domingo, 29 de março de 2015

Rindo da sua cara


Tucano Machado paga novo mico e é humilhado pelo vereador Paulo Malerba

A cara dele
O coitado do tucano Luiz Fernando Machado, que saiu das asas do Antonio Carlos Magalhães (o falecido coroné "Toninho Malvadeza" da Bahia) e pousou em Jundiaí para desgraça nossa, está precisando urgentemente trocar de assessoria de marketing, pois a atual está fazendo ele pagar um mico atrás do outro.

Dessa vez, os assessores do atual deputado estadual do PSDB de Jundiaí postaram um comentário tão ridículo, mas tão ridículo em sua página do facebook, que até mesmo o nobre e comedido vereador Paulo Malerba, do PT, não aguentou e o ridicularizou.

A falácia postada pelos marketeiros do tucano no nome dele é tão batida e mofada que seria alvo de zombaria mesmo que tivesse sido proferida lá na época da Guerra Fria. 

Vejam abaixo o lixo que os assessores do rapazola postaram em sua página e, depois, a resposta do vereador Malerba, que ainda por cima dá uma pequena aula de História - matéria que os tucanos tem verdadeira aversão, já que sabem que quem a conhece jamais votaria neles.


"Tem deputado que ainda vive no Macartismo. Quem não se lembra foi aquele período da Guerra Fria em que nos Estados Unidos e entre muitos de seus aliados havia um medo do comunismo e da sua influência, que culminou em perseguições, inclusive uma das famosas foi a perseguição a Charles Chaplin. 

Paulo Malerba, do PT
Evidente que o Macartismo foi utilizado como um pretexto para perseguir quem pensava diferente e não concordava com os líderes estadunidenses. 

Não só isso, criou-se uma mistificação de palavras e conceitos, como forma de colocar medo na população da "ameaça comunista". Desta época veio a ideia de que comunista comia criancinha. 

Getúlio Vargas se valeu deste ideário da "ameaça vermelha" como justificativa ideológica para dar um golpe em 1937 e instituir o Estado Novo, assim como os militares fizeram em 1964. 

Portanto, distorcer palavras, conceitos e usá-las para o medo e para desqualificar pautas legítimas, como a dos professores estaduais em greve, não é novidade. Estranha e causa asco um deputado em 2015 usar este expediente ridículo. 

Como se os problemas da educação no Estado de São Paulo não tivessem como fundamento o equívoco na aplicação da progressão continuada, a falta de valorização dos docentes, a falta de infra-estrutura, falta de acolhimento adequado aos alunos. Não, a culpa é do... comunismo!!?? 

Pior, dos professores que não ensinam matemática e português e ficam ensinando doutrinações!!?? Como se não houvesse apostilas supervisionadas pela própria secretaria estadual de educação, cujo governo é do PSDB há vinte um anos. 

Não, a culpa é dos professores e do comunismo, segundo ele. Que baixaria."

- Paulo Malerba, vereador do PT de Jundiaí


sexta-feira, 27 de março de 2015

Tucano Luiz Fernando Machado demonstra seu "amor" à democracia e à liberdade de expressão

Reprodução do site SPressoSP
Luiz Fernando Machado, do PSDB de Jundiaí, demonstrou todo seu amor à liberdade de expressão e à democracia em duas ações que mais uma vez comprovam a total incompetência dos assessores do rapaz, incapazes de controlar os arroubos de truculência e desrespeito às regras democráticas que derrubam suas tentativas patéticas de pintá-lo como um bom moço, gentil e delicado.

Primeiro, Machado tentou intimidar o site SPRESSO SP com ameaças de processo, só porque repercutiu uma matéria que falava das ligações de uma empresa que fez doações para sua campanha com outra que está sendo investigada pela operação Lava Jato.

Segundo o site, "a repercussão incomodou o estafe do deputado que, por meio de um representante que se apresentou como seu advogado, ameaçou o site com processo judicial caso não fosse publicada na íntegra uma nota enviada pela assessoria de imprensa do parlamentar".


Saiba mais sobre o caso lendo esse texto que publiquei ontem no meu blog.

Não bastasse isso, o político tucano ainda teve papel ativo na ação truculenta que calou uma manifestação democrática na Assembleia Legislativa de São Paulo. 

Os manifestantes protestavam democraticamente contra a presença do deputado Federal Eduardo Cunha, presidente do Congresso, e a pedido de Machado, que atua hoje como deputado Estadual, foram retirados a força do local.

Agora, imagine o escândalo que tucanos como o nosso Luiz fariam caso ação semelhante fosse feita por alguém do PT ou outro partido de esquerda? Ditadura comunista seria o mínimo que eles alegariam, né? 

