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domingo, 27 de março de 2011

Informação a todos

Informo a todos os meus leitores e leitoras que não estou mais filiado a nenhum partido político. Também não tenho mais qualquer ligação com a assessoria do deputado estadual Pedro Bigardi.

Em breve, estarei alçando novos vôos.

Fiquem ligados!

9 comentários:

Anônimo disse...

E tem um motivo pra essa mudança?podemos saber?

Anônimo disse...

Andre, vc se desfiliou do PCdoB só porque não trabalha mais com o Bigardi? Porque não volta para o PT então? Por que saiu? Não deixe isso no ar porque é ruim, esclarece mais.

Anônimo disse...

Prezado Companheiro,


Notamos a ausência de críticas ao "extraordinário" governo municipal.

Daria um prato cheio.



Claudia
Petralhinha Amadora

Ricardo Melo disse...

Então aguardamos a comunicação da decolagem! Grande abraço.

Luiz Gustavo disse...

Espero que não seja uma saída como as do Leão da Montanha.... No estilo: "Saída estratégica pela Direita!"

Abraços!

André Lux disse...

Pela direita, jamais!

Antonio Moraes disse...

Islândia, um país que pune os banqueiros responsáveis pela crise

A crise financeira de 2008 provocou uma reação pública sem precedentes na Islândia que mudou o rumo do país. Na semana passada, nove pessoas foram presas em Londres e em Reykjavik (capital da Islândia) pela sua responsabilidade no colapso financeiro que causaram que levou a uma reação pública sem precedentes, e mudou o rumo do país.
Nesse país que hospeda a democracia mais antiga do mundo (desde 930) os cidadãos conseguiram mudar o rumo da política com base em manifestações e panelas.
A maioria dos países não ficaram sabendo desses fatos porque a grande mídia pertence aos grandes grupos financeiros e econômicos, e abafam tudo o que possa ser-lhes prejudicial.
A pressão da cidadania islandesa conseguiu não só derrubar um governo, mas também a elaboração de uma nova Constituição e colocar na cadeia os banqueiros responsáveis pela crise no país.
Essa revolução iniciou em 2008, quando o governo islandês decidiu nacionalizar os três maiores bancos - Kaupthing, Landsbanki e Glitnir - cujos clientes eram principalmente britânicos, americanos.
Depois da entrada do estado no capital a moeda oficial (coroa) caiu e a Bolsa suspendeu a sua atividade após uma queda de 76%. A Islândia foi à falência e para salvar a situação o FMI injetou 2.1 bilhões de dólares e os países nórdicos ajudaram com mais de 2.5 bilhões de euros.
Enquanto os bancos e as autoridades locais e estrangeiras procuravam soluções econômicas, o povo islandês tomou as ruas, e com as suas persistentes manifestações diárias em frente ao parlamento em Reykjavik provocou a renúncia do primeiro-ministro conservador Geir H. Haarde e do governo em bloco.
Os cidadãos exigiram, além disso, a convocação de eleições antecipadas, e conseguiram. Em abril, foi eleito um novo governo de coligação.
O Parlamento propôs pagar a dívida de 3.5 bilhões euros à Grã-Bretanha e Holanda, durante 15 anos com juros de 5,5%.
Os islandeses voltaram para as ruas exigindo que um referendo sobre isso. Em março de 2010 a votação foi realizada e 93% da população recusou-se a pagar a dívida nessa condições.
Isso levou os credores a repensar o negócio, oferecendo juros de 3% e pagamento a 37 anos. Mesmo se fosse suficiente, o atual presidente, ao ver que o Parlamento aprovou o acordo por uma margem estreita, decidiu no mês passado não o aprovar e chamar de volta os islandeses para votar num referendo, para que sejam eles a ter a última palavra.
Enquanto os islandeses se recusaram a pagar uma dívida contraída pelos os tubarões financeiros sem os questionar, o governo de coligação lançou uma investigação para resolver juridicamente as responsabilidades legais da fatal crise econômica e já havia detido vários banqueiros e executivos de cúpula intimamente ligados às operações de risco.
Entretanto, a Interpol, tinha emitido um mandado internacional de captura contra o presidente do Parlamento, Sigurdur Einarsson. Esta situação levou os banqueiros e executivos a deixar o país em massa.
Elegeu-se uma Assembléia para elaborar uma nova Constituição para substituir a atual.
Para fazer isso, em vez de chamar especialistas e políticos, a Islândia decidiu apelar diretamente ao povo. Mais de 500 islandeses apresentaram-se como candidatos a participar neste exercício de democracia direta de redigir uma Constituição, dos quais foram eleitos 25 cidadãos sem filiação partidária, que incluem advogados, estudantes, jornalistas, agricultores, representantes sindicais.
Entre outros desenvolvimentos, esta Constituição é chamada a proteger, como nenhuma outra, a liberdade de informação e expressão, com a chamada Iniciativa Islandesa Moderna para os Meios de Comunicação.
Serão as pessoas, por uma vez, para decidirão sobre o futuro do país, enquanto os banqueiros e os políticos assistem (alguns da prisão) à transformação de uma nação, mas do lado de fora.

O artigo é de Alejandra Abad.
do blog do Alexandre Conte

Fernando Romano Menezes disse...

O que houve, André?

André Lux disse...

Leia aqui, Fernando: http://tudo-em-cima.blogspot.com/2011/04/novidades-sobre-meu-novo-empreendimento.html

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