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sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Latuff mata a cobra e mostra o pau: Desmascarando a direita golpista na Bolívia

O cartunista Latuff dá mais um show desmascarando a "elite" racista boliviana, que quer derrubar o presidente Morales, eleito pelo voto democrático e confirmado em plebiscito por mais de 65% da população do país. É que para a turma da direita, democracia só vale quando eles ganham. Caso contrário, chamam de "ditadura". Riam com Latuff, para não chorar...





Jabores e Mainardis vão morder as cuecas de raiva! Bush, o cripto-comunista, estatiza bancos nos EUA

Vejam só que engraçado. O presidente dos EUA, país que é o expoente máximo das "maravilhas" do capitalismo e exportador de teorias sobre enxugamento do Estado e auto-regulamentação do Mercado, acaba de estatizar bancos privados que faliram!

Igualzinho fizeram os cripto-comunistas Evo Morales e Hugo Chávez com suas usinas de gás e petróleo.

Quer dizer, igualzinho uma ova! Os dois malvados socialistas devoradores de criancinhas tiraram aqueles bens das mãos da iniciativa privada e passaram a aplicar os seus astronômicos ganhos em programas sociais, que visam melhorar as condições de vida da população mais pobre.

Já Bush Júnior, a exemplo do que fizeram aqui na época do FHC com o Proer, pegou dinheiro público e deu para os falidos empresários, para evitar que quebrassem de vez. Ou seja, tirou dinheiro da população para os banqueiros e ficou com a parte podre, qual seja, os bancos falidos.

Arnaldo Jabor, Mainardi, Azevedo e todos os outros porta-vozes da direita neoliberal tucana estrebucharam em feridas e vociferaram palavras de ordem nazi-fascistas contra Morales e Chávez quando de suas ações "comunistas". E agora? O que vão dizer os papagaios do PSDB contra Bush, que acaba de se tornar mais um cripto-comunista de carteirinha?

Quem viver, verá... Rir é sempre o melhor remédio!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Filmes: "Ensaio sobre a Cegueira"

OS CEGOS DE DOGVILLE

Segundo ato intragável e pretensioso estraga o filme ao tentar nos ensinar que a raça humana não presta e que qualquer pessoa pode se transformar no mais cruel dos assassinos.

- por André Lux, crítico-spam

Achei bem decepcionante essa adaptação do badalado livro de José Saramago, “Ensaio Sobre a Cegueira”. Não li a obra original e procurei não saber nada sobre o enredo, exceto o básico. Pode ser que o livro seja realmente uma obra-prima como muitos dizem, mas o filme fica muito aquém das expectativas.

O que mais me incomodou foi todo o segundo ato, que se passa dentro de uma espécie de “campo de concentração” onde os afetados pela misteriosa doença são confinados. Primeiro porque a forma como isso é mostrado é ridícula.

Nenhum governo democrático faria algo parecido, simplesmente jogando dezenas de pessoas das mais diferentes classes sociais e deixando-as à própria sorte no que se torna uma verdadeira pocilga. E, pior, colocando guardas armados com ordens para matar qualquer um que sair da fila!

Isso até faria sentido numa situação extrema, quando quase todos já estivessem infectados e o próprio governo ficasse à beira do colapso, deixando os guardas sem direção. O problema é que o roteiro é muito apressado e não dá chance para que a gente se envolva realmente com a situação, muito menos com as pessoas que lá estão confinadas.

Tudo fica ainda mais grotesco quando a turma da ala 3, liderada pelo mexicano Gael Garcia Bernal em um inconvincente papel de “baixinho invocado”, começa a chantagear os outros, obrigando-os a pagar pela comida – a princípio com jóias e outros bens e depois com sexo. 

Tudo é encenado de forma caricata e superficial, transformando o filme em uma patética e irritante disputa entre os bonzinhos e os vilões malvados. Em alguns momentos mais escabrosos achei que todos os personagens iam virar zumbis devoradores de cérebros, transformando o filme em um “A Volta dos Mortos Vivos" metido a besta!

