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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Com ‘esmola’ da Prefeitura do PSDB de Jundiaí, moradores em risco não podem alugar imóveis

Moradores lotaram a Câmara, mas saíram desolados
- do blog Mais Jundiaí

A Câmara de Jundiaí aprovou nesta segunda-feira o projeto do prefeito Miguel Haddad (PSDB) para destinar R$ 400 para um auxílio-aluguel por até um ano às vítimas de desabamentos e inundações na cidade.

Apesar das emendas apresentadas pelos vereadores Durval Orlato e Marilena Negro para corrigir o projeto, a base do prefeito na Câmara insistiu no erro e se escondeu por trás de citadas “ilegalidades” na aprovação das propostas.

Mas, vamos à realidade:

- Este valor de R$ 400 não passa de esmola se levarmos em conta os valores dos imóveis inflacionados pelo alto custo de vida em Jundiaí. Com este dinheiro, os moradores não conseguiriam alugar nem as próprias casas em risco. Apesar do alerta em reportagens da imprensa local e de especialistas do setor imobiliário nada se fez para aumentar o valor. Resultado: proposta de aumento recusada pelos aliados do prefeito.

- Os contratos com imobiliárias são, em geral, de 12 meses renováveis e não por seis meses renováveis como proposto pelo prefeito e aprovado na Câmara. O assunto também foi ignorado.

- Para todo contrato imobiliário exige-se um fiador. Pergunta: como as pessoas em risco, que perderam praticamente tudo com as chuvas junto com a maioria dos familiares, conseguirão arrumar um fiador para a locação dos imóveis? A emenda para tornar a própria Fumas (Fundação Municipal de Ação Social) fiadora das famílias também foi rejeitada pela base de sustentação do prefeito Miguel.

- Sobre os citados vícios de ilegalidade e inconstitucionalidade: Já que, em tese, as propostas não poderiam partir da Câmara, então porque os vereadores da base não tentam sensibilizar o Executivo para promover tais ações? Ficou mais fácil para eles dizer que “NÃO PODEMOS” ao invés de “NÃO QUEREMOS”. E assim, tentou-se, mais uma vez, blindar o prefeito das besteiras que faz.

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