangeiros acharam o Brasil o máximo e 24 horas depois de encerrado o primeiro jogo ninguém mais se lembrava dos horrores anunciados durante os últimos meses.”
Bem, não exatamente ninguém: o Jornal Nacional se lembrou. Não para fazer uma reflexão como a de Guzzo – mas para colocar a culpa nos gringos.
Recorro, ainda uma vez, e admitindo minha obsessão, a Wellington: quem acredita nisso acredita em tudo.
O JN parece achar que seus espectadores são completos idiotas.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

José Serra: o doce veneno do escorpião

Frank Underwood e José Serra: separados no nascimento?
Quem assiste "House of Cards" e conhece o minimo sobre os bastidores da política, vai concordar comigo que Serra decretou hoje o fim do PSDB. Alguém sacou também? Leia a notícia abaixo e reflita sobre apenas uma coisa: como é que essas informações chegaram até a imprensa, que sabemos ser toda controlada com mão de ferro por Serra?


Serra coloca em risco trincheira tucana e some

Auto-crítica premonitória?


Senador-botox: a cara lavada da hipocrisia e da mentira


Tenho pena dos idiotas úteis que se deixam manipular por esse tipo de charlatão, hipócrita e falso moralista que ajudou a criar clima de terror contra a Copa, enquanto garantia sua cadeira nos estádios, junto com sua prole, certamente sem pagar nada....

FHC se revolta com o sucesso da Copa do Mundo no Brasil

O drama de ser coxinha



quarta-feira, 25 de junho de 2014

Pela primeira vez, alunos de Jundiaí recebem uniformes gratuitos da Prefeitura

Pela primeira vez, estudantes receberam uniformes gratuitos
O Kit de uniforme escolar, distribuído pela primeira vez pela Secretaria de Educação de Jundiaí, foi aprovado pelos pais.  A pasta concluiu a entrega dos 11 itens. Neste ano, mais de 26,5 mil alunos da Pré-Escola ao Ensino Fundamental da rede municipal de educação foram beneficiados. 
A mãe do estudante Miguel da Emeb Professora Armanda Santina Polenti, no bairro Parque São Luiz, Paula Cristina Mendes, ao receber o kit, fez questão de analisar minuciosamente todas as peças. 
“Estou olhando até a costura e pelo que já vi, posso dizer que são roupas muito boas, são de qualidade. Confesso que fiquei surpresa principalmente com o tênis, pois achava que seria do tipo daqueles antigos kichutes, mas não são. São muito bonitos, igual ao de marcas famosas”, comentou, satisfeita. 
Quem também aprovou foi o pai do aluno Kauã, Edson Santana Lippmann. “Gostei muito, principalmente do tipo de pano e dos detalhes das roupas. Eu não achava que seria assim. Esperava algo bem mais simples. Meu bolso agradece. Esse ano, economizei.” 
Além de duas camisetas com manga, os estudantes receberam uma camiseta pólo, um blusão, duas calças, dois pares de meia, um par de tênis e duas bermudas, no caso dos meninos, e dois shorts-saia, no caso das meninas. As trocas necessárias continuam sendo efetuadas, conforme o previsto, em todas as unidades escolares. 
Demanda antiga 
Ao ofertar tanto as vestimentas como o calçado, ou seja, o uniforme completo, a Prefeitura de Jundiaí atende a uma demanda antiga da população. 
“É mais um compromisso que assumimos e estamos cumprindo. A qualidade do kit foi aprovada e a beleza surpreendeu. É um dos melhores e mais completos distribuídos no Estado. Infelizmente, embora tenhamos feito todos os procedimentos para a compra no período correto, tivemos um atraso na entrega por parte da empresa responsável pela confecção das roupas, que será punida devido aos transtornos causados, principalmente, para a comunidade”, informou o secretário de Educação e vice-prefeito, Durval Orlato (PT), que acompanhou todo o processo de distribuição nas 80 escolas municipais e a entrega na Emeb Armanda Santina Polenti.

Rola Bostas Futebol Clube



terça-feira, 24 de junho de 2014

Mídia golpista do Brasil passa vergonha no mundo todo



A grande vergonha do Brasil nesta Copa do Mundo foi o papel jogado pela mídia. Mentiram para todo o planeta, venderam o caos sobre um evento que tem sido considerado o melhor de toda a história. 