Enfim, Machado dá mais um tiro no pé e envergonha Jundiaí com suas condutas totalmente anti-democráticas e desrespeitosas ao direito de expressão das pessoas.


Veja abaixo reprodução de matéria da Folha, que todos sabemos ser um panfleto tucano, sobre o ocorrido, para que ninguém diga que isso é invenção de "petralhas".








16 conselhos para você fazer sucesso como um neo anticomunista

- por Kiko Nogueira
O anticomunismo está na moda, como na Guerra Fria. Com uma novidade: nunca tantos malucos foram tão barulhentos, ao menos no Facebook e em marchas. 
Não é preciso muito: basicamente, você só tem de ser relativamente ignorante e repetir feito um papagaio alguma poucas palavras e expressões como “petralha ladrão”, “lulopetista”, “Miami é que é bom”, “isso aqui não tem jeito”. Esse é um bom começo.
Mas a verdade é que os socialistas estão batendo às nossas portas, ameaçando as nossas famílias e, se você quiser fazer sucesso numa festa de gente burra e sem noção da realidade, eis alguns conselhos importantes para se tornar um novo anticomunista.
  1. Insista que o marxismo está desacreditado, desatualizado e totalmente morto e enterrado. Em seguida, faça uma carreira lucrativa batendo nesse cavalo morto pelo resto da sua vida.
  2. Comunismo ou marxismo é o que você quiser que seja. Sinta-se livre para rotular países, movimentos e regimes como “comunistas”, independentemente de coisas como ideologia, relações diplomáticas, política econômica etc.
  3. Se houver um conflito envolvendo comunistas, todas as mortes devem ser culpa do comunismo. Tenha cuidado ao aplicar isto à Segunda Guerra Mundial. Fascistas que lutaram contra os soviéticos tudo bem, mas tente não elogiar abertamente a Alemanha nazista. Deixe isso para conversas privadas.
  4. Cite constantemente George Orwell. Fale da “Revolução dos Bichos” ou de “1984”. Diga que Lula é o Grande Irmão.
  5. Cite Reinaldo Azevedo, Rodrigo Constantino, Olavo de Carvalho. Cite Nelson Rodrigues, que você nunca leu e não entende muito bem, mas isso não vem ao caso.
  6. Mencione quantidades maciças de “vítimas do socialismo” sem se importar com demografia ou consistência. 3 milhões de pessoas mortas de fome? 7 milhões? 10 milhões? 100 milhões no total? Você não precisa se preocupar com ninguém verificando se é verdade, o que é bom já que você não tem a menor ideia.
  7. Diga que o petismo, o socialismo, o marxismo ou o psolismo são um tipo de fé religiosa, messiânica, ou qualquer outra besteira que possa inventar. Quando as pessoas disserem que é possível traçar semelhanças entre qualquer ideologia política e uma religião, ignore-as.
  8. Duas palavras: natureza humana. O que é a natureza humana? Para seus propósitos, a natureza humana é uma maneira rápida de explicar por que as idéias políticas de que você não gosta estão erradas.
  9. Use palavras como “liberdade” e “democracia” constantemente. Não aceite qualquer desafio para definir esses termos.
  10. Você não quer um golpe, você quer uma intervenção militar, o que está garantido na Constituição. Não está, mas repita essa frase.
  11. Diga “Vai pra Cuba, vagabundo” a qualquer pessoa que discordar de você sobre qualquer assunto.
  12. Esquerdistas podem ser usados a favor ou contra o que for mais adequado no momento. Se você estiver numa turma mais conservadora, os esquerdistas são gayzistas. Se você estiver no meio de gente mais descolada, os esquerdistas são homofóbicos. Essencialmente, os esquerdistas são degenerados e puritanos ao mesmo tempo.
  13. O Mais Médicos é parte de um plano de infiltração cubana no Brasil.
  14. Você não precisa sabe o que é bolivarianismo para acusá-lo de ser responsável por tudo o que está errado na América do Sul. O bolivarianismo destruiu a Venezuela e destruirá o Brasil. É uma espécie de saúva.
  15. O papa é comunista.
  16. Nova Ordem Mundial. Quando se esgotarem todos os argumentos, diga: “Nova Ordem Mundial”. E saia para não ser obrigado a explicar que se trata de uma teoria conspiratória estúpida.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Suposta nota de Luiz Fernando Machado é mais um tiro que o tucano dá no próprio pé

Reprodução do Jornal do Eloy Chaves

O tucano Luiz Fernando Machado supostamente soltou uma nota à imprensa que, de tão mal pensada e escrita, acabou se transformando em mais um tiro que esse político dá em seu próprio pé.

Mais uma prova da total falta de ideias e insegurança do rapaz que, ainda por cima, tem uma assessoria de marketing pavorosa, responsável por transformar o dito cujo em motivo de piadas na cidade inteira.

