segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Maior cientista brasileiro declara voto em Dilma


- por Miguel do Rosário, no O Cafezinho

O maior cientista brasileiro vivo, Miguel Nicolelis, considerado um dos 20 maiores cientistas do mundo, segundo a revista “Scientific American”, abriu seu coração nas redes sociais.

Numa série de mensagens postadas em sua conta de twitter, Nicolelis explica a sua grande emoção de votar, pela primeira vez em sua vida, para presidente da república.

Lembra de parentes, que sonhavam com a democracia mas morreram antes de verem o sonho virar realidade.

Entretanto, Nicolelis não se emociona apenas com o direito formal de votar.

Ele se emociona, sobretudo, com o resgate da dignidade do povo brasileiro.

Ver uma liderança política, como fez Marina Silva, chorar lágrimas de crocodilo, tentando se vitimizar e enganar o povo, é uma lástima.

Nicoelis projetou o exoesqueleto que permitiu a
um paraplégico chutar a bola na abertura da Copa
Ver um grande cientista, um homem que passou a vida usando apenas o cérebro, e cuja vida, aliás, foi dedicada ao estudo do cérebro humano, ver um homem assim chorar de emoção ao declarar um voto, é outra coisa.

Ver um cientista emocionar-se, de alegria, ao declarar, com altivez, coragem e orgulho, a sua opção política, é a melhor resposta que podemos dar à violência antidemocrática dos setores golpistas da nossa mídia e da nossa elite.

Mas deixemos o próprio dizer com suas próprias palavras.

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domingo, 28 de setembro de 2014

Melancólico fim da revista “Veja”

Faz tempo que o negócio da "Veja" não é informar, mas apenas jogar suspeitas contra os líderes e os governos do PT, os grandes inimigos da família Civita.