Caos aéreo, trânsito impeditivo, rebelião nas ruas, violência contra turistas, surto de dengue, estádios incompletos, tudo isso foi apregoado pela mídia familiar brasileira e reverberado pela mídia de fora. Fora que nos preparativos ajudaram a confundir a opinião pública brasileira, misturando financiamento com orçamento, investimento público com privado.

Deram a entender falsamente que os recursos investidos em uma Copa do Mundo seriam suficientes para resolver todos os problemas da educação e da saúde pública brasileira.

Com a chegada de correspondentes estrangeiros ao país, e com o bom funcionamento do evento, a mentira desabou aos olhos de todos. Uma vergonha. Tudo feito para criar uma expectativa negativa sobre o país, para estimular o antigo complexo de vira-latas.

Um momento que serve de aprendizado para as pessoas honestas e de bem do país. A grande mídia ser desmascarada pela vida, pelos fatos, mostrando claramente a que e a quem servem. Mais uma clara demonstração de que a democratização da mídia é uma exigência da modernidade.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Beijo de Bigardi na esposa faz ódio e recalque da direita aflorar


Um foto bonita, tocante. Durante o discurso do governador Alckmin (PSDB) durante a inauguração do hospital estadual regional (que demorou só 8 anos para ficar pronto), o prefeito Pedro Bigardi recebeu um beijo carinhoso de sua esposa, Margareth.

Mas, algo que deveria provocar emoções bonitas como ternura, fez efeito contrário nas figuras ligadas ao PSDB local, que vomitaram todo seu ódio e rancor nas redes sociais contra a bonita imagem.

Veja abaixo apenas um exemplo dos mais "leves":


Isso não surpreende. Não é comum mesmo ver um casal casado há tanto tempo demonstrando esse tipo de amor sincero e espontâneo, ainda mais ao vivo e num local cheio de outras pessoas.

E esse tipo de sentimento causa horror nas pessoas que vivem espumando ódio, recalque e rancor em quase todos os momentos de suas vidas.

Principalmente nos falsos moralistas e nos hipócritas, que apesar de serem casados, nunca sentiram qualquer tipo de amor verdadeiro por seus maridos ou esposas e ficam no casamento apenas para manter as aparências, enquanto buscam suas verdadeiras emoções em puteiros, saunas gay, com gogo-boys ou amantes.

Enfim, a direita é sempre igual. Ódio, rancor, ignorância, preconceito e falso moralismo dão o rumo às suas vidas. Que bom que nós somos diferentes, não?

P.S.: Um internauta acabou de divulgar que esse beijo aconteceu porque o próprio governador tucano pediu para que todos os casais presentes se beijassem em homenagem ao Dia dos Namorados. Ou seja: além de odiosos e hipócritas, essa gente ainda é mentirosa!


The Ghost and the Darkness (Complete Score)




segunda-feira, 16 de junho de 2014

Trajano: "Reinaldo já fez dois posts me odiando e convocou sua trupe para me xingar"