Confira abaixo alguns dos maiores micos protagonizados pelo sujeito:

Luiz Fernando Machado, do PSDB de Jundiaí, fica atrás de Tiririca no ranking dos melhores deputados da Veja

Tucano Machado tenta deturpar fala de Bigardi, dá tiro no pé e vira piada nas redes sociais

Tucano Luiz Fernando Machado paga novo mico!

Escrevo "supostamente" porque a tal nota foi publicada por famosa militante do PSDB de Jundiaí na página de comentário do site SPRESSO, que repercutiu ontem uma matéria do Jornal do Eloy Chavez, do infame Anselmo Brombal. 


Reprodução de comentário do site SPRESSO
Como não encontrei a nota nem no site oficial do político, nem em sua página no facebook, deixo o "supostamente" em evidência.

A suposta nota, assinada supostamente por uma certa Maria Carolina (assessora de Machado?) não faz o menor sentido e parece mais uma confissão de culpa do político em questão do que qualquer outra coisa. 

Leiam a nota, conforme postada na página de comentários do site SPRESSO:

Maria Carolina - NOTA À IMPRENSA
Em respeito à população e diante das inverdades publicadas pelo Jornal do Eloy Chaves, edição 207 - 21/27 de março de 2015, a assessoria de imprensa do deputado estadual Luiz Fernando Machado esclarece que:

1. É mentirosa a matéria veiculada pelo referido jornal. O deputado Luiz Fernando, então candidato a prefeito de Jundiaí, em 2012, não recebeu ou solicitou qualquer contribuição de origem ilícita, como tenta atribuir a publicação logo no título com o tom claro do seu objetivo nada jornalístico e contundentemente inverídico;

2. As doações recebidas durante o período eleitoral de 2012 pelo comitê de campanha do candidato foram obtidas de maneira lícita, e devidamente declaradas em sua Prestação de Contas, sem ressalvas e aprovadas junto às autoridades competentes;

3. Não há qualquer vinculação – direta ou indireta - entre a empresa MCE, citada na matéria, com investigações federais, como tenta transmitir o texto através de acusações sem a menor preocupação em verificar a sua veracidade, ouvindo, no mínimo, a parte envolvida;

4. É lamentável que, mais uma vez, o Jornal do Eloy Chaves atue de forma a satisfazer interesses próprios em detrimento do interesse público. Havendo, portanto, a necessidade da adoção de medidas judiciais para que veículo seja responsabilizado pela veiculação dessa matéria absolutamente inverídica e de caráter difamatório e calunioso.


Eu li e reli a matéria publicada no Jornal do Eloy Chaves e confesso que não encontrei em lugar algum qualquer acusação contra o tucano Machado. 

A matéria apenas informa que a empresa do pai de Machado, a MCE, que fez doações num total de R$ 256 mil à campanha fracassada do tucano à prefeitura de Jundiaí, atuou como parceira da Promon, que foi pega na operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Depois a matéria detalha as operações de parceria entre a MCE e a Promon, e o envolvimento da segunda nos supostos esquemas de corrupção da Petrobrás.

O que levanta as seguintes perguntas: onde estariam a calúnia e a difamação contra o tucano de Jundiaí citadas em sua nota à imprensa? Onde estão as acusações de doações ilícitas ao político ou de envolvimento da MCE em investigações de corrupção da PF? 

Basta ler a matéria que qualquer um poderá comprovar que nada disso existe.

Eu mesmo não dei muita bola para essa matéria, primeiro vindo de quem vem, um jornalista que há pouco tempo trabalhou em cargo de confiança do prefeito tucano Miguel Haddad e que confessou num vídeo ter sido "pago para fazer maldades" contra Pedro Bigardi, adversário direto dos tucanos de Jundiaí (clique aqui para acessar o vídeo).

E segundo porque não vi nada demais na matéria do Jornal do Eloy Chaves, exceto uma reportagem de interesse público que mostra de onde vem algumas das doações da campanha milionária de Luis Fernando Machado à prefeitura de Jundiaí, cujo doador fez parcerias com uma empresa que está sendo investigada pela Lava Jato.

Enfim, pergunto: o que então motivou a nota furiosa de Machado e as ameaças de processo contra o referido jornal?

Melhor não falar mais nada. Eles que são brancos, que se entendam, não é mesmo?


P.S.: caso a referida nota à imprensa postada no SPRESSO seja falsa, o Tudo Em Cima está aberto à assessoria do tucano Machado para que se expresse.

Reprodução do Jornal do Eloy Chaves

Filmes: "Garota Exemplar"

BLEFE

Filme mente e engana o espectador para gerar surpresa e choque, o que é sempre algo imperdoável.

