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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Empresa da filha do José Serra cresceu 50.000 vezes em apenas 42 dias!

Verônica Allende Serra não era apenas filha de José Serra. Também era sócia do pai em outra empresa, de consultoria, simultaneamente. José Serra era ministro da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso, nesta época, e pré-candidato à presidência da República.

- Zé Augusto, no blog Os Amigos do Brasil

A imprensa brasileira que divulgou o dossiê Palocci, noticiando que seu patrimônio aumentou 20 vezes em 4 anos, o que dirá do aumento vertiginoso de 50.000 vezes da empresa da filha de José Serra (PSDB/SP) em 42 dias?

Verônica Allende Serra, filha de José Serra, era sócia da empresa DECIDIR.COM BRASIL, já conhecida de outras reportagens.

A empresa teve seu capital multiplicado por 50.000 (cinquenta mil vezes)… repetindo para você ter certeza do que está lendo: 50 MIL VEZES!

E isso em apenas 42 dias.

A empresa foi criada no dia 8 de fevereiro de 2000, com capital de R$ 100,00 (cem reais).

Quinze dias depois, no dia 22 de fevereiro de 2000, o nome da empresa mudou para “Decidir.com Brasil S.A.” e a sócia Verônica Allende Serra (filha de José Serra) assumiu o cargo de Diretora e de Vice-presidente da empresa.

Em 21 de março de 2000, passados 42 dias da criação da empresa, o capital foi aumentado para R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais), ou seja 50 mil vezes o valor incial.

Detalhes:

Verônica Allende Serra não era apenas filha de José Serra. Também era sócia do pai em outra empresa, de consultoria, simultaneamente: na ACP – ANÁLISE DA CONJUNTURA ECONÔMICA E PERSPECTIVAS LTDA (conforme citado na ação proposta do Ministério Público Federal, aqui)

José Serra era ministro da Saúde no governo de Fernando Henrique Cardoso, nesta época, e pré-candidato à presidência da República.

O Ministério Público Federal apurou que José Serra NÃO DECLAROU sua empresa de consultoria à Justiça Eleitoral, nas eleições em que concorreu em 1994, 1996 e 2002.

Documentação comprova: Nosso blog não precisou bisbilhotar o sigilo fiscal na Secretaria de Fazenda de São Paulo (comanda pelo serrista Mauro Ricardo), para obter os documentos abaixo:


18 comentários:

Anônimo disse...

Mas afinal, qual é a acusação? Que houve um aumento do capital social da empresa da filha do Serra? É pura malícia insinuar que empresa não poderia ter crescido tanto, em tão pouco tempo, apenas com os próprios lucros. ORA, É CLARO QUE ELA NÃO PODERIA. O que houve foi um aporte de capital. Eis o que prova a certidão. Mas e daí?

Quer dizer então que a filha do Serra ingressou no quadro societário de uma empresa, injetando mais capital no negócio. Ora, por que eu deveria ACREDITAR que esse dinheiro tem ORIGEM ilícita?

É muita ignorância exibir uma simples certidão da Junta Comercial como se ela contivesse alguma grande revelação! Isso é documento público, meu irmão! Fica à vista de qualquer interessado. Então essa é a grande "investigação" feita pelo "jornalista"?

Anônimo disse...

O comentário acima escancara a hipocrisia e o falso moralismo dos eleitores do PSDB.

Fizeram escândalo no caso do Palocci, cuja empresa aumentou 40 vezes em 4 anos, mas acham normal a empresa da filha do Serra aumentar 50 mil vezes em 42 dias - e tudo graças a esquemas de corrupção que estão comprovados no livro A Privataria Tucana.

A casa caiu pra vcs, tucanos! Chega de hipocrisa!

Anônimo disse...

Curioso não? Quando o Palocci faz uma coisa do gênero logo os "cansados" arautos da ética dizem que é enriquecimento ilícito é querem cruxificar Deus e o Diabo. Quando a personagem em questão é filha do Serra aí o nome é outro, tal "aporte de capital".

Anônimo disse...

No caso do Palocci, o que aumentou 40 vezes foi o patrimônio pessoal dele, e não o capital social de uma empresa que o tinha como sócio!

Quem integraliza o capital social de uma empresa são os próprios sócios. A filha do Serra não ficou mais rica porque entrou na empresa. Ela aplicou na empresa o dinheiro que já era dela.