“Eu fechei minha conta do Facebook para não perder amizades, assustado que estava com o pensamento protofascista de seguidores de Reinaldo Azevedo, Olavo de Carvalho, Augusto Nunes e outros semelhantes”, completou o jornalista da ESPN
José Trajano é mais um que está na mira da fúria do Gollum da revista Veja
No sábado à noite (14), o Twitter do jornalista da ESPN Brasil, José Trajano, contava: “Só foi dizer que o Reinaldo Azevedo é semeador do ódio que ele já fez dois posts me odiando e convocou sua trupe para me xingar nas redes.”
As reações classificadas por Trajano se iniciaram a partir da edição do programa Linha de Passe, da ESPN Brasil, exibido na noite da última quinta-feira (12), quando o jornalista criticou duramente os xingamentos dirigidos por uma parcela elitizada do público presente na Arena Corinthians, em Itaquera, à presidenta Dilma Rousseff (PT), na abertura da Copa do Mundo de futebol.  Desde então, o debate ganhou forma e conteúdo que se referem diretamente a grupos que atuam tanto na mídia tradicional quanto aos que espalham comentários de ódio nas redes sociais.
Também foi no Linha de Passe, na sexta-feira (13), dia seguinte à abertura do torneio, que Trajano voltou a tocar no assunto das vaias à presidenta e explicou os motivos de ter fechado a conta que tinha na rede social Facebook.  E deu nome aos "bois". “Eu fechei minha conta do Facebook para não perder amizades, assustado que estava com o pensamento protofascista de seguidores de Reinaldo Azevedo, Olavo de Carvalho, Augusto Nunes e outros semelhantes”, comentou o jornalista.
Sobre Reinaldo Azevedo – colunista do site de Veja, do jornal Folha de São Paulo e apresentador da rádio Jovem Pan – Trajano classificou como “gente que só semeia o ódio, a inveja”, ao falar da repercussão da análise sobre o tratamento dado a presidenta pela “plateia vip” no estádio.
Em uma avaliação da política editorial adotada pela Veja, José Trajano foi contundente a respeito do rebaixamento do debate político praticado na publicação. “As páginas da Veja estão recheadas de insultos voltados a petistas ou esquerdistas: canalha, ignorante, cretino, idiota, apedeuta, safado, cafajeste... E, na falta de mais termos agressivos, inventam-se neologismos, como petralha, para atacar quem está no polo ideológico oposto”, argumentou, além de questionar “o padrão Veja de discussão política”, o que, na opinião dele, “tomou conta de parte da sociedade brasileira.”
Não está sozinho
Entre as muitas pessoas que se manifestaram contra os xingamentos a Dilma Rousseff, várias são personalidades publicas, inclusive algumas que se colocam como adversárias do PT no plano político-partidário.
O deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), no seu perfil no Facebook, publicou texto em que repudia o episódio. “Senti vergonha por conta da vaia e do insulto à presidenta Dilma no jogo de abertura da Copa do Mundo. Sim, a vergonha foi maior porque a gente que puxou a vaia se considera "fina, culta e educada" e vive chamando de "mal-educados, grosseiros e sem-modos" aqueles que não têm a sua cor, a sua renda nem seus privilégios (inclusive o de poder de adquirir o caríssimo ingresso para estar naquela arquibancada)”, ressaltou.
Wyllys fez questão de destacar que não concorda com os gastos realizados na Copa, mas criticou a oposição política que parte para “a baixaria”. “Mal-educada, grosseira e sem-modo é mesmo aquela gente que, pouco acostumada com a civilidade, não tem senso de oportunidade nem sabe fazer oposição política sem resvalar para a baixaria”, pontuou.
“Sim, presidenta Dilma, você tem a minha solidariedade. Sim, coragem grande é poder dizer sim”, finalizou o deputado.

domingo, 15 de junho de 2014

Rir é o melhor remédio










PCdoB realiza grande convenção e quer dar o troco das vaias nas urnas

Militantes do Partido Comunista do Brasil de São Paulo afirmaram em sua convenção eleitoral que darão o troco das vaias que setores mais conservadores deram para a presidente Dilma Rousseff nas urnas, para consolidar o projeto nacional em curso e avançar nas mudanças.


 O Partido Comunista do Brasil consolidou de forma uníssona, ontem (14) o apoio ao petista Alexandre Padilha durante grande convenção que contou com a participação de mais de 500 pessoas, entre elas diversas lideranças, militantes e pré-candidatos a deputados estaduais e federais.
 
Um terço da economia do Brasil é produzida a partir do estado de São Paulo, o peso que esse estado tem na população, na cultura, no eleitorado, visto que temos perto de 30% dos eleitores brasileiros, faz com que a batalha nacional tem aqui o seu palco principal. 

O resultado da eleição estadual tem grande repercussão nacional, isto porque é aqui que o PSDB aplica o receituário neoliberal, principalmente com privatizações e retirada de direitos trabalhista, como explicitado no caso das demissões dos metroviários que realizaram a última greve.

Com os camaradas Pedro Bigardi, Zeca Pires e Denis Crupe
O presidente nacional do PCdoB, Renata Rabelo, participou do ato político e apresentou as ideias do partido sobre a situação política nacional. De acordo com Rabelo, o país está em um momento de grandes decisões com a disputa de dois projetos econômicos, sociais, políticos, de nação e de povo. 
 