- por André Lux, crítico-spam

David Fincher acabou sendo o maior blefe de sua geração. Depois de um começo problemático em "Alien 3", explodiu com o sensacional "Seven" e virou a maior promessa do cinema estadunidense. 


Infelizmente, parece que se deixou levar pelo ego inflado e acabou fazendo filmes excessivos (como "Clube da Luta" e "Millenium") ou simplesmente insonsos ("O Curioso Caso de Benjamim Button", "Zodiaco", "Quarto do Pânico", "A Rede").

Mesmo assim, mantém seu prestígio junto à indústria e os críticos, ao ponto de todo mundo louvar esse "Garota Exemplar", que é baseado num romance de sucesso. Mas é, como Fincher, um blefe. 


Esse é um daqueles filmes que são vendidos como algo grandioso, cheio de mistérios e reviravoltas, mas no fundo é apenas mais um que mente e engana o espectador para gerar surpresa e choque, o que é sempre algo imperdoável.

O mistério do desaparecimento da esposa do coitado do Ben Afleck é resolvido já no meio da trama e, convenhamos, é algo completamente absurdo e sem nexo. Nem o maior psicopata do mundo se daria o trabalho de construir um esquema tão elaborado e infalível só para prejudicar uma pessoa. 


A partir daí, o filme fica ainda mais tedioso, enquanto seguimos o patético marido que só faz besteiras e o autor do plano mirabolante, que também age de maneira totalmente estúpida e incoerente com o que foi mostrado até então sobre o personagem. Mas pior mesmo é a conclusão, daquelas que fazem a gente gargalhar, de tão forçada e inverossímil.

Fincher encena e filma tudo com preguiça e sem deixar qualquer marca, culpa também da trilha musical de Trent Reznor e Atticus Ross que não serve para nada e a maioria do tempo soa mais como alguém fazendo barulinhos no teclado.

Cotação: *

quarta-feira, 25 de março de 2015

SPRESSO faz denúncia contra Luiz Fernando Machado

Reprodução do site SPRESSO
O site SPRESSO fez uma grave denúncia contra o tucano de Jundiaí Luiz Fernando Machado, candidato derrotado às últimas eleições para prefeito na cidade.

Clique neste link para acessar o site e conhecer o teor da denúncia.

Corrupção nossa de cada dia


sexta-feira, 20 de março de 2015

Esquerda sectária ajudou a chocar o ovo da serpente nazi-fascista no Brasil

Nós que defendemos de cara e peito abertos os governos do PT desde o primeiro dia, mesmo conscientes de suas limitações e falhas, não podemos esquecer dos militantes da chamada "ultra-esquerda-sectária", principalmente os ligados ao PSOL, que ajudaram, e muito, a fomentar a escalada do ódio e do golpismo que hoje transbordou da panela do nazi-fascismo tupiniquim.

Pessoas sem qualquer responsabilidade com as bandeiras e as camadas sociais que juram defender, que desde que a direita começou a tentar derrubar Lula, em 2005, passaram a nos atacar com fúria às vezes maior do que um Bolsonaro da vida.

E sempre movidos a rancor, recalque ou acovardados atrás de um purismo ridículo e inviável que usam apenas para nunca precisar virar vidraça.

Em 2014, quando as manifestações pelo transporte público perderam o rumo e foram sequestradas pela direita, esses sectários idiotas CONTINUARAM a dar todo apoio a elas e a inflamar seus militantes a participar delas, o que resultou na trágica morte de um cinegrafista da TV Bandeirantes.

Claro que depois dessa morte, eles tiraram o corpo fora, como todo bom covarde sempre faz, e saíram falando que não tinham nada a ver com isso.

Vamos dar nomes a alguns bois: Gilberto Maringoni, Luciana Genro, Chico de Oliveira, Plínio de Arruda Sampaio (falecido), Rafael Tsuvako e vários outros que nem lembro ou nem vale a pena perder tempo citando.

A HISTÓRIA SERÁ CRUEL COM ESSES CANALHAS.



Aécio Neves lidera doações de contas secretas da Suíça e é blindado pelo PiG

Além de o PSDB ter sido o maior beneficiado dos doadores para campanhas eleitorais com contas secretas no HSBC, o senador Aécio Neves foi também o candidato à presidência que mais recebeu



- por Patricia Faermann, no Jornal GGN 


Com um dos maiores e mais importantes bancos de dados secretos em mãos, os jornais O Globo e Fernando Rodrigues não fazem o jornalismo de dados, com o cruzamento completo das informações. Ao analisar os arquivos disponibilizados nas reportagens, é possível constatar que, além do que divulgaram os jornalistas, de o PSDB ter sido o maior beneficiado dos doadores para campanhas eleitorais com contas secretas no HSBC, o senador Aécio Neves foi também o candidato à presidência que mais recebeu. Esta última informação foi omitida dos jornais.

