sexta-feira, 30 de agosto de 2013

No mapa do PIB, Brasil bate todos menos a China


No segundo trimestre, País cresce mais que o dobro dos índices de Estados Unidos e Inglaterra; 1,5% alcançados aqui deixam para trás Alemanha, Portugal, Espanha e Itália; apenas a China fez melhor diante da crise; por que Dilma não teria motivos para sorrir?


Comparar é entender. Para deixar mais clara a importância do resultado de 1,5% de crescimento da economia brasileira no segundo trimestre, o Ministério da Fazenda fez um levantamento bastante amplo sobre os resultados alcançados por outras importantes economias do mundo no mesmo período.
Os números fizeram parte da apresentação feita pelo ministro Guido Mantega, em Brasília, nesta sexta-feira 30. E ele tinha mesmo bons motivos para cotejar o resultado local frente ao de gigantes globais. Afinal, a economia que Mantega pilota sofrendo caneladas distribuídas pela mídia tradicional, torcida organizada, na mídia estrangeira, pela sua queda, e sustos diários em razão da volatilidade imposta pela própria crise, bateu a de todos os demais países ocidentais. No globo, perdeu em crescimento, no período, apenas para a da China, que marcou 1,7% sobre o período anterior.
Em recuperação, com números ainda tímidos, mas mais saudáveis do que os de meses atrás, a economia dos Estados Unidos não fez frente para o PIB brasileiro. O 0,6% marcado pelo PIB americano é mais de duas vezes menor que a marca do Brasil entre abril e junho. Na mesma conta cabe o da Inglaterra, que cresceu 0,7%. No continente europeu, a Alemanha, que produziu o melhor índice, chegou apenas a 0,8%.
No restrito clube dos países que marcaram acima de 1% estão, além do Brasil e China, Coréia do Sul e Portugal, cada um deles com 1,1%. Itália e Espanha, respectivamente com – 0,2% e – 0,1%.
Se você não acredita que existe uma crise econômica mundial lá fora, essas comparações podem não fazer muito sentido. No entanto, quem está por dentro do que se dá pelo mundo nos últimos dois anos sabe que o cotejamento mostra que o Brasil, com seu conjunto de políticas anti-cíclicas, continua obtendo resultados que mostram os benefícios dessa resistência.
A presidente Dilma Rousseff, em viagem à Europa, disse que a melhor maneira de enfrentar a crise não é pela contenção, mas pelo crescimento. Ela se mantém coerente a essa afirmação e está colhendo os resultado que muita gente não esperava.
Abaixo, as telas da apresentação do ministro Guido Mantega sobre o PIB:

Abutres do Partido da imprensa Golpista perdem mais uma!