Assim, o segundo ato de “Ensaio Sobre a Cegueira” vira uma espécie de os cegos de "Dogville", outro filme intragável e pretensioso que tinha a missão de nos ensinar que a raça humana não presta e que qualquer pessoa, dentro de uma situação específica, pode se transformar no mais cruel dos assassinos. Por sinal, esse é um tema extremamente batido e óbvio, que remonta a “O Senhor das Moscas” e afins.

Minha esposa, que leu o livro, disse que é assim mesmo no original, porém demora muito mais tempo para chegar ao ponto da loucura total. Imagino que Saramago não tenha cometido esse erro gritante e certamente deve ter dedicado páginas e páginas para humanizar os personagens, o que seria essencial para o clímax tornar-se verossímil.


Outro ponto baixo do filme é a insistência dos realizadores em desfocar a imagem e jogar luzes brancas na tela, para tentar imitar a sensação de cegueira dos personagens. No começa é um recurso até interessante, porém depois da enésima vez que usam torna-se redundante e cansativo. 

Além disso, o elenco não tem maiores chances de brilhar e o ator que faz o oftalmologista, Mark Rufallo, é muito fraco. Sobra para a coitada da Juliane Moore tentar carregar o filme nas costas, sem sucesso. A trilha musical de Marco Guimarães também é muito ruim, intrusiva e fora de tom.

Mas nem tudo são pedras. Felizmente, o terceiro ato (quase) redime o segundo, embora seja mais curto. O final tocante consegue provocar alguma emoção genuína mesmo sendo abrupto e insatisfatório. Parece que o diretor Fernando Meireles, de “Cidade de Deus”, ficou melindrado com as críticas negativas que recebeu em Cannes e resolveu mexer na montagem, encurtando a narração em “off” feita pelo personagem de Danny Glover.

Só comparando as duas versões para julgar qual é a melhor, mas fiquei com a nítida impressão de que algo se perdeu nesse processo. Talvez a humanidade e o aprofundamento que o resto do filme tanto precisava.

Cotação: * *

O PiG esconde, a gente mostra: Vídeo mostra massacre de camponeses na Bolívia

Vejam no vídeo abaixo o que nosso grotesco Partido da imprensa Golpista faz questão de esconder, chamando de "confronto" algo que não passa de um massacre covarde efetuado pelos representantes dessa elite podre e racista que vem pilhando a américa do sul há séculos... Até quando vamos aguentar isso?

Lavando a alma: Como deve ser tratado o jornalismo porco

Sem comentários. Vejam e divirtam-se!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Quem precisa do PiG?: Mídia independente mostra quem é Daniel Dantas



Nem vou perder meu tempo comentando a cobertura do PiG - Partido da imprensa golpista - sobre o caso Daniel Dantas. Basta dizer que é grotesca e ridícula, para não dizer simplesmente criminosa, transformando suspeitos de crimes em "santos" e investigadores e juízes em "bandidos". Tudo numa claríssima intenção de beneficiar Dantas e, de quebra, inventar mais uma "crise institucional" contra o governo do PT.

Enfim, quem tem estômago para consumir esse lixo, que seja feliz. Só não esqueça que, ao comprar ou assinar o PiG, você estará ajudando a sustentar justamente quem tanto critica...

Eu prefiro buscar informações em outras praias bem menos poluídas. Para quem segue essa mesma linha de pensamento, sugiro a leitura das revistas Carta Capital desta semana, bem como das mensais Fórum, Caros Amigos e Revista do Brasil. Todas elas trazem análises e informações sobre as acusações contra Daniel Dantas, suas origens e as manobras inacreditáveis que seus aliados no Congresso, no Judiciário e na mídia inventam para protegê-lo.

Reproduzo abaixo um resumo das origens de DD, publicado na Revista do Brasil. Não deixem de ler, caso contrário podem acabar achando que o orelhudo é mesmo uma pobre vítma de conspirações comunistas...

Cenas de um casamento

1987
O Conselho Monetário Nacional edita o Anexo 4, resolução que permite a pessoas residentes no exterior aplicar em fundos de investimentos no Brasil, sem pagar imposto sobre os rendimentos.