- por Ricardo Kotscho

Uma das histórias mais tristes e patéticas da história da imprensa brasileira está sendo protagonizada neste momento pela revista semanal "Veja", carro-chefe da  Editora Abril, que já foi uma das maiores publicações semanais do mundo.
Criada e comandada nos primeiros dos seus 47 anos de vida, pelo grande jornalista Mino Carta, hoje ela agoniza nas mãos de dois herdeiros de Victor Civita, que não são do ramo, e de um banqueiro incompetente, que vão acabar quebrando a "Veja" e a Editora Abril inteira do alto de sua onipotência, que é do tamanho de sua incompetência.
Para se ter uma ideia da política editorial que levou a esta derrocada, vou contar uma história que ouvi de Eduardo Campos, em 2012, quando ele foi convidado por Roberto Civita, então dono da Abril, para conhecer a editora.
Os dois nunca tinham se visto. Ao entrar no monumental gabinete de Civita no prédio idem da Marginal Pinheiros, Eduardo ficou perplexo com o que ouviu dele. "Você está vendo estas capas aqui? Esta é a única oposição de verdade que ainda existe ao PT no Brasil. O resto é bobagem. Só nós podemos acabar com esta gente e vamos até o fim".
É bem provável que a Abril acabe antes de se realizar a profecia de Roberto Civita. O certo é que a editora, que já foi a maior e mais importante do país, conseguiu produzir uma "Veja" muito pior e mais irresponsável depois da morte dele, o que parecia impossível.
A edição 2.393 da revista, que foi às bancas neste sábado, é uma prova do que estou dizendo. Sem coragem de dedicar a capa inteira à "bala de prata" que vinham preparando para acabar com a candidatura de Dilma Rousseff, a uma semana das eleições presidenciais, os herdeiros Civita, que não têm nome nem história próprios, e o banqueiro Barbosa, deram no alto apenas uma chamada: " EXCLUSIVO - O NÚCLEO ATÔMICO DA DELAÇÃO _ Paulo Roberto Costa diz à Polícia Federal que em 2010 a campanha de Dilma Rousseff pediu dinheiro ao esquema de corrupção da Petrobras". Parece coisa de boletim de grêmio estudantil.
O pedido teria sido feito pelo ex-ministro Antonio Palocci, um dos coordenadores da campanha da então candidata Dilma Rousseff, ao ex-diretor da Petrobras, para negociar uma ajuda de R$ 2 milhões junto a um doleiro que intermediaria negócios de empreiteiras fornecedoras da empresa.
A reportagem não informa se há provas deste pedido e se a verba foi ou não entregue à campanha de Dilma, mas isso não tem a menor importância para a revista, como se o ex-todo poderoso ministro de Lula e de Dilma precisasse de intermediários para pedir contribuições de grandes empresas. Faz tempo que o negócio da "Veja" não é informar, mas apenas jogar suspeitas contra os líderes e os governos do PT, os grandes inimigos da família.
E se os leitores quiserem saber a causa desta bronca, posso contar, porque fui testemunha: no início do primeiro governo Lula, o presidente resolveu redistribuir verbas de publicidade, antes apenas reservadas a meia dúzia de famílias da grande mídia, e a compra de livros didáticos comprados pelo governo federal para destinar a escolas públicas.
Ambas as medidas abalaram os cofres da Editora Abril, de tal forma que Roberto Civita saiu dos seus cuidados de grande homem da imprensa para pedir uma audiência ao presidente Lula. Por razões que desconheço,  o presidente se recusava a recebe-lo.
Depois do dono da Abril percorrer os mais altos escalões do poder, em busca de ajuda, certa vez, quando era Secretário de Imprensa e Divulgação da Presidência da República, encontrei Roberto Civita e outros donos da mídia na ante-sala do gabinete de Lula, no terceiro andar do Palácio do Planalto."
"Agora vem até você me encher o saco por causa deste cara?", reagiu o presidente, quando lhe transmiti o pedido de Civita para um encontro, que acabou acontecendo, num jantar privado dos dois no Palácio da Alvorada, mesmo contra a vontade de Lula.
No dia seguinte, na reunião das nove, o presidente queria me matar, junto com os outros ministros que tinham lhe feito o mesmo pedido para conversar com Civita. 
"Pô, o cara ficou o tempo todo me falando que o Brasil estava melhorando. Quando perguntei pra ele porque a "Veja" sempre dizia exatamente o contrário, esculhambando com tudo, ele me falou: Não sei, presidente, vou ver com os meninos da redação o que está acontecendo. É muita cara de pau. Nunca mais me peçam pra falar com este cara".
A partir deste momento, como Roberto Civita contou a Eduardo Campos, a Abril passou a liderar a oposição midiática reunida no Instituto Millenium, que ele ajudou a criar junto com outros donos da imprensa familiar que controla os meios de comunicação do país.
Resolvi escrever este texto, no meio da minha folga de final de semana, sem consultar ninguém, nem a minha mulher, depois de ler um texto absolutamente asqueroso publicado na página 38 da revista que recebi neste final de semana, sob o título "Em busca do templo perdido". 
Insatisfeitos com o trabalho dos seus pistoleiros de aluguel, os herdeiros e o banqueiro da "Veja" resolveram entregar a encomenda a um pseudônimo nominado "Agamenon Mendes Pedreira".
Como os caros leitores sabem, trabalho faz mais de três anos aqui no portal R7 e no canal de notícias Record News, empresas do grupo Record. Nunca me pediram para escrever nem me proibiram de escrever nada. Tenho aqui plena autonomia editorial, garantida em contrato, e respeitada pelos acionistas da empresa.
Escrevi hoje apenas porque acho que os leitores, internautas e telespectadores, que formam o eleitorado brasileiro, têm o direito de saber neste momento com quem estão lidando quando acessam nossos meios de comunicação.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Não tem mais pesquisa que dê jeito. Banditismo mídio-policial é a última arma da direita

O que salva o povo brasileiro é a sua lucidez em perceber que não temos uma imprensa. Temos lixo.