Diante do resultado da economia no segundo trimestre do ano, com crescimento de 1,5% no período e alta anualizada de 6% - percentuais apurados pelo IBGE e aceitos até pelos mais céticos -, considerar pessimistas os economistas, articulistas e agentes financeiros e políticos que vêm fazendo seguidas profecias de debacle passou a ser simplório. 
O que se quer, na verdade, neste campo em que se enxergam apenas sombras no ambiente econômico e projetam-se chuvas e trovoadas para cada alvorecer, é praticar o antigo jogo do quanto pior, melhor. Ganha nesta parada quem contribuir mais efetivamente para a não reeleição da presidente Dilma Rousseff em 2014.
Em outras palavras, as análises econômicas veiculadas nas mais variadas plataformas da mídia tradicional estão se revelando contaminadas pelo interesses político. Se fosse diferente, os números realizados pela economia brasileira coincidiriam com as sinistroses espalhadas diariamente em todos os jornais, revistas e tevês do País. No entanto, o que se vê é uma persistente resistência do Brasil real contra esse Brasil imaginado pelos arautos do caos.
Se não é assim, então vejamos:
1) No final do ano passado, em uma série de artigos na página mais nobre do jornal O Estado de S. Paulo, o economista-chefe do banco Itaú de Roberto Setúbal, llan Goldfajn, afirmou que não haveria outra saída para controlar a inflação que não fosse a provocação, pelo governo, de algum desemprego, como forma de conter a demanda. Por mais esdrúxula que posse parecer – e é --, a tese encontrou acolhida entre diferentes formadores de opinião. Não sensibilizou, no entanto, a área econômica do governo e a presidente Dilma, que insistiram na manutenção das macropolíticas de crescimento.
Dentro os dois polos, qual deles, mais de seis meses depois da lançamento, a sério, da proposta d Goldfjan, se mostrou acertado?
Dizem os números, sem qualquer maquiagem, que foi o governo que acertou em cheio. Após um pico sazonal, a chamada inflação do tomate, no início do ano, o índice de preços passou a declinar. Em junho foi de 0,26% e, no mês passado, de apenas 0,03%, a menor variação desde julho de 2010. No mesmo período, em 2012, a inflação ficara em 0,43%. De posse da variação real da inflação em 2013, que nos primeiros sete meses do ano acumulou uma alta de 3,18%, o IBGE prevê um índice anual de 6,27%, inteiramente dentro da meta de 6,5% estabelecida pelo Banco Central.
Para se chegar a esses resultados, não houve nenhum incentivo ao desemprego, apenas a calibragem na taxa básica de juros, agora em 9%, e a continuação das medidas prudenciais combinadas com as de estímulo.
Pode-se lamentar, mas o certo é o governo controlou a inflação e deixou seus críticos falando sozinhos;
2) O regime de pleno emprego, com índices de desemprego abaixo dos 6%, é outro cavalo de batalha dos que duvidam dos parâmetros pautados pela área econômica do governo. No entanto, o que se tem oficialmente, de janeiro de 2011, quando começou o governo Dilma Rousseff, até julho deste ano, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), é um saldo de nada menos que 4 milhões de empregos formais criados. Só para 2013, a projeção do Ministério do Trabalho é da criação de 1,4 milhão de novos empregos.
"É um resultado espetacular, considerada a conjuntura mundial, em que há desemprego em todos os países", assinalou o ministro Miguel Dias.
Com ele não concorda, como se sabe, economistas como Alexandre Schwartsman, que regularmente despeja artilharia pesada sobre o tema. Ele chegou a escrever no jornal Folha de S. Paulo que a crise externa não é um fator suficientemente forte para atrapalhar, como teme o governo, o crescimento da economia brasileira. O mal estaria, apenas e tão somente, na gestão.
Acredita-se que Schwartsman habite, apenas, o planeta Terra, mas nunca se sabe o que ele faz nas horas livres.
Afinal, que é capaz de minimizar a crise econômica mundial a ponto de dizer que mal tem influência no Brasil deve ser, como diz o best seller sobre relacionamentos, do planeta Marte.
O certo, outra vez, é que, mesmo reduzindo a 1,4 milhão o número de novos empregos em 2013 contra 1,7 mihão da projeção anterior, o governo se colocou, na prática, acima das críticas de oportunidade. O sonhado, pelos adversários, caos de desemprego, não se abateu sobre o País até aqui.
3) A partir dessas duas pilastras que, está-se vendo, demonstraram ter muito mais areia do que concreto, comentaristas que se incluem num arco de pensamento econômico que abriga, entre outros, o ex-ministro Maílson da Nóbrega e a jornalista Miriam Leitão, apostaram todas as fichas na derrocada do PIB. Não poderia, afinal, ser diferente. Com inflação alta e emprego em queda, a economia estaria afundando.
Veio a realidade, porém, outra vez, e frustrou as expectativas. O número oficial do IBGE para o crescimento no segundo trimestre e de 1,5%, acima dos que apostavam em, no máximo, 1,3%. Anualizado, esse índice aponta para um crescimento de 6%. É claro que, frente a essa projeção, a turma do 'não é nada disso' já anuncia que o que não caiu ate agora vai cair ali na frente. Objetivamente, porém, o que se tem é uma consistente curva de alta moderada, inferior, neste momento, apenas à elevação registrada pela economia da China. Repita-se: o Brasil só cresceu menos, nos últimos três meses, do que a China entre os emergentes. Pode-se dizer que isso é pouco – mas cair nessa ladainha já é outra conversa.
O ano de 2013 vai passando pelo bombardeiro dos comentaristas de economia que, uma a uma, vão errando todas as suas previsões. Vem sendo assim, de resto, desde a aposta no apagão energético, formulado no ano passado – e que, simplesmente, não aconteceu. Em algum momento, essa torcida poderá encontrar o que comemorar, dadas as condições extremamente delicadas da economia mundial. Mas quem está ganhando de goleada, até agora, é mesmo o governo. Contra as projeções de fim do mundo em instantes, o que os números e a economia real mostram é que o Brasil não apenas está resistindo, como avançando.
Abaixo, algumas profecias que não se realizaram:

PIB cresce acima da mais otimista das previsões

Terroristas do PiG atropelados pela realidade novamente
Mais uma ducha de água fria nos pessimistas. O IBGE acaba de divulgar, nesta manhã, o PIB do segundo trimestre do ano.

A economia brasileira cresceu 1,5% no período, o que geraria um ritmo anual de 6%. É um número forte – e que surpreendeu o mercado, uma vez que a mais otimista das previsões apontava crescimento de 1,3%.