“Se esse país tem caminhar adiante, se o país tem que avançar socialmente como vem conseguindo, se esse país consegue realizar a inclusão social, que vem sendo feita, se esse país é respeitado internacionalmente, não tem outro caminho, temos que ir adiante e isso significa a reeleição da presidente Dilma Rousseff”, reafirmou Renato.
 
Segundo Rabelo, a oposição e a direita está sem liderança credível, sem liderança respeitada. Não propõe nada, esconde, só critica e tenta desacatar a presidente da república. “Vejam a mediocridade deles, eles estão desesperados”, apontou.

Com Nadia Campeão e Renato Rabelo
A vice-prefeita de São Paulo, Nádia Campeão, que é responsável pela Copa do Mundo na cidade, afirmou que o ‘clima político está virando’ depois da abertura do evento mundial.
 
“Essa semana é importante para nós, porque nós começamos a virar o clima político do país, porque aqueles que apostaram que o nosso país ficaria de joelhos, com a campanha horrorosa que fizeram, dizendo que nós não somos capazes de realizar a Copa, que não teríamos estádios prontos, que seria uma vergonha, viram na abertura a capacidade do Brasil de por de pé um evento mundial. E se perguntam: onde estava o caos?”, denunciou Nádia.
 
É uma vitória do governo brasileiro, segundo a vice-prefeita, porque acreditou que podia fazer a Copa, como acredita que o Brasil pode continuar mudando a vida de 200 milhões de brasileiros.
 
O prefeito de Jundiaí, Pedro Bigardi, defendeu a presidente Dilma e afirmou que quem a vaiou e xingou é quem quer dividir o país em ‘primeiro e segundo grupo. “Não podemos aceitar, em hipótese alguma, que tenhamos uma sociedade com diferentes direitos, nós não vamos aceitar um país dividido. Vamos tornar o insulto em vitória na urna”.
 
Para auxiliar a presidente Dilma na promoção de mudanças que o país necessita, os comunistas paulistas apresentaram três candidatos à Câmara dos Deputados: Netinho de Paula, Protógenes Queiroz e Orlando Silva, que conforme a tática nacional do partido, para eleição deles, é preciso concentração e afinco da militância para contribuir com a eleição de 20 deputados em todo o país.

Orlando Silva, ex-ministro do Esporte
Está na hora de mudar São Paulo
 
O presidente estadual, Orlando Silva, apresentou o pré-candidato a governador como “um homem corajoso, que construiu um programa importante - o Mais Médicos - que permitiu que cerca de 2300 pudesse atender a população nos lugares mais recônditos do nosso estado”.
 
“Além do programa, há uma série de ações que ele realizou, não só no Ministério da Saúde, mas também na Coordenação Política do governo Lula, que o qualifica como um postulante para renovar o projeto político de São Paulo e encarar cada um dos desafios que o nosso estado tem”, afirmou Orlando.
 
Segundo o presidente comunista, é necessário abrir um novo ciclo político no estado de São Paulo, com novas forças políticas que dêem conta de apresentar uma renovação de perspectiva, fortalecendo o peso, protagonismo e a importância histórica que São Paulo teve e que relativamente tem perdido desconectada do projeto nacional que está em curso. 
 
Alexandre Padilha conhece parte da militância comunista, pois sua mãe foi militante do partido da base dos médicos e disse contar com o partido para ganhar a eleição e governar o maior estado do país.

Camaradas de Jundiaí prestigiaram a convenção do partido
“Conto com a militância do PCdoB para que a gente percorra juntos cada canto do estado de São Paulo. Não vai ter uma região que não estaremos nós juntos com o povo, em uma escola, bairro, fábrica ou outro local de trabalho que não estaremos nós, debatendo um novo projeto político para o nosso estado”
 
O estímulo da militância não é pequeno, visto que encarará mais uma vez a candidatura de Geraldo Alckmin, candidato pelo PSDB, partido que já governa o maior estado da federação há 20 anos. Por esses fatores, a eleição é encarada pelos comunistas como grande desafio que requer concentração total nos próximos meses.
 