Diretamente para a sua campanha foi destinado R$ 1,2 milhão de doadores que tinham contas secretas na filial do banco em Genebra. Em seguida, a também candidata à presidência, Marina Silva (PSB) angariou R$ 100 mil desses doadores. A presidente da República, Dilma Rousseff, não teve doações diretas dos proprietários dessas contas.

Excluindo o que foi depositado para o Comitê de Aécio Neves, os demais comitês (estaduais e contas de políticos) do PSDB receberam um total de R$ 1,725 milhão. Já o PT recebeu R$ 1,505 milhão, incluindo direção estadual e para os deputados federais Vicente Cândido (SP) e Janete Rocha Pietá (SP). O PMDB contabilizou R$ 568 mil de doadores com contas na Suíça.

Esses dados integram um novo episódio do Swissleaks, em um seleto grupo de 976 doadores, que entregaram no mínimo R$ 50 mil para as campanhas eleitorais do último ano. Destes, 16 nomes aparecem nos arquivos que tinham contas secretas no banco suíço HSBC.


O balanço foi um resultado da integração do jornal O Globo no acesso aos dados disponibilizados ao Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ), no qual Fernando Rodrigues também participa.

Até então, somente personagens pontualmente selecionados, de todas as 5.549 contas secretas de brasileiros, foram vazadas. Com a adesão da equipe de O Globo, informações sobre políticos ligados ao PSDB e à escândalos de corrupção que envolveram diversos partidos foram, aos poucos, sendo divulgadas.

Dessa vez, os jornalistas elencaram os 976 empresários que doaram mais de R$ 50 mil nas campanhas eleitorais de 2014. Encontraram, então, 16 nomes que estão na lista investigada do HSBC da Suíça.

Fábio Roberto Chimenti Auriemo, Filho de Fábio Roberto Chimenti Auriemo e Armínio Fraga teriam apresentado provas, de acordo com o blogueiro do Uol, de que suas contas foram declaradas à Receita Federal. O fato isentaria a ilegalidade das contas.

Cláudio Szajman, Benjamin Steinbruch, Carlos Roberto Massa e Hilda Diruhy Burmaian não apresentaram provas, mas afirmaram que foi declarado ou que as contas eram regularizadas.

Francisco Humberto Bezerra e Miguel Ricarto Gatti Calmon negaram que tivessem uma conta na filial suíça. Alceu Elias Feldmann, Edmundo Rossi Cuppoloni, Cesar Ades e Roberto Balls Sallouti disseram que não iriam responder sobre o assunto. José Antonio de Magalhães Lins, Gabriel Gananian e Jacks Rabinovich não responderam. E Paulo Roberto Cesso confirmou que teve uma conta, mas não disse se foi declarada à Receita.

Frente à essas informações é possível verificar, ainda, que curiosamente os doadores de Aécio Neves provaram ou afirmaram que as contas foram declaradas, segundo as divulgações de O Globo e Fernando Rodrigues.

Por outro lado, ainda que com todos esses números em mãos, a redação de O Globo não publicou tudo. Nem Fernando Rodrigues.

Para identificar que o senador e candidato derrotado Aécio Neves (PSDB-MG) liderou o índice de doações de contas suspeitas, foi preciso transcrever as quantias que cada empresário, donos das contas, repassou a cada político ou comitê. Neste caso, a ordem dos fatores altera o resultado. Uma vez separados por partidos, a visualização dos dados permite outras notícias.

O Jornal GGN também elencou de acordo com as respostas dos empresários:






O senador Aécio Neves (MG) e nenhum outro do PSDB assinou o pedido de abertura da CPI do SwissLeaks-HSBC.

As aventuras de FHC, o ridículo




Ego inflado

Recebi hoje o comentário abaixo. São coisas assim que me dão certeza de estar no caminho certo e de continuar na luta!

Maria das Graças Piccolo Zuany deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Memórias de um alienado - parte II: Como eu comece...": 

"Simplesmente virei sua fã de carteirinha lendo essa sua história. Incrível, que em algumas partes, parecia estar lendo a minha história. 


Estudei em Colégio de Freiras, minha família é igual à sua em termos de falta de convicão política e sou a mais velha de 10 irmãos. Hoje, tenho 62 anos e agradeço muito a DEUS por ter me dado as oportunidades e de tê-las sabido aproveitar para, desde 1989 abrir minha mente à realidade. Minha família agiu e age até hoje, como a sua. 


Pior: casei-me com um homem super bem informado que me ajudou e ajuda demais a entender as nuances políticas e por sermos petistas, recebemos ofensas dos dois lados: 9 irmão e 9 cunhados de cada lado.