No primeiro trimestre, o crescimento havia sido de 0,6%. Com o número do segundo trimestre, já se tem uma expansão superior a 2%, quando instituições financeiras, como o Itaú Unibanco, vinham apontando um desempenho medíocre, ao redor de 1,7% no ano.
Ontem, durante a entrega do prêmio Melhores da Dinheiro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, falou sobre a economia. "Foi plantado um pessimismo totalmente artificial no País", afirmou, sem antecipar os números do PIB. "Mas isso ficou para trás e o que importa, agora, é olhar para a frente". 
Um dado significativo da pesquisa foi a formação bruta de capital fixo, que aponta que os investimentos cresceram 3,6%. Ou seja: os empresários voltaram a apostar no futuro. "Apesar desse pessimismo artificial, a confiança foi restaurada", disse o ministro Mantega.
Abaixo, do noticiário da Agência Brasil: 
Economia brasileira cresce 1,5% no segundo trimestre, aponta IBGE
- Vitor Abdala, Repórter da Agência Brasil

A economia brasileira cresceu 1,5% no segundo trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior. O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, totalizou R$ 1,2 trilhão no período de abril a junho, segundo dados divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No primeiro trimestre, o PIB havia crescido 0,6% em relação ao trimestre anterior. Pelo lado da produção, o principal destaque foi a agropecuária, que teve alta de 3,9% no trimestre em relação ao trimestre anterior. Também registraram crescimento os setores da indústria (2%) e serviços (0,8%)
Pelo lado da demanda, houve crescimento na formação bruta de capital fixo - que representa os investimentos, de 3,6%, no consumo do governo (0,5%) e no consumo das famílias (0,3%). As exportações tiveram alta de 6,9%, enquanto as importações subiram apenas 0,6% no período.
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, o PIB teve crescimento de 3,3%. A economia também cresceu 2,6% no acumulado do ano e 1,9% no acumulado de 12 meses.
Agropecuária e construção civil são destaques no segundo trimestre
Os segmentos da agropecuária e da construção civil, com altas de 3,9% e 3,8%, respectivamente, foram os destaques da economia brasileira no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior.
Segundo a gerente de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o bom desempenho da agropecuária é puxado pelo aumento da produção de soja, milho, feijão e arroz. "Todos com safra relevante nesse trimestre. E todos com ganho de produtividade, isto é, com um aumento de produção maior do que a área plantada", disse.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu 1,5% no período. Todos subsetores da economia tiveram crescimento. A indústria da transformação e o comércio tiveram alta acima da média, ambos com 1,7%.
Os demais subsetores tiveram as seguintes taxas de aumento: intermediação financeira, previdência complementar e serviços relacionados (1,1%); indústria extrativa mineral (1%); transporte, armazenagem e correio (1%); serviços de informação (0,9%) ; produção e distribuição de eletricidade, gás e água (0,8%); outros serviços (0,7%); atividade imobiliária e aluguel (0,7%); e administração, saúde e educação públicas (0,1%).
Na comparação com o segundo trimestre de 2012, a agropecuária também foi o principal destaque, com alta de 13%. Também cresceram acima da taxa de 3,3% do PIB, os setores da indústria da transformação (4,6%); construção civil (4%); e comércio (3,5%).

Globo censura seu jornalista por elogio à medicina cubana

Caiu a máscara, mais uma vez, da censura explícita existente nas Organizações Globo frente a informações que não combinam com a cartilha ideológica dos donos da emissora e da elite que ela representa. 
Desta vez, um vexame explícito. O jornalista Jorge Pontual, no programa Em Pauta, da Globo News, da quinta-feira 29, foi chamado a falar, no telão, sobre a chegada dos médicos cubanos ao Brasil. Ao lado dele, na grande tela, estava a também comentarista Eliane Cantanhêde, que em sua coluna no jornal Folha de S. Paulo disse que os médicos cubanos chegariam ao Brasil em "aviões negreiros".
A censura foi feita na internet porque Pontual, sem adjetivos, repôs a verdade sobre a medicina e os médicos cubanos.
Ele iniciou dizendo que havia entrevistado a pesquisa americana Julia Silver para o programa que comanda, também na Globo News, o Sem Fronteiras. A partir desta entrevista, Pontual disse o seguinte no Em Pauta:
- Que, após a revolução de 1959, metade dos médicos de Cuba fugiram do país;
- Sobraram apenas 3 mil e 14 professores de Medicina;
- Diante da iminência do ensino de Medicina acabar em Cuba, o revolucionário Ernesto Che Guevara, que era médico, criou e implantou o sistema de saúde comunitária;
- Graças a esse sistema, milhares de novos médicos cubanos voltaram a se formar e puderam, mais tarde, sair pelo mundo em missões humanitárias;
- Num desses momentos, salvaram 600 mil africanos da cegueira;
- Noutro, fizeram um trabalho excepcional após o terremoto do Haiti;
- Atuaram no sentido de fazer, hoje, com que Cuba tenha índices de saúde melhores do que países como os Estados Unidos e muitos da Europa;
- Levaram a Organização Mundial de Saúde a considerar o sistema cubano um modelo a ser seguido por todos os países do mundo;
- A resistência das entidades médicas, explicou Pontual, se deu, em outros países, antes do que está acontecendo no Brasil, porque o sistema cubano é uma verdadeira revolução, com o médico vivendo dentro das comunidades;
- Finalizou Pontual, cravando: "A Medicina de Cuba é um exemplo para o mundo"
Por tudo isso, Pontual teve seu comentário cortado do site do Em Pauta, da Globo News.
A descoberta da censura foi feita por um leitor do site Tijolaço, que assistiu ao Em Pauta pela tevê e viu o mesmo programa, com a extirpação do comentário de Pontual, na internet.
Para vexame das Organizações Globo, foi possível recuperar o comentário de Jorge Pontual no Em Pauta.
Por volta das 20h30 desta quinta 29, diante da repercussão em tudo negativa da censura, a Globo voltou atrás e postou o comentário de Pontual de volta no site, como se nada tivesse ocorrido. Sem qualquer pedido de desculpas. Mas ai já era tarde. Ao longo das várias horas em que foi cortado, a máscara já havia caído.
Assista:

Novo Gerente Regional do Trabalho de Jundiaí e região toma posse

Na quinta-feira (29) aconteceu a cerimônia de posse do novo Gerente Regional do Trabalho e Emprego de Jundiaí e Região, Roque de Camargo Junior.

O evento foi realizado na Associação dos Aposentados e Pensionistas de Jundiaí e contou com a participação do prefeito Pedro Bigardi, do vice-prefeito Durval Orlato, do presidente da Câmara Municipal Gerson Sartori e de representantes de vários sindicatos da região, além de autoridades do Ministério Público, da Justiça do Trabalho e de entidades patronais.

A indicação de Roque foi feita pelo superintendente Regional do Trabalho e Emprego, Luiz Antônio de Medeiros, que acatou a indicação dos movimentos sindicais para o substituto de Carlos Alberto de Oliveira, que ficou no cargo por 10 anos.

O novo gerente regional do Trabalho e Emprego de Jundiaí e região tem 47 anos e atuou como auditor fiscal nos últimos 7 anos.

“Fico orgulhoso de ver tanta gente do mundo do trabalho aqui hoje prestigiando a minha posse. Sei que o que os move é a esperança de que a sociedade organizada e o Ministério do Trabalho possam voltar a defender o direito dos trabalhadores. Por isso espero contar sempre com o apoio e também com a crítica sincera de todos vocês para que eu possa dar conta da demanda e da responsabilidade do cargo”, agradeceu o novo gerente do Trabalho e Emprego de Jundiaí e região.








Livro-bomba revela como FHC comprou sua reeleição


Um livro bombástico chega, neste fim de semana, às livrarias de todo o País. Trata-se de "O Princípe da Privataria", lançado pelo jornalista Palmério Doria, autor do best-seller Honoráveis Bandidos, sobre o poder da família Sarney. 


