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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Suite de "Outland", de Jerry Goldsmith

Uma das minhas trilhas favoritas do mestre, vi o filme no cinema em 1981 com a minha avó!
É um "Matar ou Morrer" no espaço sideral, mais precisamente em uma das luas de Júpiter, com um clima de "Alien" (mas sem monstros).
Ouçam abaixo duas suites da trilha sensacional de Jerry Goldsmith, que se inspirou bastante no estilo de Stravinsky - principalmente nas faixas de ação.



sábado, 14 de maio de 2011

DVD: "Battlestar Galactica"

MEU DEUS!

Série que começou muito bem implode na conclusão ridícula e absurda

- por André Lux, crítico-spam

Finalmente consegui terminar de assistir às quatro temporadas da série de ficção científica "Battlestar Galactica" (incluindo aí o piloto de duas horas). O mais engraçado é que eu já havia tentado assistir antes, quando estava sendo exibido na tv a cabo (entre 2004 e 2009), mas depois de alguns episódios a rejeitei totalmente, certamente por ser um fã da série original que foi exibida no Brasil no início dos anos 1980 (o filme piloto foi inclusive passou nos cinemas aqui).

O problema, na época, é que não consegui aceitar todas as mudanças radicais que a nova série tinha em relação à original (como colocar Starbuck e Boomer como mulheres, o latino Edward James Olmos como Adama, até o clima ultra realista e a música minimalista e tribal).

"Battlestar Galactica" original, que teve apenas uma temporada, era um dos muitos subprodutos dos sucesso de "Star Wars" e trazia no enredo uma simples disputa do bem contra o mal. No caso, o bem era representado pelos humanos enquanto o mal estava encarnado nos malvados Cylons, que eram uns robôs zarolhos comandados por uma criatura que parecia uma formiga gigante com cabelo afro, chamado apenas de "Líder Imperioso".

Na nova versão, os Cylons foram criados pelos próprios humanos, se rebelaram e, depois de um longo tempo de trégua, resolvem exterminar a humanidade de vez. Assim como na série original, os poucos sobreviventes se reúnem num comboio e partem em direção à mítica Terra, sob a vigilância da nave de combate Galactica. Mas as semelhanças param por aí.

Na nova série há um desejo de deixar a diferença entre o bem e o mal mais cinzenta, não tão bem definida. O personagem do doutor Baltar é o ponto mais forte deste aspecto, já que vendeu segredos da segurança das 12 colônias a uma agente Cylon em troca de sexo sem saber o mal que estava causando. Aí entra outro diferencial radical em relação à série original: os Cylons evoluíram e agora tem modelos que são idênticos aos humanos (e que no desenrolar da série passam a ser chamados de "skyn jobs", numa referência direta ao filme "Blade Runner"). Ou seja, seriam replicantes.

Tanto o piloto de duas horas, quando as duas primeiras temporadas do novo "Battlestar Galactica" são excelentes e conseguem mesclar o que poderia existir de melhor na ficção científica. Mas, a partir de terceira temporada, as coisas começam a derrapar até chegar a um final completamente ridículo e absurdo.

A série original, de 1978
O criador da nova série, Ronald D. Moore, ao que tudo indica é um religioso fervoroso que milita contra a tecnologia e isso fica claro na conclusão. Mas nem é isso que estraga a série. O problema é que Moore e sua equipe de roteiristas criaram dezenas de situações e mistérios que não foram solucionados de maneira satisfatória e coerente ou simplesmente foram deixados de lado.

Fica claro desde o início que existem doze modelos de Cylons que se parecem com humanos - e isso serve para criar um clima de paranóia muito interessante nas duas primeiras temporadas. Com o passar do tempo, sete deles são revelados. Depois disso, fica bastante óbvio que Moore não sabe o que fazer com os cinco finais e aí começa a inventar uma série de besteiras relacionadas a eles (como o fato de não saberem que são Cylons e todos estarem a bordo da Galactica), preenchendo os buracos da trama como sonhos premonitórios, papo furado sobre anjos e deuses e pregação religiosa da mais irritante.

No último episódio da série, com duração de três horas e dividido em três partes, todos os mistérios e pontas soltas deixadas durante a série são explicadas da maneira mais simples e idiota possível: "Tudo foi obra de deus". E ponto final. É um brutal Deus Ex Machina jogado como uma bomba atômica no final da série que praticamente destrói tudo que foi visto antes. E que negócio foi aquele dos sobreviventes decidirem, ao chegar na nova Terra, abandonar toda a tecnologia e o conforto que tinham para viver ao relento e usando tangas feitas de pele? No mínimo iam morrer de fome, de doenças, de frio ou do ataque de algum predador selvagem!

É uma pena, pois a série realmente era muito boa no seu começo...

quinta-feira, 12 de maio de 2011

FIRST KNIGHT: LIMITED EDITION (2CD-SET)

La-La Land Records and Sony Music proudly present the expanded, 2CD presentation of legendary composer Jerry Goldsmith's (PATTON, THE OMEN, BASIC INSTINCT) powerful orchestral score to the 1995 Columbia Pictures feature film FIRST KNIGHT, starring Sean Connery, Richard Gere and Julia Ormond, directed by Jerry Zucker.

Considered by many, including the maestro himself, to be one of Goldsmith's finest scores, this important work, (presented in its film version for the first time), has been expanded over the original soundtrack release by more than a full hour, including additional alternate tracks. The original 1995 soundtrack release is also presented here, remastered.

