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sábado, 7 de abril de 2012

Com Cachoeira preso, denuncismo some da capa da Veja

Mais do que acéfala, está dando uma enorme bandeira de que tem muito a esconder sobre as relações entre seu editor-chefe Policarpo Júnior e Carlinhos Cachoeira. Segundo Luis Nassif, Policarpo teria trocado em torno de 200 telefonemas com Cachoeira, no período investigado.

- Zé Augusto, no blog Os Amigos do Presidente Lula

Sem o parceiro de crime,
denúncias sumiram da Veja
Desde que Carlinhos Cachoeira foi preso, no dia 29 de fevereiro de 2012, na operação Monte Carlo da Polícia Federal, a revista Veja já soltou 6 edições, e nenhuma capa é dedicada a denúncias de corrupção.

Mas há uma pauta abundante neste período envolvendo o senador Demóstenes Torres e o governador Marconi Perillo, tratada, sobretudo, pela revista Carta Capital, mas não só por ela. Até o Jornal Nacional tem se dedicado ao tema.

Parece que a revista Veja ficou acéfala no que entende ser "jornalismo investigativo", depois da prisão de Cachoeira e dos arapongas Jairo Martins e Dadá.

Mais do que acéfala, está dando uma enorme bandeira de que tem muito a esconder sobre as relações entre seu editor-chefe Policarpo Júnior e Carlinhos Cachoeira. Segundo Luis Nassif, Policarpo teria trocado em torno de 200 telefonemas com Cachoeira, no período investigado.

A revista já admitiu, defensivamente, que Policarpo e Cachoeira trocavam figurinhas. A revista diz que seriam relações legítimas entre jornalista e fonte. Mas como explicar a notória má vontade da revista em noticiar o caso, tendo um jornalista tão íntimo com os intestinos da organização criminosa (segundo o Ministério Público)?

A revista Veja, pródiga em divulgar até grampos ilegais, não revela um único diálogo entre o bicheiro e seu editor-chefe.

Um comentário:

Cybershark disse...

Esses senadores falso-moralistas tipo Álvaro Dias, Demóstenes e o "falecido" Arthur Virgílio não seriam nada sem o PiG, já que costumam se limitar a papagaiar o que sai na Veja pra serem filmados e depois aparecerem no Jornal Nacional. Podem reparar que é sempre a mesma novela...

Por sinal, dos três que citei acima o mais hipócrita e repugnante era justamente o Arthur Virgílio, que foi tirado do Senado aos pontapés pelo povo do Amazonas e ainda fez pirraça pq não foi reeleito.

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