Desta vez, o foco de Doria é lançado sobre o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. No livro, o autor aborda as contradições do personagem e algumas manchas de sua biografia, como a compra da emenda da reeleição e a operação pesada para blindá-lo na imprensa sobre o filho fora do casamento com uma jornalista da Globo, que, no fim da história, não era seu filho legítimo.
Leia, em primeira mão, o material de divulgação preparado pela Geração Editorial, a mesma casa editorial que lançou livros-reportagem de sucesso como Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Jr., e Segredos do Conclave, de Gerson Camaratti:
O Príncipe da Privataria revela quem é o “Senhor X”, o homem que denunciou a compra da reeleição
Uma grande reportagem, 400 páginas, 36 capítulos, 20 anos de apuração, um repórter da velha guarda, um personagem central recheado de contradições, poderoso, ex-presidente da República, um furo jornalístico, os bastidores da imprensa, eis o conteúdo principal da mais nova polêmica do mercado editorial brasileiro: O Príncipe da Privataria – A história secreta de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição (Geração Editorial, R$ 39,90).
Com uma tiragem inicial de 25 mil exemplares, um número altíssimo para o padrão nacional, O Príncipe da Privataria é o 9° título da coleção História Agora da Geração Editorial, do qual faz parte o bombástico A Privataria Tucana e o mais recente Segredos do Conclave.
O personagem principal da obra é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o autor é o jornalista Palmério Dória, (Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney, entre outros títulos). A reportagem retrata os dois mandatos de FHC, que vão de 1995 a 2002, as polêmicas e contraditórias privatizações do governo do PSDB e revela, com profundidade de apuração, quais foram os trâmites para a compra da reeleição, quem foi o “Senhor X” – a misteriosa fonte que gravou deputados confessando venda de votos para reeleição – e quem foram os verdadeiros amigos do presidente, o papel da imprensa em relação ao governo tucano, e a ligação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) com a CIA, além do suposto filho fora do casamento, um ”segredo de polichinelo” guardado durante anos...
Após 16 anos, Palmério Dória apresenta ao Brasil o personagem principal do maior escândalo de corrupção do governo FHC: o “Senhor X”. Ele foi o ex-deputado federal que gravou num minúsculo aparelho as “confissões” dos colegas que serviram de base para as reportagens do jornalista Fernando Rodrigues publicadas na Folha de S. Paulo em maio de 1997. A série “Mercado de Voto” mostrou da forma mais objetiva possível como foi realizada a compra de deputados para garantir a aprovação da emenda da reeleição. “Comprou o mandato: 150 deputados, uma montanha de dinheiro pra fazer a reeleição”, contou o senador gaúcho, Pedro Simon. Rodrigues, experiente repórter investigativo, ganhou os principais prêmios da categoria no ano da publicação.
Nos diálogos com o “Senhor X”, deputados federais confirmavam que haviam recebido R$ 200 mil para apoiar o governo. Um escândalo que mexeu com Brasília e que permanece muito mal explicado até hoje. Mais um desvio de conduta engavetado na Era FHC.
Porém, em 2012, o empresário e ex-deputado pelo Acre, Narciso Mendes – o “Senhor X” –, depois de passar por uma cirurgia complicada e ficar entre a vida e a morte, resolveu contar tudo o que sabia.
O autor e o coautor desta obra, o também jornalista da velha guarda Mylton Severiano, viajaram mais de 3.500 quilômetros para um encontro com o “Senhor X”. Pousaram em Rio Branco, no Acre, para conhecer, entrevistar e gravar um homem lúcido e disposto a desvelar um capítulo nebuloso da recente democracia brasileira.
O “Senhor X” aparece – inclusive com foto na capa e no decorrer do livro. Explica, conta e mostra como se fazia política no governo “mais ético” da história. Um dos grandes segredos da imprensa brasileira é desvendado.
Em 1993, o autor começa a investigar a vida de FHC que resultaria neste polêmico livro. Nessas últimas duas décadas, Palmério Dória entrevistou inúmeras personalidades, entre elas o ex-presidente da República Itamar Franco, o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes e o senador Pedro Simon, do PMDB. Os três, por variadas razões, fizeram revelações polêmicas sobre o presidente Fernando Henrique e sobre o quadro político brasileiro.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Eu também...


"Seremos escravos da saúde e dos doentes"


A frase foi dita pelo médico cubano Juan Delgado, de 49 anos, que foi vaiado e hostilizado por médicos do Ceará, numa imagem que envergonhou o Brasil

Prefeitura apresenta Plano Plurianual à população de Jundiaí


A prefeitura de Jundiaí apresentou seu Plano Plurianual (PPA) para o período entre 2014 e 2017 em cinco audiências públicas nas diversas regiões da cidade, durantes as quais foi aberto espaço para que a população pudesse apresentar livremente suas reivindicações, críticas e sugestões.

Ao todo, mais de 900 pessoas participaram das apresentações. A última aconteceu na terça-feira (27) no Complexo Argos, na Vila Arens. Nas audiências, as questões que mais receberam destaque pela população incluem: saúde, educação, lazer e transporte.

O prefeito Pedro Bigardi destacou que as audiências públicas têm sido um processo novo para a cidade. “Pela primeira vez estamos conseguindo fazer um debate público e a população está tendo a oportunidade de participar do processo de construção do PPA. A gente precisa ouvir o que a população tem para nos falar, suas urgências. Isso alimenta o governo”, destacou.








terça-feira, 27 de agosto de 2013

Quem são e o que pensam os médicos cubanos


Os primeiros profissionais a pisarem em solo brasileiro têm entre 41 e 50 anos, pós graduação e experiência em zonas de conflito ou países com baixo IDH na América Latina, África e Ásia

- Luiz Carlos Pinto, da Carta Maior

Millar Castillo, Milagros Gardenas, Natasha Sanches, Wilma Salmora Louis, Rodovaldo Santos e até um Nelson Rodrigues. Os primeiros profissionais da saúde cubanos a pisar em solo brasileiro para trabalhar no programa Mais Médicos, do governo federal, possuem um perfil muito definido.
Os médicos que atenderão amplas parcelas da população pobre brasileira têm entre 41 e 50 anos, possuem filhos adultos empregados ou fazendo algum curso superior em uma das instituições de ensino cubanas, mais de 16 anos de carreira médica, mestrado ou pós-graduação concluídos – inclusive na área de administração hospitalar –, experiência em zonas de conflito ou de países com baixos índices de desenvolvimento humano (IDH) na América Latina, África e Ásia.
São características de um perfil que também contraria certa expectativa por médicos jovens, filhos ou netos de outros profissionais da saúde – uma tradição presente na cultura brasileira, por exemplo. Nenhum dos doutores com os quais Carta Maior conversou é filho ou neto de médicos.