Produced by Bruce Botnick, Mike Matessino and Didier C. Deutsch, and mastered by Bruce Botnick from Mr. Botnick's own 1st generation digital masters straight from the mixing board, this limited edition release is the definitive presentation of this masterful Goldsmith score. Exclusive, in-depth liner notes are by film music writer Jeff Bond, with additional comments from Bruce Botnick. This is a limited edition release of 5000 Units.

TRACK LISTING:

Disc 1
The Film Score
The Legend Of Camelot :58
Raid On Leonesse 5:12
True Love/The Ambush/First Sight 6:24
Does It Please You/ Look At Me 3:25
Promise Me 2:20
Camelot 2:37
Gauntlet Drums 1:50
Meet the Queen :45
The Gauntlet/No Kiss 2:02
No Joy/Try Her/Wedding Plans/I Will Fight 2:58
Boat Trip 2:03
The Cave 2:14
Walls Of Air 1:33
Escape From The Cave 3:25
Prove It 2:55
A New Life 5:38
To Leonesse 3:24
Night Battle 5:53
Village Ruins 3:19
The Kiss 1:59
Open The Door/No One Move 1:58
Arthur’s Farewell 5:25
Never Surrender 5:40
Camelot Lives 4:04

Disc 1 Time: 78:50

Disc 2
The 1995 Soundtrack Album
Arthur's Fanfare 0:45
Promise Me 4:04
Camelot 2:19
Raid On Leonesse 4:26
A New Life 4:54
To Leonesse 3:25
Night Battle 5:39
Village Ruins 3:20
Arthur’s Farewell 5:25
Camelot Lives 5:40
1995 Soundtrack Time: 40:17

Additional Music
The Ambush / First Sight (alternate) 5:46
Boat Trip (alternate segment) 1:05
A New Life (alternate 1) 5:37
A New Life (alternate 2) 3:14
To Leonesse (alternate) 2:40
Village Ruins (alternate) 3:29
Never Surrender (alternate) 5:20
Additional Music Time: 27:29

Disc 2 Time: 67:53

Compre aqui.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Filmes: "THOR"

FRAQUINHO

Filme tem roteiro ruim, desenho de produção feio e é cheio de situações forçadas

- por André Lux, crítico-spam

É bem fraquinha essa adaptação de mais um personagem da Marvel. Não adiantou nada chamarem o outrora prestigiado diretor Kenneth Branagh, famoso por suas adaptações cinematográficas da obra da Shakspeare, porque a única coisa que ele fez de diferente foi entortar a câmera toda hora, ao ponto de irritar.

Mas a culpa nem é tanto do diretor, pois o roteiro é muito ruim e não dá a menor chance para os atores, além de ser incapaz de gerar qualquer envolvimento ou emoção. Cheio de diálogos constrangedores e situações forçadas, a trama vai capengando até o final óbvio - o embate entre o herói e o vilão. Mas, detalhe: ambos são imortais, portanto não dá para esperar muito dessa luta.

Não faz o menor sentido tentarem pintar Thor como um garotão arrogante e bobo, chegado a um bullying intergaláctico, só para inventarem uma desculpa para ele ser banido para a Terra (para diminuir os custos da produção), onde ele já chega de jeans e camiseta! Também não convence nem um minuto o romance entre ele e a cientista Jane, pois o fortão Chris Hemsworth e Natalie Portman tem química zero na tela.

A loucura do vilão Loki, meio irmão de Thor, também não convence, embora o diretor Branagh tente imprimir (sem sucesso) algum conflito shakespereano entre ele e o pai Odin (um Anthony Hopkins barbudo e caolho). O filme também tem um desenho de produção que tenta ser retrô, mas só consegue ser feio e brega (algumas cenas parecem desfile de escola de samba). Pior é a trupe de guerreiros amigos do Thor que parecem ter saído direto de uma montagem escolar de "O Senhor dos Anéis".

Desfile de escola de samba em Asgard?
Nem mesmo a trilha musical de Patrick Doyle, colaborador habitual de Branagh desde "Henrique V", chega a brilhar. Se não bastasse ter um material tão fraco para buscar inspiração, ainda fica óbvio que foi forçado pelos produtores a emular o "estilo" do abominável Hans Zimmer e seus clones, que atualmente fazem a cabeça de adolescentes que frequentam os cinemas.

Cheguei a ver alguns críticos dizerem que esse "Thor" é tão bom quanto o "Superman" do Richard Donner. Só pode ser brincadeira, porque este está muito mais para aquele desastroso filme do "He-Man" em carne e osso, estrelado pelo megacanastrão Dolph Lundgren. Por sinal, é incrível que a adaptação das aventuras do homem de aço, feita em 1978, consiga ter efeitos visuais mais criativos e bacanas do que algo feito com tudo que há de mais moderno em computação gráfica! Ah, velhos tempos...

Cotação: * *

domingo, 1 de maio de 2011

Non Nobis Domine, de "Henrique V", composta por Patrick Doyle

Confira abaixo o concerto em Ubeda, na Espanha, da trilha de Patrick Doyle para "Henrique V", de Kenneth Branagh. Doyle é o solista que começa a música e a orquestra é conduzida por Joel McNeely. De arrepiar até o último fio de cabelo!