- por Fernando Brito, no Tijolaço
Embora todos soubessem que o Datafolha não poderia ter outro resultado senão o crescimento da diferença entre Dilma Rousseff e Marina Silva, a tarde de hoje foi marcada por uma intensa especulação na Bolsa.
O motivo? Os boatos de que a Veja trará, amanhã, trechos bombásticos de um suposto depoimento do doleiro Alberto Yousseff que, em troca de um (na prática) perdão judicial distribuiria as mais pesadas acusações contra políticos e autoridades.
Ricardo Noblat, que se tornou um dos mais “ofendidos” viúvos de Marina Silva já adianta a podridão em seu blog. Depois tirou a nota. Mas vários sites “ameaçam” com um novo e rocambolesco escândalo como “ultima ratio” para evitar aquilo que até  Marcos Paulino, diretor do Datafolha, admitiu ser possível: Dilma liquidar a eleição no primeiro turno.
Chegamos a um “vale-tudo” que envergonha qualquer sentido de Justiça, porque qualquer coisa que se publique – a não ser que seja apenas banditismo jornalistico, simples invenção – será pior, porque banditismo policial e judiciário, com o vazamento seletivo de acusações que, até o momento, nada têm de sólido senão a palavra de um criminoso e olhe lá que ele tenha dito de fato o que se publica.
É simples: se a revista Veja quiser dizer que Alberto Yousseff  me acusar de ter recebido um milhão de dólares para aprovar qualquer coisa enquanto estive no Governo, dirá e pronto, muito embora o amigo aqui não saiba o que é um milhão, o que dirá de dólares.
E não pode sequer se defender poque é o “dizem que ele teria dito”…
Mas se a revista não estiver, pura e simplesmente, inventando, tudo é pior.
Formou-se uma inegável cumplicidade desde o caso dos supostos depoimentos de Paulo Roberto Costa.
Não se viu nem o Juiz Sérgio Moro, responsável pelo processo, nem os promotores, nem os delegados federais manifestarem qualquer indignação com a quebra do sigilo pelo qual eram os responsáveis e que, rompido, pode ter ajudado até a eventuais envolvidos a destruir provas.
Agora, repetir-se esta parceria quadrilhesca entre a Veja e os policiais federais ou promotores públicos que decidem o que e a quem vazar informações que têm a subscrevê-las só a palavra de um criminoso desesperado.
Pior, porque embora meia-dúzia de pilantras pudessem aquadrilhar-se com um doleiro já preso, processado e “delator premiado” no caso do Banestado, qualquer finório de alto coturno ia se servir de gente menos exposta que Yousseff, que tinha um neon piscando “doleiro” na testa que só um energúmeno como André Vargas pode dizer que não sabia”.
Estamos assistindo o impensável: os agentes da Polícia Federal, publicamente, dando apoio à candidata de oposição, em troca de um melhorias funcionais e os delegados federais a ponto de fazer um “eleição” para impor – não de direito, mas de fato – um diretor da Polícia Federal de sua preferência.
Normal? Alguém poderia imaginar os agentes do FBI americano engajados na campanha eleitoral, fazendo discursos em atos políticos?
Quem sabe fazemos o mesmo com as polícias estaduais ou até com as guardas municipais?
É o resultado de ter-se um ministro (assim mesmo, sem maíúscula) como José Eduardo Cardozo.
No século 20 tínhamos as conspirações militares a ameaçar a democracia. Agora, baixamos de nível: basta meia dúzia de policiais para desestabilizar um Governo.
Mas, afinal, se até treinar tiro ao alvo na presidenta eleita pode, esperar o que, não é?
O que salva o povo brasileiro é a sua lucidez em perceber que não temos, em muitos dos grandes veículos de comunicação, uma imprensa.
Temos lixo.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Gigante idiota


População acredita que Bilhete Único vai melhorar a vida de todos


O prefeito Pedro Bigardi (PCdoB) cumpre outra promessa de campanha com o início do funcionamento do sistema Bilhete Único no transporte público de Jundiaí.
O anúncio oficial foi feito às 10 horas da manhã desta quarta-feira (24), mas o sistema já estava em pleno funcionamento desde às 6 horas.
“O Bilhete Único é uma conquista histórica para o município. Vai proporcionar melhor condição no transporte para a população e, realmente, é um sistema integrado que faz parte de uma série de melhorias que buscamos para a mobilidade de Jundiaí”, afirma o prefeito.