Engraçado, que nós, petistas, recebemos ofensas gravíssimas, enquanto eles nos xingam de petralhas e outras coisas mais sérias...antes era até meio velado, agora...descaradamente.

Que bom ler seus textos e concluir que náo sofri nem sofro sozinha sobre essa questão.


JAMAIS DEIXE DE ESCREVER! VOCË TEM O DOM DE EXPLICAR O QUE O CORAÇÃO E MENTE SENTEM NAS DIVERSAS SITUAÇÕES. UM BEIJO!"

quinta-feira, 19 de março de 2015

Armínio Fraga e empresários são fisgados na lista do HSBC



‘Nomeado’ ministro da Fazenda pelo presidenciável de 2014 Aécio Neves (PSDB), Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central, aparece na lista dos mais de 8 mil brasileiros com conta no HSBC da Suíça.

Além dele, constam empresários como Benjamin Steinbruch (CSN); Carlos Roberto Massa (o apresentador Ratinho, do SBT); Cláudio Szajman (Grupo VR) e Alceu Elias Feldmann (Grupo Fertipar).

Eles e mais 11 nomes citados no caso Swissleaks doaram mais de R$ 50 mil na campanha eleitoral de 2014 - deram, juntos, R$ 5,824 milhões para políticos de 12 partidos.

Candidatos tucanos foram os que mais receberam do grupo analisado, com R$ 2,925 milhões. Já o PT e seus candidatos tiveram R$ 1,505 milhão de doações.

Proprietário do Gávea Investimentos, Arminio Fraga, afirma ter declarado os recursos e apresentou documentos que comprovam que suas contas estavam em situação legal em 2006/2007. “Não faço parte desta lama”, afirmou.

Outros empresários, como Benjamin Seinbrucht também disseram que bens são legais.

Leia aqui reportagem do ‘Globo’ sobre o assunto.

Rindo da sua cara


quarta-feira, 18 de março de 2015

Diferenças



Moniz Bandeira: "EUA estão por trás do golpismo"

O cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira denunciou nesta terça-feira (17) que os Estados Unidos, por meio de órgãos como CIA, NSA (Agência Nacional de Segurança) e ONGs a eles vinculadas, continuam na tentativa de desestabilizar governos de esquerda e progressistas da América Latina, como os da Venezuela, Argentina e Brasil.

Moniz Bandeira disse que "evidentemente há atores, profissionais muito bem pagos, que atuam tanto na Venezuela, Argentina e Brasil, integrantes ou não de ONGs, a serviço da USAID, Now Endowment for Democracy (NED) e outras entidades americanas", para desestabilizar esses países, com a utilização de instrumentos que incluem protestos de rua.

"As demonstrações de 2013 e as últimas, contra a eleição da presidente Dilma Russeff, não foram evidentemente espontâneas", disse o cientista político. "Os atores, com o suporte externo, fomentam e encorajam a aguda luta de classe no Brasil, intensificada desde que um líder sindical, Lula, foi eleito presidente da República. Os jornais aqui na Alemanha salientaram que a maior parte dos que participaram nas manifestações de domingo, dia 15, era gente da classe média alta para cima, dos endinheirados’", disse Moniz Bandeira, que reside na Alemanha e é autor de vários livros sobre as relações Brasil—EUA.

No caso do Brasil especificamente, citou iniciativas do governo que contrariam Washington, como a criação do Banco do Brics , uma alternativa ao FMI e ao Banco Mundial e o regime de partilha para o pré-sal, que conferiu papel estratégico à Petrobras, descocando as petroleiras estrangeiras. Ele lembrou também que a presidenta Dilma foi espionada pela NSA e não se alinhou com os EUA em outras questões de política internacional, entre as quais a dos países da América Latina.

"A estratégia é aproveitar as contradições domésticas do país, os problemas internos, a fim de agravá-los, gerar turbulência e caos até derrubar o governo sem recorrer a golpes militares", disse. 

O cientista político e historiador Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira

1) O líder do PT na Câmara, Sibá Machado, comentou nas redes sociais que a CIA tem atuado nas tentativas de desestabilização de governos democráticos na América Latina . Como o senhor avalia isso, diante de vários episódios históricos que mostram os EUA por trás da desestabilização de governos de esquerda e progressistas?

R – Washington há muito tempo está a criar ONGs com o fito de promover demonstrações empreendidas, com recursos canalizados através da USAID, National Endowment for Democracy (NED) e CIA; Open Society Foundations (OSF), do bilionário George Soros, Freedom House, International Republican Institute (IRI), sob a direção do senador John McCain, etc. Elas trabalham diretamente com o setor privado, municípios e cidadãos, como estudantes, recrutados para fazerem cursos nos Estados Unidos. Assim o fizeram nos países da Eurásia, onde de 1989 ao ano de 2000 foram criadas mais de 500.000, a maioria das quais na Ucrânia. Outras foram organizadas no Oriente Médio para fazer a Primavera Árabe.

