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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

O Brasil acabou


O Brasil acabou oficialmente hoje.
Vamos voltar a ser literalmente um puteiro dos EUA e do resto das elites econômicas mundiais.
Isso aqui vai virar terrar arrasada.
Quem tiver a chance de ir embora do país, vá o mais rápido possível, enquanto ainda pode.
Um triste dia para a história.
Mais um.

Zumbis do Brazil


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Filmes: "Café Society"

CURA INSÔNIA

Novo filme Woody Allen padece de um ritmo arrastado e ausência de conflitos ou momentos dramáticos

- por André Lux, crítico-spam

É impressionante como Woody Allen perdeu a mão e a inspiração. O fato de insistir em produzir um filme por ano não ajuda em nada e seus novos filmes estão cada vez mais chatos e sem graça.

Confesso que nem tenho mais acompanhando a carreira dele. O último que vi foi “Blue Jasmine”, um filme penoso. Acabei indo ao cinema para assistir esse “Café Society”, já que vem recebendo boas críticas, porém é mais um caso de delírio coletivo dos profissionais da opinião, pois é apenas mais uma obra fraca e sem qualquer traço de entusiasmo desse cineasta que nos brindou com joias como “Manhatan” e “Annie Hall” num passado que agora parece muito distante.

Apesar da fotografia do lendário Vittorio Storaro ser requintada e o filme ser recheado de boa música (jazz, em sua maioria), “Café Society” padece de um ritmo arrastado e total ausência de conflitos ou momentos dramáticos, o que é grave já que se trata de uma história sobre um triângulo amoroso que ao menos poderia render cenas fortes e dar alguma chance aos atores de brilhar.

Mas, que nada. Tudo é resolvido na maior boa vontade, os personagens são todos super tranquilos e não esquentam a cabeça com nada. Para piorar, Allen escalou a insonsa Kristen Stewart (ela mesmo, da infame saga “Crepúsculo”) que passa o filme todo com a mesma cara de esquilo entediado e não convence nem um minuto como uma mulher que poderia provocar tanto amor e devoção.

O roteiro, do próprio Allen, é pífio e se escora numa narração, na voz do próprio diretor, intrusiva e que conta momentos dramáticos de passagem, impedindo assim qualquer envolvimento do espectador com o que se vê na tela.

Imagino que o fato de passar boa parte da projeção em Los Angeles e fazer um monte de referências a estrelas e filmes do passado encha os críticos de emoção, já que adoram esse tipo de trívia, pois só isso mesmo para justificar tamanho apreço por uma obra tão fraca e insossa com essa que, para piorar tudo, não tem qualquer graça (a única piada boa acontece quando a mãe de um dos personagens reclama que o filho ter virado cristão é pior do que ter sido condenado à morte na cadeira elétrica).

Veja por sua conta e risco, mas recomendo para aquelas noites de insônia pesada. Vai te colocar pra dormir rapidinho...

Cotação: *
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