Com o novo sistema, quem usar o Bilhete Único vai ter 1h30 para se deslocar a partir do primeiro uso do cartão, pagando uma só tarifa. 

Não será mais necessário ir até os terminais para trocar de ônibus sem precisar pagar uma nova tarifa, o que sempre foi uma das principais reclamações dos usuários, pois isso aumentava muito o tempo de trajeto entre as viagens.
Entrevistei vários usuários que já estão utilizando o Bilhete Único ou mesmo o antigo cartão SIM, que também passa a valer no novo sistema, e todos afirmaram ter esperança que ele vai melhorar a vida da população. Confira abaixo os depoimentos.


Ariana Martins, atualmente desempregada: "Agora a gente tem mais tempo para usar os ônibus sem precisar pagar mais nem ter que ir até os terminais e ainda serve para o trem. Então vai gerar economia de tempo e dinheiro com certeza".

Gabriel Ferreira, metalúrgico na BMS Logística: "Isso vai facilitar muito para o trabalhador, pois agora podemos ficar 1h30 dentro dos ônibus sem precisar ir para os terminais fazer a baldeação, o que encurta o tempo da viagem e também reduz os gastos com o transporte. Eu achei muito bom que a prefeitura implantou esse sistema".

Maria Idinanci, faxineira: "Eu já conheço o Bilhete Único, pois morava em São Paulo, e sempre achei que Jundiaí precisava muito disso. O sistema antigo daqui era muito ruim e obrigava a gente a perder muito tempo tendo que ir de um terminal para o outro para não pagar nova passagem".

Sabrina Ferreira, estudante: "Acredito que o novo sistema vai facilitar a nossa vida bastante. Não aguentava mais ter que ficar pulando de terminal pra terminal pra mudar de ônibus!".

Jairo da Silva, cozinheiro: "Vou testar agora o novo sistema, mas acho que vai ser bom sim. 1h30 pra poder andar em qualquer busão é uma boa, vai dar uma boa economia pra gente".

Samantha Pereira, estudante: "O Bilhete Único vai facilitar sim a vida das pessoas, principalmente de quem precisa vir trabalhar no Centro e tinha que passar por vários terminais até chegar lá. E muita gente vai poder gastar menos também, então sou a favor."

Rafael Franco, fiscal de supermercado: "Eu já sei que vou ter uma economia de dinheiro com esse novo sistema e também não vou ser obrigado a trocar de ônibus dentro dos terminais, algo que atrapalhava muito e alongava a viagem sem necessidade".

Isabeli Martins, estudante: "Era muito ruim descer do ônibus fora do terminal e aí ter que passar uma nova passagem ou então ter que ir até o terminal para evitar esse gasto, só que isso fazia eu gastar muito mais tempo entre um ponto e outro. Então o prefeito está de parabéns, porque eu lembro que ele prometeu e agora cumpriu".

Neusa Mesquita, aposentada e estudante: "Eu sempre critiquei os terminais, porque eles atrapalham o trânsito e obrigavam as pessoas a ter que ir até eles para não precisar pagar uma nova passagem. Então, esse Bilhete Único deve ajudar bem a evitar esse transtorno. Estou otimista, vamos ver!".

Valdir de Lima, funileiro: "Creio que é um sistema bom e vai melhorar a nossa vida, pois eu perdia quase meia hora tendo que ir de terminal em terminal para não precisar pagar nova passagem. Agora esse sofrimento acabou!".

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Marcia Para, que ofendia petistas no facebook, usa adesivo de Dilma ao lado de Temer

Para fazer média com Temer, Marcia Para, famosa por ofender
petistas no facebook, cola adesivo da Dilma na barriga 
A hipocrisia e o falso moralismo de alguns políticos dá azia até em um frasco de anti-ácido.

