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sábado, 25 de janeiro de 2020

“Parasita” tenta pregar contra o capitalismo, porém reforça preconceitos contra os pobres

O problema é que, enquanto pinta com tintas realistas os personagens menos abastados, esquece de fazer o mesmo com os ricos



- por André Lux

“Parasita”, o novo filme do diretor sul-coreano Bong Joon-ho (de "O Hospedeiro", “Okja” e “Expresso do Amanhã”), vem recebendo os mais altos louros da crítica, ao ponto de ter sido indicado a vários Oscars (inclusive Melhor Filme e Melhor Filme Estrangeiro!).

Confesso que não fiquei assim tão maravilhado. Obviamente acho louvável a tentativa do cineasta em, novamente, denunciar os males do sistema capitalista que separa os seres humanos em castas onde os mais pobres vivem amontoados em cubículos lutando para sobreviver, enquanto os ricos moram em mansões gigantescas em suas vidas fúteis e vazias. Essa, por sinal, é a mesma premissa da ficção científica “Expresso do Amanhã” que mostrava essa divisão de forma alegórica num futuro distópico situado dentro de um trem.

O problema básico de “Parasita” é que, enquanto pinta com tintas realistas a rotina e a psiquê dos personagens pobres, esquece de fazer o mesmo com os ricos. Assim, a família de Kim Ki-taek (o ótimo Song Kang Ho) faz de tudo para continuar sobrevivendo, incluindo aí roubar wi-fi dos vizinhos e aplicar golpes para conseguir trabalhos, construção que deixa os personagens bastante humanos e críveis. Todavia, o núcleo familiar dos ricos vai na contramão, mostrando pessoas que parecem apenas ingênuas, honestas e bem intencionadas, sendo as únicas características negativas deles um leve preconceito (expresso principalmente nas reclamações do patriarca sobre o cheiro ruim dos pobres) e a alienação.

Para que a crítica social almejada pelo diretor realmente funcionasse, ao ponto de atingir e conscientizar justamente aqueles a quem ela é dirigida (as classe mais ricas), a família abastada teria que ser apresentada com as mesmas tintas realistas que os mais pobres, ou seja, com nuances de caracterização que os fizessem menos caricatos. Poderia, por exemplo, apresentar o patriarca como uma pessoa corrupta, sem escrúpulos, e sua esposa como alguém racista.

Do jeito que ficou, o filme acaba manco e reforça os preconceitos contra as classes mais pobres que Bong Joon-ho tanto gostaria de combater, justamente de que são pessoas capazes de fazer qualquer coisa para melhorar de vida, inclusive mentir e até matar, enquanto os ricos são trabalhadores meritocráticos, ingênuos e bem intencionados.

“Parasita” tem cenas muito boas, um humor ácido afiado, movimentos de câmera primorosos e excelente atuações, porém o que pesa mais é a tentativa de “conscientizar” o espectador acerca da mensagem embutida no roteiro e, devido às falhas apontadas acima, acaba falhando justamente em sua maior pretensão. Uma pena.

Cotação: * * *


quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

"The Witcher" é uma série confusa, repleta de clichês e atuações constrangedoras


As peças de marketing criaram grandes expectativas em torno da série "The Witcher", da Netflix, que é baseada em livros e videogames. Alguns disseram que era até melhor que "Game of Thrones". Mas não é nada disso e não chega nem aos pés de GOT.

O maior problema é o roteiro confuso, cheio de idas e vindas (se passa em vários tempos diferentes, porém nada é muito marcante ao ponto da gente não perceber realmente onde a ação está) e francamente desinteressante.

O excesso de clichês do gênero também incomoda bastante. Quantas vezes o protagonista era chamado para uma missão, recusava, só para dai ser convencido após um discurso eloquente? Haja paciência!

Se não bastasse isso, conta com um elenco fraquíssimo, com destaque para o canastrão máximo Henry Cavill (que foi o Superman no grotesco "Homem de Aço) que é incapaz de demonstrar qualquer emoção.

No máximo franze a testa com cara de enfezado ou dá um sorrisinho amarelo quando tenta ser irônico. A voz dele então, que deveria ser pesada e gutural, soa como se estivesse com prisão de ventre. Uma atuação do nível de fãs fazendo cosplay, ainda mais com aquela peruca branca ridícula que o obrigaram a usar.

