segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Parada LGBT encerra 1ª Semana da Diversidade Sexual de Jundiaí



A primeira Semana da Diversidade Sexual de Jundiaí foi encerrada no domingo (14) com a 9ª Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais), que reuniu milhares de pessoas na Avenida dos Ferroviários, das 13 às 20 horas.
O prefeito Pedro Bigardi, ao lado da primeira-dama Margarete Bigardi, fez questão de participar do evento e falou ao público, do alto do caminhão de som da Parada. “A realização da Semana da Diversidade pela primeira vez na cidade foi muito importante, pois temos de debater o assunto para ajudar a acabar com o preconceito”, afirmou.
Uma das organizadoras da Semana da Diversidade, Rose Gouveia, disse que essa foi uma semana histórica para a comunidade jundiaiense e agradeceu o apoio do prefeito e dos vereadores Rafael Purgato (PCdoB) e Paulo Malerba (PT).
“Realizamos a parada já há 9 anos, mas nunca tivemos apoio da Prefeitura ou dos prefeitos anteriores. Bigardi é o primeiro a participar dela e de apoiar a realização da 1ª Semana da Diversidade Sexual. Nós que sofremos preconceito e discriminação na sociedade, precisamos nos unir e buscar eleger políticos que nos representam, caso contrário somente aqueles que são contra nós serão eleitos”, destacou.
Bigardi informou também que já foi enviado à Câmara Municipal o pedido para criação do Conselho Municipal LGBT.
Durante a Parada, a Secretaria de Saúde montou uma tenda para distribuição de camisinhas e de panfletos educativos sobre a prevenção da AIDS.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Já pensou se deus existisse?

Os truques manjados do jornalismo denunciativo da Veja

Novamente, o Frankstein jornalístico montado pela Veja visa, única e exclusivamente, atingir o PT às vésperas das eleições.




Dei-me ao trabalho de macular minha manhã de domingo e ler a matéria da Veja sobre a tal delação premiada de Paulo Roberto da Costa, ex-diretor da Petrobras.

Como era de se esperar, o texto não tem nem uma mísera prova e está jogado naquele apagão de fontes que, desde 2003, caracteriza o jornalismo denunciativo de boa parte da mídia nacional.

A matéria elenca números e nomes sem que nenhum documento seja apresentado ao leitor, de forma a dar ao infeliz assinante uma mínima chance de acreditar naquilo que está escrito. 

Nada. Nem uma fotocópia do cabeçalho do inquérito da Polícia Federal.

O autor do texto, então, deve ter lançado mão de duas opções, ambas temerárias no ofício do jornalismo:

1) Teve a orelha emprenhada por uma fonte da PF – agente ou delegado – e decidiu publicar a matéria mesmo sem ter nenhuma prova de nada. Dada as circunstâncias da Veja e a maneira como seus repórteres ascendem dentro da revista, esse tipo de irresponsabilidade tanto é admirado quanto estimulado;

2) Inventou tudo, baseado em deduções, informações fragmentadas, desejos, ilusões e ordens do patrão.

No texto, uma longa e entediante sucessão de clichês morais, descobre-se lá pelas tantas que os depoimentos estão sendo gravados em vídeo e criptografados, para, assim, se evitar vazamentos.

Logo, é bem capaz que Veja, outra vez, faça esse tipo de denúncia sem que precise – nem se sinta pressionada a – jamais provar o que publicou. Exatamente como o grampo sem áudio entre o ministro Gilmar Mendes e o ex-mosqueteiro da ética Demóstenes Torres.


Novamente, o Frankstein jornalístico montado pela Veja visa, única e exclusivamente, atingir o PT às vésperas das eleições, a tal “bala de prata” que, desde as eleições de 2002, acaba sempre saindo pela culatra da velha e rabugenta mídia brasileira.

O esqueminha de repercussão, aliás, continua o mesmo: sai na Veja, escorre para o Jornal Nacional e segue pela rede de esgoto dos jornalões diretamente para as penas alugadas de uma triste tropa de colunistas.

Embrulhado o pacote, os suspeitos de sempre da oposição se revezam em manifestações indignadas e em pedidos de CPI.

Uma ópera bufa que se repete como um disco arranhado.

Mas é o que restou à combalida Editora Abril, depois que a candidatura de Aécio Neves morreu junto com Eduardo Campos naquele trágico desastre de avião.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Marina volta atrás novamente!

Marina Silva volta atrás novamente e afirma que Terra é redonda e não quadrada.

Mafalaia e Feliciano, no twitter, reagiram energicamente e exigiram retratação da candidata.


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