A tal de Marcia Regina Alves Carneiro, vulga Marcia Para, que vivia postando em sua página pública do facebook ofensas contra militantes e políticos petistas, andou com um adesivo da Dilma (PT) colado em sua barriga ao lado do vice-presidente Michel Temer, durante sua visita à Jundiaí no sábado (20).

Detalhe: a moça é filiada ao PMDB local e é candidata a deputada estadual!

Depois que denunciei seu comportamento ofensivo contra os companheiros petistas (clique aqui para ler), a moça apagou todos os comentários contra o PT e seus políticos da sua página do facebook.



Na época, um dirigente do PMDB de Jundiaí que pediu para não ser identificado me contatou para garantir que as atitudes da moça não contavam com a aprovação do partido, muito pelo contrário.

A atitude da Marcia Para durante a visita de Temer a Jundiaí causou repulsa em todos que sabem de seu histórico de ofensas contra o PT.

Enfim, esse é o nível de algumas pessoas que se metem na política sem ter qualquer noção de ética ou respeito, muito menos coerência ideológica. 

O eleitor certamente saberá despachar esse tipo de gente para o lugar de onde não deveriam ter saído: o ostracismo.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Vice-presidente Michel Temer vem a Jundiaí pedir votos para Dilma


O vice-presidente da república Michel Temer (PMDB) esteve em Jundiaí para fazer campanha pela reeleição da presidenta Dilma Rousseff.

Entre seus compromissos na cidade, Temer visitou a nova sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e região, e discursou para mais de 200 pessoas que lotaram o auditório da entidade.

"Quando começou a campanha, ficamos sabendo que teríamos 12 minutos para apresentar as realizações do nosso governo. Teve gente que achou bastante, mas nós que estamos trabalhando há 4 anos, sabíamos que esse tempo seria pequeno para mostrar tudo que já foi feito desde o início do mandato da presidenta Dilma", afirmou Temer.

Em sua fala, o vice-presidente destacou a atenção que o governo do qual faz parte dá para a distribuição de renda, para as políticas sociais e, principalmente, para melhorar a qualidade de vida da classe trabalhadora.

"Desde Lula, temos já 12 anos de aumento real do salário mínimo acima da inflação. Isso beneficia diretamente as pessoas que trabalham para sustentar suas famílias e é o que está em jogo nessa nova eleição, pois do outro lado já sabemos que as propostas reais vão trazer desemprego, aumento de juros e arrocho salarial", alertou Temer.

Eliseu Silva Costa, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, reforçou as palavras do vice-presidente e lembrou aos companheiros e companheiras como era a realidade do país antes do PT conquistar o governo federal. 

"Ninguém mais vai aceitar um governo que joga nas costas dos trabalhadores a conta, enquanto os banqueiros e os grandes empresários aumentam seus lucros cada vez mais. Por isso, temos que garantir que a Dilma seja reeleita, de preferência já no primeiro turno, para não dar chance a esses que querem fazer o Brasil voltar para trás", conclamou Eliseu.

O prefeito Pedro Bigardi também participou do ato e elencou todos os investimentos que o governo federal tem feito em Jundiaí nos últimos anos, algo praticamente inédito na história da cidade.

"Esse é um governo que dialoga com toda a sociedade e que não mede esforços para ajudar todas as prefeituras que precisam de recursos, sem nunca fazer distinção de partidos, algo que não acontecia antes. Temos que lembrar disso na hora de votar, pois as forças do atraso estão desesperadas para voltar ao poder", denunciou Bigardi.

Após o ato político, Michel Temer visitou as dependências da nova sede do Sindicato dos Metalúrgicos e ficou muito impressionado com as instalações modernos e confortáveis, principalmente com o Museu que, segundo o vice-presidente, é de deixar qualquer um de queixo caído de tão bonito e bem organizado.