Talvez quem nunca tenha visto algo do gênero espada e bruxaria possa até se envolver e gostar. Para o resto será uma experiência tediosa.

domingo, 19 de janeiro de 2020

Meu ranking da saga Star Wars


Classificação do melhor para o pior:

1) O Império Contra-Ataca (Ep V) *****

2) Uma Nova Esperança (Ep IV) ****

3) O Retorno de Jedi (EP VI) ****

4) A Ascenção Skywalker (EP IX) ****

5) Os Últimos Jedi (Ep VIII) ****

6) O Despertar da Força (EP VII) ****

7) A Ameaça Fantasma (EP I) **1/2

8) O Ataque dos Clones (EP II) **

9) A Vingança dos Sith (EP III) *

E o seu ranking qual é?

sábado, 18 de janeiro de 2020

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domingo, 12 de janeiro de 2020

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Minha filha Deborah estreia na crítica de filmes!



Oi Galera! Neste vídeo eu vou apresentar dois filmes muito legais para vocês, junto com meu pai. Não deixem de assistir, pois são muito bonitos e ainda trazem ensinamentos importantes!

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

"A Ascensão Skywalker" encerra a saga Star Wars de forma emocionante



Ignore os fãs obcecados que destilam ódio contra a nova trilogia da Disney e divirta-se! Filme tem problemas, porém as qualidades sobressaem, especialmente a música do mestre John Williams. Seja um padrinho do meu canal! Acesse: www.padrim.com.br/tudoemcima

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

"O Irlandês" é mais um exercício de estilo interminável do Scorsese



Filme reúne talvez pela última vez quatro lendas do cinema estadunidense. Pena que a metragem absurda de 3h40 torne a obra arrastada e redundante. O uso de computação gráfica para rejuvenescer os atores também não foi uma boa opção. Seja um padrinho do meu canal! Acesse: https://www.padrim.com.br/tudoemcima

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

"Bacurau" é a versão trash de "Mad Max 2" made in Brasil



Apesar da mensagem contra o imperialismo e o preconceito, filme é derrubado por um roteiro sem pé nem cabeça e pela direção péssima do pernambucano Kleber Mendonça Filho. Seja um padrinho do meu canal! Acesse: https://www.padrim.com.br/tudoemcima

terça-feira, 19 de novembro de 2019

"Doutor Medo" é prejudicado pelo excesso de fan-service



Continuação de "O Iluminado" é baseada tanto no livro de Stephen King quanto na adaptação de Stanley Kubrick para o cinema. Filme é melhor que o livro, porém peca por exagerar nas referências ao original.

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terça-feira, 22 de outubro de 2019

Será que o cinema pode causar atos violentos?



Neste vídeo falo sobre a polêmica em torno do filme "Coringa" e de outros que levaram pessoas a praticar ações violentas, além de como o cinema pode influenciar a vida de todos.

Link para o artigo mostrado no vídeo: http://agencia.fapesp.br/a-manipulaca... 

Músicas usadas no vídeo são das trilhas de "Rambo 2" e "Rambo 3", de Jerry Goldsmith 

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quarta-feira, 9 de outubro de 2019

"Coringa" falha como história de origem e traz mensagem política confusa



Maior problema do filme é a falta de coerência do estado mental perturbado do personagem canônico do universo do "Batman". Além disso, peca por enfiar supostas críticas ao capitalismo geradas por um vilão conhecido por sua psicopatia. 

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"Rambo: Até o Fim" é uma mistura de "Sexta-Feira 13" com "Esqueceram de Mim"



Novo filme da franquia é o pior de todos. Chato, sem graça e genérico. O personagem do "exército de um homem só" que fez a cabeça do imperialismo estadunidense merecia um final menos melancólico. 

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quarta-feira, 4 de setembro de 2019

"Blade Runner" está mais atual do que nunca

FUTURO DO PRESENTE

Filme mostra sociedade neoliberal dominada por megacorporação que fabricam clones para serem usados como escravos. Mais atual, impossível.

- por André Lux, crítico-spam

É praticamente impossível analisar um filme como “Blade Runner” de maneira objetiva. Primeiro, porque ele tem sido objeto de escrutínio de críticos, especialistas e apreciadores há décadas. Segundo, porque existem dezenas de versões do filme, algumas radicalmente diferentes umas das outras – com e sem narração, com e sem final feliz, com e sem unicórnio, etc. E, dependendo de qual dessas versões você viu primeiro, sua compreensão e sentimentos em relação ao filme podem mudar completamente.