1994
Daniel Dantas funda o Banco Opportunity, com foco em gerir recursos de terceiros em fundos de investimentos.

1996
Com sua irmã Verônica e com Pérsio Arida, Dantas cria o Opportunity Fund, amparado no Anexo 4, com sede no paraíso fiscal das Ilhas Cayman, de onde aporta para o Brasil investimentos de estrangeiros e de brasileiros que moram no exterior. Com garantia de anonimato e isenção de imposto. Pérsio Arida foi presidente do BNDES de set/1993 a jan/1995. Era casado com Elena Landau, também diretora do banco. Ambos trabalham na montagem do programa de desestatização do governo FHC. Arida presidiu-o antes de se associar a Dantas. Elena trabalhou para o Opportunity e hoje atua no escritório de advocacia Barbosa, Müssnich & Aragão, um dos que atendem as organizações Dantas.

O advogado Luiz Leonardo Cantidiano, especializado em estruturação societária, que também integrou o conselho do BNDES entre 1996 e 1998, trabalha para o Opportunity. Ele monta o complexo aparato que dará poder de comando ao banco nas privatizações, mesmo sendo minoritário. E representa o fundo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão federal responsável por fiscalizar empresas que negociam ações em bolsas de valores.

1997
O Citibank se aproxima. Terceiriza sua entrada nos leilões da Telebrás, como sócio oculto representado pelo Opportunity. O governo FHC também dará a Dantas poder para gerir os recursos dos fundos de pensão das estatais nas privatizações. Dantas será manda-chuva da Brasil Telecom mesmo detendo menos de 10% do capital.

1998
O governo FHC leiloa, em julho, o Sistema Telebrás, fatiado em 12 empresas. Consórcio formado pelo Opportunity, Telecom Itália e fundos de pensão, fica com a Tele Centro Sul, que vira Brasil Telecom (BrT) e opera a telefonia fixa das regiões Centro-Oeste e Sul. Na telefonia móvel, Dantas se associa à canadense TIW e aos fundos de pensão para assumir a Telemig Celular e a Amazônia Celular.

Depois da privatização, surgem na imprensa conversas grampeadas entre FHC, André Lara Resende (presidente do BNDES), Luiz Carlos Mendonça de Barros (ministro das Comunicações) e Ricardo Sérgio de Oliveira (diretor da área internacional do BB). Indícios de cartas marcadas no leilão, que arrecadou R$ 22 bilhões. “Estamos no limite da irresponsabilidade... Na hora que der merda, estamos juntos desde o início”, diz Ricardo Sérgio a Mendonça de Barros. Nenhuma denúncia é investigada. O procurador-geral da União, Geraldo Brindeiro, é apelidado de engavetador-geral. O advogado-geral do governo era o atual presidente do STF, Gilmar Mendes.

1999
Surgem atritos entre os fundos de pensão e o Opportunity. Parte das direções dos fundos se insurge contra o excesso de poder e os abusos de Dantas na BrT. Dantas ganha a inimizade de um ex-sócio, Luiz Roberto Demarco, que denuncia operações do Opportunity Fund para cotistas residentes no Brasil, o que não é permitido.

2000
A CVM vê irregularidades nas contas de Dantas e determina que sejam refeitas. Não demora, e a CVM mudará de comando.

2002
O delegado da PF Deuler Rocha, que investigava os passos de Ricardo Sérgio nas privatizações, é afastado. Ricardo Sérgio, tesoureiro de campanhas de FHC e José Serra, é acusado de pedir propina por influenciar os leilões. Em maio, FHC recebe Daniel Dantas em jantar. Em junho, intervém na Previ e tira poder de representantes eleitos pelos funcionários nas guerrilhas contra Dantas. E nomeia Luiz Leonardo Cantidiano, advogado do Opportunity, para presidir a CVM.

Luiz Gushiken, coordenador da campanha de Lula à Presidência, veta tentativas do Opportunity de fazer contribuição financeira ao PT. E diz que o banqueiro estaria “perdido” no governo petista. Mas Dantas ainda conseguiria aproximar-se de grupos do PT.

2003
Dentro do governo, Gushiken estimula os fundos de pensão na briga para destituir o Opportunity da gestão da BrT.

2004
A PF descobre que a agência americana de espionagem Kroll, contratada por Dantas e a BrT, vasculha a vida de integrantes do governo e da Telecom Itália. A Kroll batiza uma de suas ações de “Projeto Tokyo”, possível alusão a um de seus espionados, o ministro Gushiken, de ascendência nipônica. A Operação Chacal, da PF, apreende centenas de quilos de documentos e computadores de Dantas, do Opportunity e da BrT.