“O símbolo de maior ineficiência é a crise da água. Faz trinta anos que não há investimento na estrutura hídrica do estado de São Paulo, por absoluta incapacidade e incompetência de planejar e organizar investimentos que são tão importantes para a economia”, denunciou Orlando Silva.
 
A presidente da União Estadual dos Estudantes, Carina Vitral, também falou da necessidade de mudar a orientação do projeto político no estado. “Nós melhoramos de vida, mas é aqui em nosso estado onde a direita encontra as suas raízes e projeto é voltado à elite. As nossas universidades, por exemplo, não fazem sequer o debate de cotas, que já estão sendo implantadas em todo país”.

Nosso grande deputado federal Protógenes Queiroz
Chapa ampla e plural de candidatos a deputados estaduais
 
Mais de cem delegados aptos para votar, aprovaram por unanimidade as resoluções apresentadas e a chapa própria para a disputa na Assembleia Legislativa. O objetivo é ampliar a bancada comunista, que hoje conta com duas deputadas. A chapa é composta aproximadamente por cem nomes de diversos segmentos, associações, movimentos e cidades.
 
Para a líder do PCdoB na Assembleia Legislativa, Leci Brandão, o parlamento estadual precisa ter deputados comunistas, comprometidos com as causas do povo. “Esse não é um partido pequeno, ele tem 92 anos, tem apenas duas representantes nesta Casa, mas acima de tudo, é um partido respeitado por todos os partidos que têm representação aqui dentro porque tem uma história de luta e de defesa da democracia”.
 
Pedro Bigardi também ressaltou a importância dos candidatos à Assembleia. “O PCdoB é imprescindível e nós temos um time que vai estar unido, lutando por esse projeto de ampliar a nossa bancada”.
 
O Partido também apresentou o pleito de participar da eleição majoritária e indicou o nome do ex-deputado federal, Jamil Murad, para ser suplente do senador Eduardo Suplicy.
 

Participaram também do ato político o senador Eduardo Suplicy, os deputados federais Protógenes Queiroz e Gustavo Petta, o vereador Netinho de Paula, o presidente da CTB de São Paulo, Onofre Gonçalves, a presidente da União Brasileira de Mulheres, Rozina Conceição, Maria José, a Lia, presidente da Facesp, entre outras diversas lideranças.

O fascismo disfarçado de discurso contra a corrupção

O discurso contra a corrupção é, em essência, um discurso fascista, hipócrita e falso moralista. Especialmente no país do "jeitinho", em que o cara posta uma bravata contra a "corrupção dos políticos" e em seguida suborna um guarda para não ser multado ou sonega na declaração de imposto de renda...


quinta-feira, 12 de junho de 2014

Chupem até o talo, coxinhas e tucanos do inferno!







PCdoB de Jundiaí oficializa candidatura de Junior Aprillanti para deputado estadual


O PCdoB de Jundiaí realizou, quarta-feira (11) na Câmara Municipal, sua pré-convenção para confirmar a escolha do nome de Junior Aprillanti, ex-secretário de Obras da Prefeitura de Jundiaí, para disputar uma vaga de deputado estadual nas próximas eleições.

A escolha será referendada no próximo sábado (14), durante a convenção estadual do partido, em São Paulo, que deve confirmar também o apoio às candidaturas de Alexandre Padilha para o governo do estado e Dilma Roussef para a presidência da República.


A mesa do ato político foi formada pelo prefeito Pedro Bigardi, pelo vereador Rafael Purgato, pela secretária de Planejamento Daniela da Camara Sutti, pelo vice-prefeito de Itatiba Ary Hauck da Silva, pelo presidente da Câmara de Judiaí Gerson Sartori e pelo secretário de Cultura Tércio Marinho. Outros secretários da Prefeitura de Jundiaí e autoridades da cidade e da região também estiveram presentes ao evento.

Em seu discurso, Aprillanti agradeceu o apoio recebido dos colegas de partido que abriram mão da disputa pela vaga em favor da sua candidatura. "Estou lisonjeado pela escolha do meu nome para representar esse projeto político na Assembleia, pois todos os outros camaradas que colocaram o nome à disposição tem plenas condições para ocupar o cargo", emocionou-se. 