Agora, 26 anos após seu lançamento nos cinemas, o filme de Ridley Scott volta à cena graças ao lançamento da “Versão Final” (Final Cut) engendrada pelo próprio diretor, a qual seria a versão definitiva de “Blade Runner”. Assim, muita gente que detonou o filme na época, hoje se aproveita do status de cult que cerca o filme para se redimir, dizendo que ele só merece sua apreciação agora, depois que tiraram a narração do protagonista e coisas do gênero. Mas não é bem assim e muita gente se gaba atualmente de entender muita coisa só porque já havia assistido à versão antiga com a narração - que era realmente ruim.

Eu, por exemplo, vi “Blade Runner” pela primeira vez em um VHS pirata, por volta de 1984 quando tinha no máximo 14 anos. Nem preciso dizer que não gostei do filme. Naquela época, filme de ficção científica para mim tinha que ser sinônimo de “Star Wars”, ainda mais com Harrison Ford no elenco. Obviamente não estava preparado para entrar no clima noir existencialista da obra. E, convenhamos, o ridículo título “O Caçador de Andróides” que deram ao filme aqui no Brasil não ajudava em nada.

Mas, mesmo não tendo gostado nem entendido, ele ficou na minha cabeça desde então. Talvez pela grandiosidade dos efeitos visuais (que ainda impressionam), pela fotografia revolucionária de Jordan Cronenweth (que gera imitações até hoje), pela música inspirada de Vangelis, pela atuação impecável de todo o elenco (especialmente Rutger Hauer como o replicante Roy Batty) ou pela descrição de um futuro possível para a humanidade (do qual estamos cada vez mais próximos, infelizmente).



A verdade é que “Blade Runner” era um filme muito à frente de seu tempo – o que, na opinião do diretor Ridley Scott, é algo tão ruim quanto estar atrasado no tempo. A visão totalmente sombria de um futuro distópico, onde o planeta foi reduzido a uma terra arrasada sob constante chuva ácida e os animais já estavam extintos, não agradou a platéia daquela época, acostumada com uma leitura mais agradável do futuro da humanidade.



Além disso, Scott estava também à frente do tempo ao mostrar de forma crítica uma sociedade neoliberal ao extremo, completamente dominada por megacorporações, onde o Estado praticamente só existe na forma de polícia e a maioria da população perambula pelas ruas poluídas e congestionadas sem esperança, enquanto os ricos já foram colonizar outros planetas. 

Uma sociedade na qual a cereja do bolo é a Tyrell Corporation, especializada na produção de “replicantes” para uso fora da Terra – que nada mais são do que clones humanos, fabricados para realizar trabalho escravo em operações militares, serviços domésticos ou sexuais nas colônias habitadas pelos privilegiados. Como se vê, o filme está mais atual do que nunca.



O interessante, porém, é entender que “Blade Runner” resultou de uma produção extremamente complicada e conturbada. Não havia nem mesmo consenso entre os realizadores a respeito do roteiro a ser seguido, que foi vagamente inspirado no livro “Do Androids Dream of Eletrical Sheep?”, de Phillip K. Dick. O diretor Scott trabalhou no filme como um verdadeiro artista, que muda o tom e o rumo da obra à medida que novas inspirações surgiam em sua mente, fator que deixava toda sua equipe e, principalmente, os executivos do estúdio de cabelos em pé.



A mais famosa controvérsia, que gera polêmica até hoje, é: será que Deckard é também um replicante? Nem mesmo os membros da equipe de produção e do elenco de “Blade Runner” chegam a conclusões iguais nesse tópico, embora seja fato que Scott tenha coberto o filme de dicas que levam a crer que o detetive era realmente um replicante. 

Reparem que ele também possui dezenas de fotos espalhadas pelo seu piano, seus olhos brilham na cena anterior ao sexo com Rachel (Sean Young), a fala “Você fez um trabalho de homem” proferida por Gaff (Edward James Olmos) ao final e, claro, o sonho com o unicórnio cujo arco se completa na última cena com o origami deixado pelo mesmo Gaff em seu apartamento. 

Muitas dessas dicas são extremamente sutis e propositalmente dúbias, sendo que algumas só fazem sentido e se encaixam na “Versão Final” que traz várias cenas restauradas e lima a narração do protagonista (que, como toda voz em off tosca, não condiz com as atitudes dele).



Particularmente, “Blade Runner” só faz sentido e eleva seu valor se Rick Deckard for mesmo um replicante. A partir do mundo do futuro visualizado por Scott, onde as pessoas são cada vez mais desumanas, miseráveis e apáticas, só mesmo um replicante com implante de memória (ou seja, que não sabe da sua verdadeira condição) pode redimir a humanidade desenvolvendo emoções e valores que já não existem mais naquela sociedade. Sob esse aspecto, o arco vivido por Deckard ao longo do filme serve como um alerta em relação ao tipo de sociedade que construímos e ao mundo que estamos deixando para as futuras gerações.

