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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O "informante" Fernando Rodrigues ganhou bolsa em Harvard em 2007

É público e notório, por mais que dissimulem, que bolsas e incentivos deste tipo concedidas pelos EUA visam formar líderes na mídia brasileira, simpáticos e afinados com os interesses econômicos e geopolíticos estadunidenses.

- do blog Os Amigos do Presidente Lula

Nos documentos vazados pelo Wikileaks, o jornalista Fernando Rodrigues, colunista da Folha de S. Paulo, também aparece como informante, em encontro na embaixada dos EUA.

Numa conversa de 2006, Rodrigues teve um encontro com representantes da embaixada americana, e disse entre as quatro paredes que o TCU (Tribunal de Contas da União) era aparelhado politicamente pelos demo-tucanos, e tinha relatórios feitos para usar como batalha partidária da oposição contra o governo.

Disse que o tribunal faz análises não confiáveis e seus noves ministros são geralmente ex-senadores ou ex-deputados escolhidos por seus colegas para atuarem partidariamente. Rodrigues citou nominalmente o ministro Aroldo Cedraz, a quem classificou como “carlista” – ligado ao finado Antonio Carlos Magalhães.

De acordo com os documentos, Rodrigues também fazia análises políticas para a embaixada americana e avaliou o cenário da Câmara em 2006, que teve como oponentes Arlindo Chinaglia, do PT, e Aldo Rebelo, do PCdoB. Rodrigues disse que, se Aldo perdesse, ganharia como prêmio de consolação o Ministério da Defesa (o que não ocorreu). (Com informações do Portal 247)

O jornalista Fernando Rodrigues, do grupo Folha de São Paulo/UOL (PIG/SP), apontado em documentos vazados do Wikileaks como "informante" da embaixada dos EUA, ganhou bolsa de estudos por 1 ano (iniciada em agosto de 2007) na Universidade de Harvard, através da Nieman Foundation, daquele país.


Passadas as eleições de 2006, consumada a derrota do candidato apoiado pelo grupo Folha (Alckmin perdeu para Lula), Rodrigues escreveu que passaria por um período de "aggiornamento" (atualização, adaptação à nova realidade) nos EUA, e voltaria em agosto de 2008, "pronto para a cobertura das eleições municipais" (nas palavras dele).


É público e notório, por mais que dissimulem, que bolsas e incentivos deste tipo concedidas pelos EUA visam formar líderes na mídia brasileira, simpáticos e afinados com os interesses econômicos e geopolíticos estadunidenses.

É impensável esse tipo de bolsa para formar líderes cubanos que defenderão a revolução castrista, ou para adeptos de Hugo Chavez, de Cristina Kirchner, Evo Morales, Rafael Correa, ou do "lulopetismo" (como gostam de dizer).

Essa mesma velha imprensa, que pinça até mesmo qualquer coincidência 100% legal na vida pessoal ou profissional de um ministro para fazer ilações pesadas sobre sua integridade moral, exigindo o imediato afastamento para "provar a inocência", o que tem a dizer sobre essas relações carnais de seus jornalistas com governos e corporações estadunidenses?

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