2005
O Citibank rompe com Opportunity. A Previ lidera a retomada do controle da BrT. Dados do computador apreendido do Opportunity apontam que o banco abasteceu o chamado Valerioduto, esquema montado com o empresário Marcos Valério para financiar políticos e partidos que funcionava desde 1998, na eleição do tucano Eduardo Azeredo ao governo de Minas.

2006
O PFL, liderado pelo senador Heráclito Fortes (PI), tenta blindar Dantas na CPI. À revelia do relator, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), e do presidente da CPI, senador Delcídio Amaral (PT-MS), a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) insere o nome do banqueiro no relatório final, que sugere o indiciamento de Dantas por corrupção ativa.

2008
Operação Satiagraha. Por ordem do juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal de SP, a PF prende 24 pessoas. A Satiagraha é um desdobramento da Operação Chacal. É resultado de quatro anos de investigação chefiada pelo delegado Protógenes Queiroz. Além do juiz e do delegado, compõem a ofensiva os procuradores do Ministério Público Federal Rodrigo de Grandis e Ana Osório e os delegados Karina Marakemi, Vitor Hugo Rodrigues e Carlos Magro.

Três dos 24 presos ilustres – Dantas, Naji Nahas e Celso Pitta – são soltos, por ordem do presidente do STF, ministro Gilmar Mendes. Hugo Chicaroni confessou ter, em companhia do ex-diretor da BrT Humberto Braz, e a mando de Dantas, tentado comprar por R$ 1 milhão o delegado Vitor Hugo.

Os próximos meses dirão como andarão as investigações. Protógenes deixou de presidir o caso reclamando de falta de estrutura. No dia 21 de julho, em seu lugar, assumiu o delegado Ricardo Saad, especializado em crimes financeiros.

Link para o texto na Revista do Brasil.

domingo, 7 de setembro de 2008

Quando a direita atira no próprio pé: Jornalistas "petistas" que nos enchem de orgulho!

Nunca dei muita bola para jornalistas como Luis Nassif, Paulo Henrique Amorim ou Luiz Carlos Azenha, pois todos de uma forma ou outra construiram suas carreiras na mídia corporativa, sem jamais tentarem denunciar as manipulações e mentiras publicadas por ela, embora nunca tenha testemunhado eles cometendo crimes contra a prática do bom jornalismo. No máximo, faziam seus trabalhos corretamente e fechavam os olhos para a lama que os cercavam.

Mas, passei a admirar a coragem de enfrentar os grandes monopólios de comunicação e seus "assassinos de reputações", pelos quais são perseguidos desde o momento que passaram a denunciá-los. Não sei exatamente o que os levou a isso, se foi um "abrir de olhos" mesmo que tardio (eu, mais do que ninguém, sei o que é viver na ilusão e na alienação) ou se foi algo puramente pessoal (como parece ser o caso de Amorim, vítima de espionagem e calúnias encomendadas por Daniel Dantas e sua gangue).

O que quero comentar são as acusações feitas por direitistas e seus papagaios amestrados de que tais Jornalistas são todos petistas, pois isso não passa de uma enorme besteira que demonstra a falta de preparo e a paranóia da turma da direita, que enxerga um militante do PT em qualquer um que ouse criticar suas "verdades absolutas". O fato é que aqueles que proferem tais acusações estão somente julgando os outros a partir de suas próprias realidades. Afinal, nunca conheci alguém que viva sob os dogmas da direita que se preste a defender sua ideologia ou alguma pessoa ligada a ela sem ser pago para isso. A ideologia deles é a GRANA e, portanto, nada mais lógico que vivam única e exclusivamente para ela.

Por isso, quando testemunham alguém a defender a ideologia de esquerda chegam à imediata conclusão que tal pessoa só está fazendo isso porque também é paga para tanto. O ser humano normalmente usa a própria régua moral para medir os outros, não é mesmo? Ou seja, "se eu só escrevo para defender algum político ou instituição porque eles me pagam, então todos são iguais a mim".

