
E o mais legal é que foi presente surpresa da minha esposa!
É ou não é a glória?
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PINÓQUIO METIDO A BESTA![]() |
| Robobo és |
PURO NONSENSE
O filme é entrecortado por alucinantes animações do próprio Gilliam que servem como ponte para os diversos atos do roteiro. Os melhores momentos são sem dúvida o confronto sangrento entre Arthur e o Cavaleiro Negro, a aparição dos terríveis cavaleiros que dizem "Ni!", o ataque do coelho assassino e a cena com o velho da ponte. A gozação é tanta que nem mesmo os letreiros de apresentação escapam!
DESCOBERTA OU INVASÃO?
Justamente por não ser o retrato heróico da “descoberta” das Américas que a maioria esperava naquela época de celebrações, “1492” fracassou no mundo inteiro e recebeu críticas bem negativas dos profissionais da opinião.
SINFONIA DE IMAGENS 

MALA SEM ALÇA
SUSPENSE DOS BONS
Hoje revi pela primeira vez, desde que fui ao cinema, o terceiro episódio da pré-saga do "Star Wars" do nosso querido tio George Lucas. Confesso que a decepção foi tanta na época, que nunca mais tive coragem de rever aquele desastre, nem mesmo ouvi novamente a trilha do mestre John Williams!




Em "Episódio 4" com 60 anos, no mínimo. "Onde você foi desencavar esse velho fóssil?", perguntava o despeitado Han Solo.
De acordo com "Episódio 3", a Estrela da Morte, inaugurada em "Episódio 4" com a destruição de Alderaan, ficou mais de 17 anos em construção! O Imperador deve ter mudado de empreiteira, pois nem 5 anos depois já estava terminando de construir a 2ª Estrela da Morte no "Episódio 6"!
SIMPLES E TOCANTE
O filme mostra de maneira exemplar a confusão mental da criança (ela acredita, por exemplo, que o objetivo dos “barbudos vermelhos” é realmente provocar uma guerra nuclear e roubar as casas e os bens das pessoas boas!), e a falta de capacidade de seus pais em passarem para ela seus valores e crenças ideológicas. Há um cena muito engraçada, que mostra o medo estampado no rosto da menina quando seu pai chega de viagem barbudo!
TIRO NA ÁGUA
ESCOLHA INFELIZ![]() |
| Zimmer, o abominável: prova viva de que não é preciso estudar ou ter talento para fazer sucesso |
“Sangue Negro” não passa de um interminável exercício de estilo do diretor Paul Thomas Anderson, cineasta especialista em torrar o saco da platéia com altas doses de auto-indulgência e pretensão expostas em filmes a princípio interessantes que se perdem em projeções alongadas e irritantes.
DA DIREITA PARA A ESQUERDA
Tudo é mostrado em tons cômicos, principalmente a burrice e a alienação do Accio. Mas as coisas mudam quando seu irmão vira alvo dos odiosos fascistas e aí o filme troca de figura, ganhando contornos mais dramáticos e realistas.
PRA NERD NENHUM BOTAR DEFEITO
São muito legais e bem-vindas paras os fãs as citações a vários episódios da série original e até mesmo dos filmes do cinema, algumas delas bem sutis. Os efeitos visuais também são ótimos, a nova Enterprise é simplesmente linda e o filme tem muito humor. Mas, na minha modesta opinião, a melhor sacada dos realizadores foi eles terem inventado toda uma trama de viagens no tempo que culminou na criação de um universo paralelo, onde os heróis vão poder viver suas aventuras sem precisar se preocupar em serem fiéis à cronologia de eventos da série original (engraçado ver alguns profissionais da opinião criticando o roteiro de forma a dar claras evidências que não entenderam esse ponto crucial - pior que esse fato é tão óbvio e importante para a apreciação do filme que a Uhura chega a citá-lo literalmente!)
FRAQUINHO
Mais uma notícia triste para os apreciadores da boa música do cinema. Morreu, no dia 29 de março, em Los Angeles, o compositor Maurice Jarre, autor de trilhas sonoras memoráveis como "Lawrence da Arábia", "Doutor Zhivago", "Mad Max Além da Cúpula do Trovão", "A Filha de Ryan", "Passagem para a Índia", "Topázio", "Ghost", "Inimigo Meu", "O Homem Que Queria Ser Rei" e mais de 160 outras.![]() |
| Por que não mataram ela antes? |
ESPETACULAR E EMOCIONANTE
Todas as questões filosóficas e políticas levantadas pelo texto de Alan Moore (não por acaso, o mesmo autor de “V de Vingança”) estão no filme, que retrata uma realidade paralela, onde vigilantes mascarados faziam justiça com as próprias mãos e os EUA venceram a guerra no Vietnam graças à ajuda do invencível Dr. Manhattan, um semi-deus criado a partir de um cientista exposto a uma experiência radioativa que passa a maior parte da projeção peladão (imagino que os realizadores serão, no mínimo, excomungados por mostrarem um super-herói com o pinto de fora!).
Mais importante do que o enredo em si, porém, são as questões que a obra levanta, principalmente as políticas, que estão mais fortemente representadas nas figuras do Comediante e do Rorschach, já que ambos acabam sendo os personagens mais carismáticos ao mesmo tempo em que não passam de dois sociopatas violentíssimos e praticantes daquela velha máxima fascista “bandido bom é bandido morto!”. O problema é que, no final das contas, a gente fica sem saber quem são realmente os bandidos e os mocinhos nessa história maluca - o que, espero, faça as pessoas pensarem um pouco melhor no perigo que esse tipo de ideologia maniqueísta esconde.