Aprillanti lembrou que esse não é um projeto pessoal dele, nem do partido, mas de um governo de mudança e reconstrução não apenas para Jundiaí e todas as cidades da região, mas também para o estado de São Paulo e para o Brasil. "Eu estou pronto para representar esse projeto que visa melhorar a vida da população, como um todo", afirmou.

Para ele, o trabalho da militância é essencial para a vitória. "Grande parte da população está um pouco descrente da classe política, mas tem muito político bom e do bem que merece receber a confiança das pessoas. E cabe a nós militantes levar essa mensagem e o nosso nome aos amigos, parentes e conhecidos", enfatizou Aprillanti.


O prefeito de Jundiaí Pedro Bigardi lembrou da sua vitória contra dos tucanos na última eleição, mas frisou que a luta não acaba na eleição, ela continua durante o governo, pois construir um governo diferente, de mudança real é muito difícil. 

"Mas a gente tem que ter a consciência que essa mudança vai acontecendo com o tempo, porque nossos adversários sabem disso e eles se articulam para voltar. Mas eles não vão voltar, pois são pessoas que não sabem respeitar os adversários e não entendem minimamente o que é a luta política, portanto não merecem ocupar cargos públicos", afirmou.


Para Bigardi, a escolha de Junior Aprillanti para disputar a vaga de deputado estadual faz parte desse projeto político maior e os camaradas de partido que abriram mão de suas candidaturas em favor dele entenderam isso e tiveram um gesto de grandeza.

"Esse é um projeto de governo de reconstrução de uma cidade, de um estado e de uma nação contra o conservadorismo e o preconceito, principalmente contra os mais pobres, que nunca receberam a atenção do poder público no passado. E por isso temos que obter grandes vitórias para que esse projeto continue e ganhe força! E o Junior é o representante de tudo isso aqui hoje e tenho certeza que vai fazer um excelente mandato como deputado estadual", garantiu Bigardi.


O vereador Rafael Purgato enfatizou que é preciso derrotar o PSDB no governo de São Paulo, para que o estado possa progredir, junto com o resto do Brasil. "Por isso precisamos eleger Dilma, Padilha, Junior Aprillanti e todos os outros camaradas que estão juntos nessa caminhada".

Em sua fala, o presidente da Câmara Municipal de Jundiaí, o vereador Gerson Sartori, do PT, frisou que apoia a candidatura de Junior Aprillanti para garantir a continuidade desse projeto de governo que começou com Lula lá atrás e hoje continua inclusive em Jundiaí, com a eleição de Pedro Bigardi. 


"Nós acreditamos nesse projeto e estamos fazendo o melhor governo da história de Jundiaí. Porque é um governo que olha para a cidade inteira, mas principalmente para os bairros mais distantes do Centro que sempre estiveram abandonados nos governos do passado. E o Junior, quando estava à frente da secretaria de Obras, colocava a botina no pé e ia lá trabalhar em favor da população. É por tudo isso que precisamos dele na Assembleia Legislativa, pois nossa cidade e nossa região só tem a ganhar", garantiu Sartori.


A secretária de Planejamento Daniela da Camara Sutti emocionou-se ao defender o governo do prefeito Pedro Bigardi para uma Câmara lotada de apoiadores, militantes e simpatizantes. "Me emociona olhar essa platéia cheia, unida e poder falar que é uma honra fazer parte de um governo que representa a mudança na cidade. Por isso, nós precisamos trabalhar forte para eleger o companheiro Aprillanti e ajudar o nosso prefeito, pois existe um exército aí fora pronto e armado para denegrir a imagem desse governo e de todos que são parte dele", denunciou.


Tércio Marinho, secretário de Cultura de Jundiaí, enfatizou que a bandeira desse projeto de governo é o compromisso com o povo trabalhador. "Por isso nós apoiamos o Junior Aprillanti, pois é um camarada leal, competente e que não mede esforços para fazer valer esse nosso compromisso". 


Ary Hauck da Silva, vice-prefeito de Itatiba, lembrou a luta de Antônio Galdino e Erazê Martinho na construção desse projeto que hoje se tornou realidade.  "Temos que fortalecer cada vez mais o governo do Pedro Bigardi e garantir maior representatividade para os trabalhadores. Eleger o companheiro Aprillanti é essencial para que toda a nossa região esteja representada na Assembleia Legislativa", frisou.



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