Esse é o perfil dos médicos cubanos que atenderão à maior parte dos 701 municípios que não despertaram interesse de médicos brasileiros ou de outras nacionalidades. O que também chama a atenção é a variedade das localidades de onde os cubanos são originários – nenhum dos seis entrevistados (de um total de 96 que ficam acomodados nas próximas duas semanas em Recife) é da mesma cidade ou província. Assim, se pode intuir como a formação médica na ilha atinge de forma mais homogênea moradores do país, o que é fator de distribuição do atendimento, mesmo nas regiões distantes da capital Havana.

Um ideal que o modelo brasileiro, por circunstâncias naturais (grandes distâncias), mas principalmente por determinações históricas, ainda está longe de ser alcançado. Os locais onde atuarão os médicos de Cuba têm os piores índices de desenvolvimento humano do país – IDH muito baixo e baixo, segundo PNUD –, e 84% estão no interior do norte e nordeste, em regiões com 20% ou mais de sua população vivendo em situação de extrema pobreza.

Bandeira na mão
Durante todo o tempo em que permaneceu no aeroporto de Recife para a entrevista coletiva com a imprensa, no último sábado (23), a médica da família Milagres Cardena (24 anos de profissão) não soltou a bandeira de um metro e meio por 50 cm de seu país, que trazia estendida à frente do corpo por onde passasse.
Na mão esquerda, segurava uma bandeirola do Brasil, e tinha na ponta da língua uma afirmação que parece condensar o sentimento comum dos colegas de vôo. “Viemos para ajudar, colaborar, complementar, aprender com os médicos brasileiros no atendimento básico da população carente desse grande país”.

Quando perguntada se se sentia explorada, como sugerem setores liberais da imprensa brasileira, por não receber diretamente o salário pago pelo governo brasileiro, a resposta gentil e segura foi dada por outro colega da senhora Cardena, a seu lado. “Não estamos aqui para ganhar dinheiro. Nossa missão é humanitária, estamos aqui por solidariedade”, afirmava Nelson Rodrigues.

A colocação, endossada pelos companheiros, era reforçada pelo entendimento de que essa ação faz parte de uma relação entre nações. O nacionalismo, aliás, é um elemento presente na fala de todos os médicos entrevistados.

A afirmação deu o tom das primeiras reportagens baseadas na entrevista coletiva publicadas nos jornais do domingo (25). Mas o mesmo questionamento sobre a forma de pagamento e a possibilidade de serem explorados voltaria à pauta na entrevista, quando mais uma grupo com 66 médicos cubanos desembarcou no Recife.

A frase do médico, 45 anos, 21 anos de profissão, expressa o que parece ser um elemento comum e poderoso do perfil do profissional da saúde formado na escola cubana. “A base de nossa formação é humanista. É esse o caráter de nossa formação. A atenção ao indivíduo como forma de tratá-lo como ser humano integral é um elemento forte em qualquer processo de cura”. Tendo passado por programas semelhantes no Haiti e Venezuela, o médico reiterava a experiência de todos os médicos de Cuba que chegam ao Brasil: a atuação em países com baixos níveis de IDH e comumente em más condições de trabalho.

“Mas sabemos que o seu país é grande, com grandes recursos humanos e econômicos”, lembrava Natasha Romero Sanches, epidemiologista nascida em Pillar del Rio, a província mais a oeste de Havana. A frase solta, quase displicentemente, pareceu ter um alvo bem claro: a ideia plasmada de que as condições de trabalho dos profissionais da saúde no Brasil é ruim, natural e indefinidamente – o que acomoda as possibilidades e espaços de reivindicação por melhores condições de atendimento nas unidades de saúde.

Filha de um oficial russo e de uma cubana, Natasha, 22 anos de profissão, também segurava sua bandeirola brasileira. Usava brincos verdes compridos, que o jaleco alvíssimo evidenciava – todos os médicos cubanos, aliás, diferentemente de espanhóis, argentinos e portugueses, viajam a caráter. E a saudade de casa, como fica? “Meu filho é um adulto, está terminando o curso de medicina em Havana, onde moram meus pais – eu moro em minha província. Todos são saudáveis e estão bem, não há ruptura ou trauma no afastamento. Isso não é novo, pois todos já estivemos trabalhando em outros países”, afirmava entre um sorriso e outro.