E, à medida que nos aproximamos do futuro de “Blade Runner”, percebemos o quanto tudo fica mais parecido com o que é retratado no filme. Aquecimento global, poluição, superpopulação, escassez de água e combustíveis, extinção de animais, consumismo desenfreado e o domínio de megacorporações sobre os Estados são apenas alguns dos fatores que estão deixando as pessoas cada vez mais desumanas, apáticas e sem esperança em um mundo que caminha para a autodestruição a passos largos.



A única diferença em relação ao filme é que ainda não existem colônias fora da Terra. Portanto, quando o futuro de “Blade Runner” virar presente, todos vão sofrer as conseqüências...

Cotação: * * * * *
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019

"Alien, O Oitavo Passageiro" é o filme mais assustador de todos os tempos

Neste vídeo analiso a obra-prima do cineasta Ridley Scott, um dos filmes de terro mais brilhantes da história do cinema que conta com uma criatura impressionante criada pelo genial artista H.R. Giger e com música de gelar o sangue do mestre Jerry Goldsmith.



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domingo, 9 de junho de 2019

"Godzilla 2: Rei dos Monstros" é bem mais fraco que o anterior



O "Godzilla" de 2014 é uma obra primorosa, uma das melhores do gênero, porém não fez sucesso entre muitos fãs. A continuação tenta em vão agradar gregos e troianos, mas acaba sendo bem mais fraca e sem graça, mesmo tendo bons momentos e uma ótima música.

terça-feira, 21 de maio de 2019

"GAME OF THRONES" E A FÚRIA DOS FANBOYS E GIRLS


Vou ser direto: a série só ficou popular mesmo entre a sexta e sétima temporada, justamente quando começou a ser escrita sem ter os livros como base, já que o autor não entregou o restante da obra que faltava.

Ou seja, quando tornou-se fã fiction. As coisas começaram a desandar e foi virando "novelão", com direito a romance a lá Titanic entre Daenerys e Jon Snow e ênfase nos aspectos sobrenaturais e cenas de ação sem conteúdo.

Quase toda a sétima temporada foi uma grande preparação para a invasão do exército de zumbis, todo o resto foi deixado de lado - justamente o que dava real qualidade à série.

Aí chegou a oitava e última temporada que tinha que lidar com a guerra contra os zumbis e fechar todas as pontas soltas da série, tarefa impossível para apenas seis episódios. Perderam os três primeiros pra resolver o imbróglio com os zumbis, que era um beco sem saída e sem duvida o ponto mais baixo e desinteressante. Aí só sobraram três para decidir a Guerra dos Tronos, que sempre foi o mote principal, o que resultou em soluções rápidas e apressadas que certamente poderiam ter sido melhor desenvolvidas.

Mesmo assim eu gostei bastante das soluções apresentadas pelos roteiristas e, principalmente, do episódio final que trouxe de volta o que a série sempre teve de melhor e que nunca foi o que atraiu o grande público pra começo de conversa. E isso explica muita da fúria de grande parte dos fanboys e girls que só pularam realmente no bonde perto do final e queriam soluções alinhadas com o estilo "novelão" das duas temporadas anteriores.

Ou seja, a maior parte dessas críticas é injusta.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

"Vingadores: Ultimato" mantém a qualidade da franquia, sem dúvida uma das melhores do gênero



Continuação de "Vingadores: Guerra Infinita" surpreende e emociona. O que mais pode se esperar de um filme de super-heróis? A música de Alan Silvestri novamente é um dos destaques dessa produção muito bem cuidada. 

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Análise de "Game of Thrones: The Long Night"



Apesar de gostar muito da série, terceiro episódio da última temporada leva a saga a um beco sem saída criado pelo seu próprio autor e expõe também algumas falhas na produção que poderiam ter sido facilmente evitadas. O resultado, porém, é positivo e deixa aberta a possibilidade de uma volta ao que Game of Thrones sempre teve de melhor. 

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"Star Trek Discovery" é uma abominação que mancha o legado da obra de Gene Rondeberry



Série é grotesca e cheio de furos gigantescos, certamente uma das piores já feitas. E ao usar o nome Star Trek deixa tudo ainda mais ofensivo, provando de vez que a franquia está nas mãos de gente que não conhece nem respeita a visão de seu criador. 

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