Daí as "acusações" de que pessoas como Mino Carta, Nassif, Azenha, Renato Rovai, PH Amorim e tantos outros são pagos pelo PT (ou por alguma outra organização de esquerda).


Mas uma coisa posso dizer: eu, que sou petista assumido (embora não receba qualquer tipo de ajuda do partido ou de seus políticos para escrever o que penso), sinto-me extremamente lisonjeado que Jornalistas como os acima citados (todos com J maiúsculo) sejam identificados pela direita e seus papagaios como sendo "petistas". Isso é um excelente sinal de que a ideologia que norteia minha vida está no caminho certo.

Se você não concorda comigo ou não entendeu meu raciocínio, então inverta o jogo. Já pensou se jornalistas (e pseudo-jornalistas) sem qualquer ética como Django Mainardi, Arnaldo Jabor, Eliane Cantanhede, Miriam Leitão, Noblat, Alexandre Garcia, Clóvis Rossi ou Reinaldo Azevedo é que fossem "acusados" de petismo?


Aí sim nós teríamos motivos para ficar preocupados, não?

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

A força do PiG: Braço direito da elite predadora

Meu amigo Eduardo Guimarães escreveu um texto em seu blog Cidadania em que afirma que a mídia corporativa continua poderosa, ao contrário do que muitos andavam falando por aí.

Bem, quem disse que essa mídia não tem nem nunca teve tanto poder de influência foi o atual relações públi... digo, ombudsman da Folha de S.Paulo e meia dúzia de ingênuos ou mal intencionados. Sim, pois só quem é muito bobinho ou canalha pode proferir tamanha besteira sem ficar vermelho de vergonha.

A mídia corporativa é poderosa e vai continuar assim pois ela nada mais é do que um braço dessa elite predadora que domina o país (e o mundo) há séculos. No outro braço (ou bolso, se preferirem) dessa elite estão políticos, juízes e advogados que agem em conluio com essa mídia na defesa dos privilégios da minoria podre de rica.

A prisão do mega-mafioso Daniel Dantas, que vinha sendo investigado pela PF há mais de quatro anos, expôs de maneira cabal essa realidade. Acho que ninguém que tenha pleno controle de suas faculdades mentais pode ter gostado da atuação do presidente do STF, Gilmar Mendes, que deu nó em pingo d`água para soltar o banqueiro, muito menos da cobertura que o Pig (Partido da imprensa Golpista) vem dando ao caso, na qual o mafioso e seus comparsas são quase elevados à categoria de santos imaculados, enquanto os investigadores e juízes que os investigam e perseguem são tratados como malvados e loucos...

Só não vou afirmar que o PiG chegou ao fundo do poço agora porque acredito que ainda serão capazes de coisa muito pior. Quem viver, verá!

Quem (ainda) acreditava nas ridículas campanhas de marketing desses grandes veículos de comunicação de massa, que pregavam isenção, imparcialidade, respeito, "rabo preso com o leitor" e luta contra a impunidade, deve ter acordado para a triste realidade que dita o dia-a-dia das redações.

Mas não há mistério nisso. É tudo muito nojento e dificilmente vamos vencê-los. Mas não é por isso que vamos desistir, certo?

Felizmente, temos aí Carta Capital, Fórum, Caros Amigos, Le Monde, sem falar nos blogs e sites independentes para buscar informações mais precisas. O que é um grande avanço, não? Se não concorda, pare para pensar em como as coisas eram antes, quando não tínhamos nenhuma opção para nos "informarmos" exceto na mídia corporativa...

O problema é que a mídia independente não tem o poder de provocar crises como o PiG simplesmente porque suas denúncias são ignoradas pelos políticos e magistrados a serviço da elite. Sem dizer que o PiG também mantém seu poder porque continua sendo consumido e sustentado por muita gente - inclusive por muitos que o criticam!

Enfim, é tudo muito triste e nojento. E vai ser muito difícil vencê-los. Mas não é por isso que vamos desistir ou mudar de lado como muitos ex-pseudo-esquerdistas fazem, certo?

A luta continua. E o inimigo é poderoso... infelizmente!

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