E o que o "jornalista" tem a dizer sobre a origem desse dinheiro?

Nada!

A "denúncia" se resume a brandir uma certidão da Junta Comercial! Como se isso fosse a revelação de um segredo! Mas que belo exemplo de "jornalismo investigativo"! Atualmente, acho que não é mais necessário nem ir pessoalmente até a Junta Comercial! Ele deve ter retirado a certidão pela internet, mesmo. Imprimiu na própria impressora. E os parvos acham que ele "descobriu" alguma coisa simplesmente porque nunca ouviram falar em Junta Comercial!

Sandra Regina disse...

Leia o livro A Privataria Tucana, nobre anônimo tucano e aí você vai entender que a empresa da filha do Serra nada mais era do que uma fachada para lavar dinheiro que eles estavam roubando dos cofres públicos. Coragem, você consegue!

Anônimo disse...

Na boa, é MUUUUITO engraçado ver esses tucanos desesperados tentando mostrar que o que o PT faz é corrupção e o que o PSDB faz é normal.

Roubaram bilhões dos cofres públicos, tudo lavando em offshores no Caribe, mas o cara ainda acha que tá tudo certo.

Não duvido que é um dos babacas que participam daquelas ridículas marchas contra a corrupção!! Só rindo mesmo!!

acfinalr disse...

Só me digam por que essa tal de verônica tinha que ter logo o sobrenome do saudoso Salvador?

Anônimo disse...

O que o jornalista tem a dizer? Que o dinheiro veio através de uma offshore de paraíso fiscal, onde aceita-se dinheiro sem saber a origem. Que esta offshore, IConexa Inc., pertenceu ao marido de Verônica. Que foi criada no mesmo período, mandou o dinheiro para cá e foi fechada. Que o marido de Verônica, Alexandre Bourgeois, respondia por ambas e assina nas duas pontas da transação. Que isto aconteceu entre a privatização e a candidatura de Serra. E mostra documentos. Quer mais?

Anônimo disse...

Isso não quer dizer nada. Não é nem lucro. Quer dizer apenas que criaram uma pessoa juridica com capital de R$100 e depois se comprometeram a investir R$5.000.000,00 nela. Absolutamente normal. Isso pingado dessa forma é má-fé ou ignorância do blogueiro.

Ricardo Melo disse...

É "anônimo", para vocês tucanos é "absolutamente normal" movimentar subitas quantias de dinheiro por pessoas que controlaram as privatizações fraudulentas.

É "absolutamente normal" ter conta em Paraísos Fiscais, fazer transferências internacionais ilegais, lavagem de dinheiro e enganar o fisco.

Tudo feito no mesmo escritório onde outros correntistas "normais" - como os traficantes - fazem as suas lavagens.

"Normal" também é o enriquecimento inexplicado, a condução das privatizações por Ricardo Sérgio "no limite da responsabilidade".

Tudo normal, normalmente criminoso

Marcia disse...

O Ricardo Melo disse tudo. Esses tucanos não passam de hipócritas! Quando as denúncias de corrupção são contra o PT ou algum outro partido de esquerda, sobem nas tamancas, fazem marchinhas contra a corrupção com meia dúzia de gatos pingados, etc...

Agora, quando as denúncias são contra o PSDB, aí eles fazem de tudo pra dizer que é normal, que não tem nada demais, mesmo que tenham centenas de documentos provando que era tudo empresa de fachada pra lavagem de dinheiro roubado do povo brasileiro! E nese caso foram bilhões de dólares!!

Eita povinho estúpido gente!!!

Rafael disse...

Não voto no Serra. E ainda não li o livro. O que eu estou dizendo é apenas que a certidão acima, colocada dessa forma, não tem ABSOLUTAMENTE NADA FORA DO NORMAL. Quer apenas dizer que alguem se comprometeu a capitalizar uma empresa com R$5.000.000,00 (que, para o mundo empresarial, não é nem uma quantia relevante ou que chame a atenção). Isso ocorre todos os dias.

A Midia é muitas vezes injustas com o PT, mas injustiça + injustiça = 2x injustiça, e não justiça.

O uso dessa certidão para dizer que algo se multiplicou 40.000 vezes é ignorância ou má-fé. De novo, não to falando de nada além dessa certidão.