“Meus filhos já estão todos criados, emendava Milagres Gardenas, que com experiência médica no Paquistão, Honduras e Colômbia é uma das mais experientes do primeiro grupo a chegar ao Brasil. “Essa iniciativa do governo brasileiro é muito positiva. Penso que todos vão sair ganhando. Vamos aprender com nossos colegas brasileiros. O mesmo temos feito em países com situações muito problemáticas, na Ásia e na América Latina. Penso que isso será benéfico para o povo pobre que requer atenção médica e atenção primária adequadas. Vamos trata-los e fazer todo o possível. O mesmo fizemos em outros lugares”.

Dificuldades econômicas - Quando perguntados se as dificuldades econômicas do Estado cubano prejudicam a formação dos médicos no país caribenho, a resposta – “Cuba hoje forma médicos de todo o mundo” – é acompanhada de um complemento. “Nosso país tem uma situação difícil, mas nós compartilhamos o que temos. Penso que isso, como o povo brasileiro, vai ser sumamente positivo, vitorioso”, complementava Nelson Rodrigues.

O ponto de vista foi reforçado por Wilma Salmora Louis, que no domingo explicava como via os reflexos das medidas liberalizantes que vem sendo implementadas por Raul Castro. “Não acredito que essas medidas vão intensificar a diferença social entre as classes em meu país. São medidas muito aguardadas no mundo todo, e que precisam ser tomadas para mudar o que está mal em Cuba”, disse.
“São medidas para melhorar os indicadores da população cubana”, complementou. Com mestrado em gestão hospitalar – 20% dos médicos cubanos do Programa Mais Médicos têm algum tipo de pós-graduação), Wilma Salmora já é uma conhecida do Brasil. Esteve trabalhando no Estado do Tocantins entre 2001 e 2002. Com 45 anos, 23 deles dedicados à medicina, tem dois filhos. “Um deles é professor e vai começar a ensinar no próximo mês; o outro é técnico em computação”, afirma.

Um outro ponto em comum de todos os médicos entrevistados é a admiração ao povo brasileiro e a expectativa em serem bem tratados. “Falem para o povo brasileiro que nós viemos ajudar. E que confiem nos médicos cubanos”, dizia Wilma Salmora. “As críticas que as entidades médicas locais têm feito não nos preocupam. Acho que teremos uma relação positiva com o Brasil e continuaremos a ter, pois viemos para trabalhar juntos”, disse.

Jornalista afirma que médicas de Cuba “tem cara de empregada doméstica”

Micheline Borges, uma jornalista potiguar, causou revolta nas redes sociais ao expressar sua opinião sobre os médicos cubanos que estão chegando ao Brasil para trabalhar no programa “Mais Médicos”. 
“Me perdoem se for preconceito, mas essas médicas cubanas tem uma cara de empregada doméstica”, afirmou a repórter.
Em outro trecho, ela reclama da imagem dos profissionais cubanos. “Médico, geralmente, tem postura, tem cara de médico, se impõe a partir da aparência”.
A jornalista chega a questionar se os médicos de fato são profissionalizados, por conta da aparência deles, e questionou se eles serão capazes de tratar dengue ou febre amarela. Micheline Borges termina desejando que “Deus proteja o nosso povo.”
A jornalista deletou sua conta no Facebook após a repercussão negativa de suas declarações. O tom preconceituoso do texto fez com que quase mil pessoas compartilhassem a imagem na rede social, com tons ofensivos, acusando Micheline de racismo.

Médicos brasileiros envergonham o País


Em nenhum país do mundo, os médicos cubanos estão sendo tratados como no Brasil. Aqui, são chamados de "escravos" por colunistas da imprensa brasileira (leia mais aqui) e hostilizados por médicos tupiniquins, como se estivessem roubando seus empregos e suas oportunidades. Foi o que aconteceu ontem em Fortaleza, quando o médico cubano negro foi cercado e vaiado por jovens profissionais brasileiras.

Detalhe: os cubanos, assim como os demais profissionais estrangeiros, irão atuar nos 701 municípios que não atraíram o interesse de nenhum médico brasileiro, a despeito da bolsa de R$ 10 mil oferecida pelo governo brasileiro. 
Ou seja: não estão tirando oportunidades de ninguém. Mas, ainda assim, são hostilizadas por uma classe que, com suas atitudes, destrói a própria imagem. Preocupado com a tensão e com as ameaças dos médicos, o ministro Alexandre Padilha avisou ontem que o "Brasil não vai tolerar a xenofobia" (leia maisaqui).
Ontem, o governo também publicou um decreto limitando a atuação dos profissionais estrangeiros ao âmbito do programa Mais Médicos – mais um sinal de que nenhum médico brasileiro terá seu emprego "roubado" por cubanos, espanhóis, argentinos ou portugueses. Ainda assim, cabe a pergunta. 
Com quem fica a população: com o negro cubano que vai aos rincões salvar vidas ou com os médicas que decidiram vaiá-lo?