Precisamos reeleger Dilma para o Brasil avançar mais, afirma Feijóo no Sindicato


O Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e região recebeu, no sábado (20) pela manhã, José Lopez Feijóo, que é assessor especial da Secretaria Geral da presidenta Dilma Roussef (PT).

Feijjó falou a representantes de mais de 50 sindicatos de Jundiaí e da região sobre a importância de todos trabalharem pela reeleição da presidenta Dilma nas próximas eleições.

"Os trabalhadores sabem como era a vida em suas casas antes do PT chegar ao governo Federal. Faltava emprego, não havia acesso às universidades, faltavam escolas técnicas, os salários eram arrochados sempre e a desigualdade aumentava", alertou. 

Segundo ele, hoje o Brasil bate recordes em geração de emprego, aumenta o salário mínimo acima da inflação, garante acesso às universidades com programas educacionais e investe em infraestrutura, além de muitas outras ações, muitas delas inéditas. 

"Então é disse que estamos falando nessas eleições, da disputa de dois projetos de governo muito diferentes um do outro. Um é representado pelas candidaturas de Aécio e Marina e quer trazer de volta o que já se experimentou antes e deu errado. E o outro é o projeto da companheira Dilma, que vai continuar com tudo que vem dando certo nos últimos 12 anos e aprofundará ainda mais as mudanças para que o país continue avançando", enfatizou.

Feijoó destacou também que os projetos dos adversários de Dilma pretendem entregar a Petrobrás ao capital estrangeiro e colocar o Banco Central nas mãos de banqueiros.

"Como pode você eleger um presidente, mas colocar nas mãos da iniciativa privada a política econômica desse governo? É isso que representa a tão falada independência do Banco Central: dar poder aos banqueiros de influir diretamente na tomada de decisões que vão afetar a vida dos milhões de trabalhadores do país", denunciou.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Jundiaí e região, Eliseu Silva Costa, afirmou que é  uma honra para a entidade receber o companheiro Feijó para que ele possa falar sobre a importância de reeleger Dilma para dar prosseguimento ao projeto que começou com Lula e está de fato mudando o Brasil para melhor, principalmente para os trabalhadores e trabalhadoras. 

"Tenho certeza que os nossos companheiros e companheiras estão hoje muito mais conscientes da importância de se eleger políticos comprometidos com as demandas da classe trabalhadora, contra aqueles que só governam para uma minoria que vive de nos explorar", alertou.

Caé, diretor do Sindicato, fez questão de lembrar quem está por trás dos dois candidatos que querem tirar o PT do poder. 

"Um é tucano e nós já sabemos bem o que é ser governado por eles, basta lembrar do desastre que foi os governos do Fernando Henrique para os trabalhadores. A outra, Marina, tem uma banqueira herdeira do Itaú dando as cartas e certamente vai implantar um sistema muito parecido com o que foi do PSDB", frisou. 

Segundo Caé, os governos do Lula e da Dilma dobraram o número de empregos na indústria no país, então, a classe trabalhadora precisa comparar o passado com o presente e reeleger a Dilma para continuar avançando.

"E temos que ter muito cuidado com o que mostra a chamada grande mídia, pois ela nada mais é do que um braço ou até mesmo a cabeça dessa elite econômica, então eles vão sempre estar contra os políticos que trabalham a favor dos trabalhadores e lutam para diminuir essa desigualdade e aumentar a distribuição de renda, porque isso não interessa a essa elite", alertou. 


O presidente do PT de Jundiaí, Arthur Augusto Santos, justifica o apoio à reeleição de Dilma lembrando que o Brasil está no rumo do desenvolvimento, da geração de emprego, que é na verdade aquilo que o trabalhador sempre quis, poder estudar, poder melhorar de vida. 

"Esse é o projeto de governo que queremos manter, pois os outros representam a volta a  um passado onde só a elite econômica era beneficiada, que quer aumentar seus lucros reduzindo salários e dificultando o acesso à educação e saúde aos trabalhadores e seus familiares", denunciou. 

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