Até quem não gosta do Serra, que é o meu caso, tem que ter o mínimo de cuidado para acusar. Até o Canalha, quando injustiçado, cresce. Acusações infundadas, ainda que no meio de acusações sérias, às vezes atrapalham a credibilidade das acusações sérias, o que é uma pena.

Carla disse...

Rafael, um aporte de R$ 5 milhões numa empresa recém aberta por si só já é suspeito.

Mas agora não há mais suspeita: o livro do Amaury comprova que era empresa de fachada para lavagem de dinheiro roubado dos cofres públicos.

Rafael disse...

Carla, me desculpa, mas o que você tá falando não tem nada a ver.Isso acontece TODO DIA (eu trabalho com constituição de empresas). Podia muito bem constar R$5MM no capital inicial ao invés de R$100. Mas como as Juntas Comerciais são lentas, muitas vezes você dá entrada com um capital mínimo e depois delibera aumento. Outra coisa, normalmente sacanagem é feita em empresas com capital mínimo, pois o investidor que tem $ sujo não tem lastro no próprio IR para declarar o aporte. Quanto ao livro, ainda não li...

Ricardo Melo disse...

Rafael, se não leu não perca tempo e corra para ler. Depois que você ler, dará muito menos importância aos aspectos técnicos sobre registro das empresas. Aí finalmente vai entender que o que realmente interessa são coisas como rendimentos súbitos "inexplicados" por fontes de renda declaradas, lavagem de dinheiro, internação fraudulenta de divisas através de mecanismos falsos de "investimento externo", empréstimos indevidos pelo Banco do Brasil por autorização do Ricardo Sérgio ao parente de Serra (Marin Preciado) em operações absolutamente "exóticas" e por aí vai. Tem muito mais, tudo documentado. O Serra transformou todos os seus agregados e parentes em um verdadeiro Laranjal. A Da. Verônica Serra sofre processo nos EUA. Todos eles foram clientes de um escritório em Nova Iorque especializado na triangulação de recursos excusos ou mal-havidos com "empresas de fachada" nos Paraísos Fiscais do Caribe, também documentados e até fotografados. Leia e verá que tem tudo disso e muito mais.

Anônimo disse...

O Rafael tem razão a simples publicação que comprova um capital mínimo de abertura e um posterior aumento significativo do capital não prova nada. Ocorre que no livro constam inúmeros documentos que ilustram a lavagem de dinheiro e o aporte sem identificação de recursos que foram utilizados para operacionalizar algumas empresas e para dar destino a alguns resultado pouco explicados.
O Rafael precisa ler o livro pois parece ter interesse no assunto.

ANTONIO GELFUSA disse...

É muita ignorância de alguns manifestantes. Não falo porque sou simático ao Serra, já fui, mas depois da última eleição que ele disputou para presidente e perdeu, simplesmente acho que é um bundão, mas vamos ao comentário.
É necessário saber os procedimentos e entender porque se faz aporte ou se altera um capital social, dar opinião só porque é PETISTA na defesa desses corruptos não tem sentido nenhum de sabedoria, é pura ignorância.
Façam um curso de contabilidade, ou se interem do assunto para depois falar com convição e não grunir como algumas manifestações acima.
Outro detalhe. Uma empresa pode abrir com o capital que quiser e outros que a adquirirem podem alterar para quanto quiser. Ilícito seria se quem fizesse o aporte ou a alteração de capital social não tivesse lastro no IR.
Infelizmente tem muito burro dando palpite, aliás, esses estão ofendendo o animal "BURRO". tENHO DITO.

Rafael Coelho disse...

Alguns manifestantes estão se atendo ao aspecto técnico da reportagem, contudo, o que está sendo levantado neste blog é a origem suspeita do capital. O primeiro manifestante, inclusive, diz que pode ser normal um crescimento nestas proporções, o que não é verdade!
O que pode ocorrer é um investimento de capital neste valor, lembrando que este realmente pode ser alterado, o que me leva a concordar que o documento publicado no blog não comprova nada, contudo, convenhamos que, principalmente para quem leu o livro, é MUITO suspeita a origem deste capital.
Ressalto, por fim, a INDIGNAÇÃO com a mídia brasileira, principalmente a rede globo, que não nos noticia acerca destas investigações feitas pelo Ministério Público Federal.

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