A estratégia é aproveitar as contradições domésticas do país, os problemas internos, a fim de agravá-los, gerar turbulência e caos até derrubar o governo sem recorrer a golpes militares. Na Ucrânia, dentro do projeto TechCamp, instrutores, a serviço da Embaixada dos Estados Unidos, então chefiada pelo embaixador Geoffrey R. Pyatt, estavam a preparar, desde pelo menos 2012, especialistas, profissionais em guerra de informação e descrédito das instituições do Estado, a usar o potencial revolucionário da mídia moderna – subvencionando a imprensa escrita e falada, TVs e sites na Internet - para a manipulação da opinião pública, e organização de protestos, com o objetivo de subverter a ordem estabelecida no país e derrubar o presidente Viktor Yanukovych as demonstrações contra o presidente Yanukovych, em fevereiro de 2014.

Essa estratégia baseia-se nas doutrinas do professor Gene Sharp e de Political defiance, i. e., o desafio político, termo usado pelo coronel Robert Helvey, especialista da Joint Military Attache School (JMAS), operada pela Defence Intelligence Agency (DIA), para descrever como derrubar um governo e conquistar o controle das instituições, mediante o planejamento das operações e mobilização popular no ataque às fontes de poder nos países hostis aos interesses e valores do Ocidente (Estados Unidos). Essa estratégia pautou em larga medida a política de regime change, a subversão em outros países, sem golpe militar, incrementada pelo presidente George W. Bush, desde as chamadas “revoluções coloridas” na Europa e Eurásia, assim como na África do Norte e no Oriente Médio. Explico, em detalhes e com provas, como essa estratégia se desenvolve em meu livro A Segunda Guerra Fria, e, no momento estou a pesquisar e escrever outra obra – A desordem mundial - onde aprofundo o estudo o que ocorreu e ocorre em vários países, sobretudo na Ucrânia.


2) Além da CIA, como os EUA atuam contra os governos de esquerda da América Latina.

R – Não se trata de uma questão ideológica, mas de governos que não se submetem às diretrizes de Washington. Uma potência mundial, como os Estados Unidos, é mais perigosa quando está a perder a hegemonia do que quando expandia seu Império. E o monopólio que adquiriu após a II Guerra Mundial de produzir a moeda internacional de reserva – o dólar – está a ser desafiado pela China, Rússia e também o Brasil, que está associado a esses países na criação do banco internacional de desenvolvimento, como alternativa para o FMI, Banco Mundial etc. Ademais, a presidenta Dilma Rousseff denunciou na ONU a espionagem da NSA, não comprou os aviões - caça dos Estados Unidos, mas da Suécia, não entregou o pré-sal às petrolíferas americanas e não se alinhou com os Estados Unidos em outras questões de política internacional, entre as quais a dos países da América Latina.

3) O governo da Venezuela tem denunciado a participação de Washington em tentativas de golpe. O mesmo poderia estar acontecendo em relação ao Brasil?

R – Evidentemente há atores, profissionais muito bem pagos, que atuam tanto na Venezuela, Argentina e Brasil, integrantes ou não de ONGs, a serviço da USAID, Now Endowment for Democracy (NED) e outras entidades americanas. Não sem razão o presidente Vladimir Putin determinou que todas as ONGs fossem registradas e indicassem a origem de seus recursos e como são gastos. O Brasil devia fazer algo semelhante. As demonstrações de 2013 e as últimas, contra a eleição da presidente Dilma Russeff, não foram evidentemente espontâneas. Os atores, com o suporte externo, fomentam e encorajam a aguda luta de classe no Brasil, intensificada desde que um líder sindical, Lula, foi eleito presidente da República. Os jornais aqui na Alemanha salientaram que a maior parte dos que participaram nas manifestações de domingo, dia 15, era gente da classe média alta para cima, dos endinheirados.

4) Que interesses de Washington seriam contrariados, pelo governo do PT, para justificar a participação da CIA e de grupos empresariais de direita, como os irmãos Koch (ramo petroleiro) , no financiamento de mobilizações contra Dilma? O pré-sal, por exemplo?

R – Os interesses são vários como expliquei acima. É muito estranho como começou a Operação Lava-Jato, partir de uma denúncia “premiada”, com ampla participação da imprensa, sem que documentos comprobatórios aparecessem. O grande presidente Getúlio Vargas já havia denunciado, na sua carta-testamento, que “a campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. (...) Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculizada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre. Não querem que o povo seja independente”.

5) Como o senhor interpreta o surgimento de grupos de direita no Brasil, com agenda totalmente alinhada aos interesses dos EUA?

