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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Ato na Câmara de Jundiaí relembra os horrores da ditadura no Brasil


A Câmara Municipal de Jundiaí realizou um ato em memória aos 50 anos do golpe cívico-militar que derrubou um presidente democraticamente eleito para colocar em seu lugar uma ditadura militar que durou 21 anos.

Organizado pelas bancadas do PT e do PCdoB, o ato contou com a distribuição de cartazes com fotos e nomes de algumas vítimas da ditadura e com a palavra de autoridades políticas e representantes da OAB, de entidades estudantis e de defesa dos direitos humanos.

Maitê, da UNE, lembrou da perseguição sofrida pelos estudantes na ditadura
"Esse é um ótimo momento para trazer os crimes da ditadura à tona, ainda mais nesse momento em que surgem vozes e movimentos pedindo a volta desse tipo de regime. É importante dar um basta nisso tudo e mostrar que a democracia e a liberdade de expressão são os melhores caminhos para o país e para as pessoas", afirmou o vereador Rafael Purgato, do PCdoB.

O vereador Celso Arantes, do PT, lembrou que a época da ditadura foi muito difícil, principalmente para a classe trabalhadora que sofreu muito com os arrochos salariais, a inflação alta, perseguição de sindicalistas e a proibição do direito de greve. "As pessoas precisam conhecer a história daquele período justamente para que esse tipo de absurdo nunca mais volte a acontecer", enfatizou.

Cartazes em memória das vítimas do regime de exceção foram colocados nos assentos
Paulo Malerba, vereador do PT, reforçou esse fato e explicou que a ditadura trouxe uma perda de qualidade de vida para os trabalhadores com a redução de salários, direitos e benefícios, perda de estabilidade no emprego. 

"Isso sem falar da inflação altíssima, do endividamento público de 1,2 trilhões de dólares. Enfim, foi um desastre também do ponto de vista econômico que gera consequências negativas para o país até hoje", comentou.

Durante a sessão de ontem, também foram aprovados dois projetos de Lei vinculados diretamente à ditadura.

Um deles, de autoria do vereador Rafael Purgato, proíbe o uso de nome de pessoas que tenham cometido crimes contra a humanidade ou violação de direitos humanos.

O outro, apresentado por Paulo Malerba, acabou com a prática de sessões secretas na Câmara, que eram muito comuns na época da ditadura e que ainda foram usadas até 1996.


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