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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ato reúne milhares de trabalhadores em Jundiaí e região

Milhares de trabalhadores participaram nesta quinta-feira (11) do Dia Nacional de Lutas em atos realizados no Distrito Industrial e no Centro de Jundiaí, e em Campo Limpo, no estacionamento da ThyssenKrupp. A manifestação foi convocada por 14 sindicatos, entre eles o nosso.

No Distrito, não houve produção na maioria das empresas no período da manhã, já que os trabalhadores desceram dos ônibus para concentrações na parte alta do bairro e na rotatória da parte baixa.

As vias de acesso ao Distrito ficaram fechadas até por volta das 11h, quando parte dos trabalhadores iniciou caminhada pela Via Anhanguera até o Centro da cidade, para participar de ato no calçadão.

Nas manifestações realizadas no Distrito e na região central, o presidente do Sindicato, Eliseu Silva Costa, disse que os trabalhadores querem que setores como saúde, educação e transporte recebam os mesmos investimentos bilionários utilizados para construção e reforma dos estádios de futebol.

“Quereremos também a reforma política, a universidade gratuita e de qualidade, o fim do fator, a valorização do trabalho”, afirmou.

Ele lembrou que no próximo ano haverá eleição para renovação do Congresso e que é preciso aumentar o número dos representantes dos trabalhadores.

“O Congresso e o governo precisam ouvir o clamor dos trabalhadores”, comentou.
Marcos Tebom, do Sindicato dos Alimentícios, disse que a pauta trabalhista foi enviada ao governo e Congresso em março, e até hoje ficou parada, apesar das muitas reuniões realizadas.

“Este é o momento de melhorar de vida, de iniciarmos um processo de mudança com maior reconhecimento do trabalho”, afirmou.

Para Vitor Machado, dos Bancários, os governantes precisam ouvir nosso recado. “Quando o trabalhador vai para a rua, seu grito é ouvido”, disse.

Leandro Rodrigues, dos Gráficos, acredita que os atos terão desdobramentos. “Mais uma vez somos protagonistas do um movimento vitorioso”.

Os diretores do Sindicato participaram ativamente das manifestações. Mineirinho lembrou que os trabalhadores estão escrevendo um pedaço da história do País. “O movimento sindical não descansa da luta, e essa luta vale a pena quando a gente olha o rosto de cada participante. Vamos manter os direitos e buscar novos benefícios”, assegurou.

Rose Prado comentou que os trabalhadores realizaram um dia histórico, e parabenizou a grande participação das mulheres. “Queremos homens e mulheres pensando da mesma forma, a caminho da igualdade de gênero”.

Para Eléscio Caldato, a melhor maneira de mudar o País é o trabalhador indo às ruas e cobrando. “Não podemos admitir como normal as meninas se prostituindo ou os políticos legislarem em causa própria. Nossa pauta precisa ser atendida”.

O diretor Caé destacou que a união dos sindicatos fez com que os trabalhadores mostrassem sua força. “Estamos unidos pela mesma causa e não só aqui em Jundiaí, mas em todo o País. Manifestações como esta aumenta a consciência da classe e aponta e necessidade de os trabalhadores conquistarem e assumirem o espaço que merecem”.




















Um comentário:

Anônimo disse...

milhares aonde cara palida ?????

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