R – Grupos de direita estão no Brasil como em outros países. E despertaram com a crise econômica deflagrada em 2007-2008 e que até hoje permanece, em vários países, como o Brasil, onde irrompeu com mais atraso que na Europa. E a direita sempre foi fomentada pelos interesses de Wall Street e do complexo industrial nos EUA, que é ceivado pela corrupção, e onde a porta giratória – executivos de empresas/secretários do governo – nunca deixa de funcionar, em todas as administrações.

6) Há, entre os organizadores dos protestos, gente fracamente favorável à privatização da Petrobras e das riquezas nacionais, com um evidente complexo de vira-latas diante dos interesses estrangeiros. Como analisar esse movimento à luz da história brasileira?De novo o nacionalismo versus entreguismo?

R – Está claro que, por trás da Operação Lava-Jato, o objetivo é desmoralizar a Petrobras e as empresas estatais, de modo a criar as condições para privatizá-las. Porém, estou certo de que as Forças Armadas não permitirão, não intervirão no processo político nem há fundamentos para golpe de Estado, mediante impeachment da presidenta Dilma Rousseff, contra a qual não há qualquer prova de corrupção, fraude eleitoral etc., elemento sempre usado na liturgia subversiva das entidades e líderes políticos que a USAID, NED e outras entidades dos EUA patrocinam.

Ai, que lindo gente!





terça-feira, 17 de março de 2015

Admita: você foi para a rua para odiar

Você foi não foi para a rua pedir nada. Você só foi fingir que odeia a corrupção para esconder o óbvio. De que você foi para a rua porque, no fundo, você só sabe odiar.

Machistas, nazistas, fascistas,
homofóbicos e fundamentalistas juntos
- por Leandro Fortes

Primeiro, vamos combinar uma coisa: se você votou em Aécio Neves, nas eleições passadas, você não está preocupado com corrupção.

Você nem liga para isso, admita.

Aécio usou dinheiro público para construir um aeroporto nas terras da família dele e deu a chave do lugar, um patrimônio estadual, para um tio.

Aécio garantiu o repasse de dinheiro público do estado de Minas Gerais, cerca de 1,2 milhão reais, a três rádios e um jornal ligados à família dele.

Isso é corrupção.

Então, você que votou em Aécio, pare com essa hipocrisia de que foi às ruas se manifestar porque não aguenta mais corrupção.

É mentira.

Você foi à rua porque, derrotado nas eleições passadas, viu, outra vez, naufragar o modelo de país que 12 anos de governos do PT viraram de cabeça para baixo.

Você foi para a rua porque, classe média remediada, precisa absorver com volúpia o discurso das classes dominantes e, assim, ser aceito por elas.

Você foi para a rua porque você odeia cotas raciais, e não apenas porque elas modificaram a estrutura de entrada no ensino superior ou no serviço público.

Você odeia as cotas raciais porque elas expõem o seu racismo, esse que você só esconde porque tem medo de ser execrado em público ou nas redes sociais. Ou preso.

Você foi para a rua porque, apesar de viver e comer bem, é um analfabeto político nutrido à base de uma ração de ódio, intolerância e veneno editorial administrada por grupos de comunicação que contam com você para se perpetuar como oligopólios.

Foram eles, esses meios de comunicação, emprenhados de dinheiro público desde sempre, que encheram a sua alma de veneno, que tocaram você como gado para a rua, com direito a banda de música e selfies com atores e atrizes de corpo sarado e cabecinha miúda.

Não tem nada a ver com corrupção. Admita. Você nunca deu a mínima para corrupção.

Você votou em Fernando Collor, no PFL, no DEM, no PP, em Maluf, em deputados fisiológicos, em senadores vis, em governadores idem.

Você votou no PSDB a vida toda, mesmo sabendo que Fernando Henrique comprou a reeleição para, então, vender o patrimônio do país a preço de banana.

Ainda assim, você foi para a rua bradar contra a corrupção.

E, para isso, você nem ligou de estar, ombro a ombro, com dementes que defendem o golpe militar, a homofobia, o racismo, a violência contra crianças e animais.

Você foi para a rua com fascistas, nazistas e sociopatas das mais diversas cepas.

Você se lambuzou com eles porque quis, porque não suporta mais as cotas, as bolsas, a mistura social, os pobres nos aeroportos, os negros nas faculdades, as mulheres de cabeça erguida, os gays como pais naturais.

Você odeia esse mundo laico, plural, multigênero, democraticamente caótico, onde a gente invisível passou a ser vista – e vista como gente.

Você foi não foi para a rua pedir nada.

Você só foi fingir que odeia a corrupção para esconder o óbvio.

De que você foi para a rua porque, no fundo, você só sabe odiar.


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