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Filmes: "Círculo de Fogo"

DESLIGUE O CÉREBRO

Premissa do filme é "Monstros Gigantes versus Robôs Gigantes". Ou seja, você foi avisado!

- por André Lux, crítico-spam

"Círculo de Fogo" (um nome ruim que não quer dize nada!) é uma daquelas produções que exigem que você desligue o cérebro antes de entrar no cinema. Isso já fica claro a partir da premissa do filme, que é "Monstros Gigantes versus Robôs Gigantes". Ou seja, você foi avisado!

Então, se você conseguir realmente desligar sua massa encefálica, vai se divertir bastante com o filme que, sejamos francos, encerra ao menos por enquanto qualquer pretensão de Guillermo Del Toro (de "Hellboy" e o "Labirinto do Fauno") em querer ser levado a sério como cineasta. Mas ele é um bom diretor e é isso que salva esse "Círculo de Fogo" e o impede de se tornar outra monstruosidade insuportável como os filmes da saga "Transformers".

Del Toro filma suas sequências de ação de maneira bastante clara e permite que você veja as lutas! Não tem aquela chatice atual de câmera tremida, cortes bruscos e rápidos e flashes de luz na sua cara. As brigas são muito bacanas e, pasmem, chegam até a gerar emoção.

Pena que o filme seja tão fraco nas partes em que precisa ter algum peso dramático. O ator que faz o protagonista é um loiro aguado que fica o tempo todo com a mesma cara de quem comeu e não gostou e fala tudo no mesmo tom de voz rouco. Para piorar, ainda colocaram um outro sujeito que fica irritando ele que tem quase a mesma cara. Tem horas que não dá pra sabre qual é um e qual é o outro!

É uma pena também que a trama seja cheia de buracos (aliens que querem tomar posse da Terra mandando monstros clonados gigantes um por vez?) e clichês do gênero, principalmente para quem já viu aqueles velhos seriados japoneses de lutas entre robôs e monstros, tipo Ultraseven. Como sempre, os heróis possuem armas incríveis em seus robôs (como uma poderosa espada e gases congelantes), mas só usam de vez em quando ou no final da luta. Até entendo que os roteiristas tenham tentado prestar "homenagem" aos seriados antigos, mas, sinceramente, se isso já estúpido antes, agora então fica mais ridículo ainda.

Ao seu favor o filme tem um bonito desenho de produção (os monstros são bem bacanas), excelentes efeitos visuais e sonoros e uma trilha musical que funciona bem junto às imagens, coisa rara em se tratando de algo criado por um dos discípulos do abominável Hans Zimmer.

Enfim, eu avisei. Tem que desligar o cérebro... 

Cotação: * * *

Veja já foi favorável à vinda de médicos cubanos...

Quando FHC era presidente e Serra ministro, Veja apoiava médicos cubanos

Numa reportagem publicada na edição número 1.620, de 20 de outubro de 1999, a revista Veja elogiou a vinda de médicos cubanos ao Brasil. "O milagre veio de Cuba", chega a colocar o texto, depois de descrever a precária situação do, na época, único hospital do município de Arraias, em Tocantins. A matéria explica o motivo pelo qual o hospital ficou fechado por quatro anos depois de ser inaugurado, em 1995: "Faltavam médicos que quisessem aventurar-se naquele fim de mundo". Foi quando a cidade "conseguiu importar cinco médicos da ilha de Fidel e, assim, abrir as portas do hospital".

Infelizmente, a situação de hoje não é muito diferente. O governo da presidente Dilma Rousseff, com Alexandre Padilha no ministério da Saúde, anunciou a contratação de quatro mil médicos cubanos para trabalhar em 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum profissional inscrito no programa Mais Médicos. Diferente de quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso firmou o convênio com Cuba, no entanto, desta vez a revista cobriu o assunto escancarando seu preconceito. Chamou o que antes era "a tropa vestida de branco de Cuba" de "espiões comunistas". O colunista Reinaldo Azevedo os chamou de escravos.

Em outro trecho, a matéria diz: "os cubanos são bem-vindos", ressaltando, porém, que a contratação desses médicos era irregular, motivo que também é trazido à tona atualmente. Apesar dessa pequena crítica, o destaque do texto de 1999 fica para histórias de personagens cubanos que pretendiam melhorar de vida no Brasil e trabalhar com amor. Inexplicavelmente, agora, sob o governo petista, a posição da revista mudou completamente. Por quê?
E artigo de Reinaldo Azevedo, que chama os médicos cubanos de "escravos de jaleco do Partido Comunista".
Abaixo, a reportagem de Veja de outubro de 1999:
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