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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ódio e preconceito: “Jornal de Jundiaí” agride a honra de mais de 87 mil jundiaienses

As pessoas que lutam por uma sociedade mais justa, humana, igualitária, livre e democrática serão eternamente gratas aos Mazzonis e seus pares pela ajuda – mesmo que involuntária - na nossa caminhada rumo ao socialismo e a um mundo melhor.

- por Tércio Marinho, presidente do PCdoB de Jundiaí

A terceira derrota consecutiva da direita neoliberal, representada pela aliança entre PSDB e DEM, ao Governo Federal do Brasil deixou grande parte de seus apoiadores espumando de ódio e rancor, inclusive aqueles que trabalham na mídia corporativa. Eles não conseguem acreditar que, mesmo depois de oito anos batendo diariamente no governo Lula e depois em sua candidata, o político apoiado pelos seus patrões, José Serra, levou mais uma surra nas urnas (principalmente em Estados do sudeste como Minas Gerais, dominado pelo PSDB há anos, e Rio de Janeiro).

Então, ao invés de serem honestos e corajosos e analisarem os motivos que levaram o candidato deles à derrota humilhante à luz do sucesso incontestável do governo Lula, o que fazem? Simples: resolvem tentar desqualificar os votos dos eleitores de Dilma Rousseff e inventam teorias sobre um “Brasil dividido” entre os supostamente “iluminados” sulistas que votaram em José Serra e os “ignorantes” nortistas e nordestinos que, deliram, elegeram a candidata da aliança de centro-esquerda.

Todavia, basta analisar os resultados das votações nos Estados, como os já citados MG e RJ ou o Rio Grande do Sul, por exemplo, onde Dilma perdeu para Serra por uma diferença menor do que 1%, para perceber que essas afirmações são absolutamente ridículas. Além disso, já foi comprovado que Dilma seria eleita mesmo sem os votos do Nordeste (confira o gráfico mais abaixo).

Muitos artigos foram escritos e publicados na “grande mídia” nos últimos dias repletos de afirmações preconceituosas, machistas, sexistas e francamente ofensivas tanto à presidente Dilma Rousseff como a seus eleitores. Mas nenhum supera o texto assinado pelo editor-chefe do Jornal de Jundiaí, Sidney Mazzoni, e publicado em seu editorial semanal no dia 1 de novembro de 2010.

Repleto das costumeiras incorreções, distorções, comentários misóginos (como chamar a recém eleita Presidente da república de “dona Dilma”) e grosserias que são as marcas registradas desse pseudo-jornalista que, ao que tudo indica, tem carta branca da direção do jornal para atacar e denegrir quem ele bem entender, o texto merece a nossa atenção por conter uma agressão abominável à honra da população que votou em Dilma Rousseff, especialmente os mais de 87 mil jundiaienses que optaram pela petista nas urnas - muitos dos quais devem ser inclusive assinantes do jornal!

Vejam a que ponto chega o editor-chefe do jornal mais vendido de Jundiaí na sua ânsia de destilar o ódio que sente pela derrota de seu candidato José Serra:

“Que dona Dilma coloque o Bolsa Família, o maior programa assistencialista-eleitoreiro da história do País, nos eixos. Criado para botar comida na boca dos pobres, colocou esticados na rede uma geração de vagabundos, que vive às custas de quantos filhos a mulher conseguir parir na temporada de acasalamento. E do dinheiro de quem trabalha de verdade.”

Ou seja, para o Jornal de Jundiaí, em nome do qual escreve seu editor-chefe, todas as pessoas que votaram em Dilma o fizeram por causa do Bolsa Família, um programa eleitoreiro que tornou “vagabundos” todos os pobres que “vivem às custas dos filhos paridos na temporada de acasalamento”!

Os teores de preconceito social e ignomínia contidos nessa afirmação ultrapassam qualquer limite racional, mas não vamos nos ater a tais detalhes sórdidos, pois no fundo revelam apenas os desvios éticos e psicológicos de seu autor. Poderíamos inclusive troçar do pseudo-jornalista já que o candidato dele, José Serra, não apenas prometeu manter o programa como está, mas que passaria também a oferecer 13º salário aos beneficiários do Bolsa Família!

O que interessa é que qualquer pessoa minimamente honesta e bem informada sabe que a insinuação feita pelo JJ é mentira pura e simples.

O ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) divulgou que atualmente cerca de 12 milhões de famílias são atendidas pelo programa (considerando que apenas mãe e pai tem idade para votar, teríamos um total de, no máximo, 24 milhões de eleitores diretamente beneficiados), enquanto Dilma obteve mais de 55 milhões de votos. Em Jundiaí cerca de 7 mil famílias recebem o Bolsa Família, o que daria no máximo 14 mil eleitores, contra os 87 mil votos que a candidata da aliança de centro-esquerda conquistou na cidade. Sem dizer que existem muitas pessoas que, mesmo recebendo o Bolsa Família e outros benefícios proporcionados pelo Governo Federal, optaram por votar no candidato da direita neoliberal.

Outro dado convenientemente ignorado pelo Jornal de Jundiaí: até janeiro deste ano, mais de 4,1 milhões de famílias tiveram o benefício do Programa Bolsa Família cancelado, segundo dados do MDS (Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome). De acordo com informações da Agência Brasil, os cortes são referentes ao aumento da renda per capita familiar sobre o piso mínimo estabelecido pelo programa. No geral, mais de 2,2 milhões de famílias (54%) foram dispensadas do benefício ou tiveram o auxílio suspenso pela elevação da renda (clique aqui para ler a matéria do site Infomoney).

Ou seja, quem afirma que o Bolsa Família “colocou esticados na rede uma geração de vagabundos” está agindo com pura má fé – o que é ainda mais grave no caso de um suposto jornalista que deveria, em nome da profissão e da ética, defender a verdade factual acima de tudo.

Momentos como esse em que vivemos no Brasil hoje, da vitória do amor sobre o ódio e da verdade sobre a mentira, quebram velhos paradigmas e são de grande importância histórica. Os oitos anos de Lula à frente do Governo Federal elevaram os pobres, os famintos e os marginalizados à condição de seres humanos, fator que infelizmente é inadmissível para alguns supostos defensores da democracia, da tolerância e da diversidade que, impulsionados pelo seu ódio de classe e pela sua soberba, são forçados a tirarem suas máscaras e mostrarem a todos suas verdadeiras faces.

A despeito do lixo grosseiro e ofensivo que destilam em páginas impressas ou virtuais, isso é extremamente positivo para a democracia, pois permite que a população analise e forme sua opinião crítica a partir dessas revelações públicas de valores e crenças que até ontem só eram confessados em conversas privadas entre a minoria que deu as cartas no Brasil até 2002. Não é à toa, portanto, que a dita “mídia grande” e seus autoproclamados “formadores de opinião” perdem a credibilidade e o respeito da população a cada dia e não conseguem mais manipular o coração e a mente da maioria dos brasileiros.

É por tudo isso que as pessoas que lutam por uma sociedade mais justa, humana, igualitária, livre, democrática e ecologicamente sustentável serão eternamente gratas aos Mazzonis e seus pares pela ajuda – mesmo que involuntária - na nossa caminhada rumo ao socialismo e a um mundo melhor.

Leia outras reações de indignação contra o Jornal de Jundiaí e seu editor-chefe:

- Imperdível: O Inacreditável Sidney Mazzoni - por Douglas Yamagata

- Analisando o "jornalismo" pitbull de Jundiaí - por Edgar Borges Júnior

10 comentários:

ABD RO disse...

Blogueiros Tendenciosos: http://t.co/1dQ03KP

Viriato disse...

Conheço Jundiaí. É uma cidade bonita e os poucos contatos que mantive na cidade foram com pessoas simpáticas e hospitaleiras. Digo isso porque fico imaginando se há ali alguém que leia essa m* de jornal.
O cara é ruim demais: tem a ironia de um buldogue e a sutileza de um cão amestrado.
Sinceramente, a Jundiaí que conheço não merece um "jornalista" assim!

Ricardo Melo disse...

André, vou confessar uma coisa: acho o máximo ler o Sidney Mazzoni!E ver o texto do "editor chefe" no jornal mais lido de Jundiaí é garantia de piada certa.

Tudo bem, pode dizer que eu tenho um humor mórbido, mas eu acho o máximo ver o Sidney Mazzoni expor toda a sua “erudição” e posar de "chefe".

No fundo ele mesmo sabe que, se é que existe alguma "bolsa" condenável no Brasil não é a Bolsa Famíla. É a "bolsa desinformado", a "bolsa piada" que muitos recebem.

Recebem para esparramar as suas “pérolas” e evitar que opiniões “inconvenientes aos que realmente mandam” cheguem ao público.

São milhares pelo país os “encostados” que não conseguiram se destacar em algo realmente proveitoso, mas encontraram um “nicho” de sobrevivência ao agradar os donos do dinheiro, ao simplesmente “mandar” na letra e na palavra, evitando que análises pertinentes surjam na mídia. Seria esse o caso de Sidney Mazzoni? Pode ser...

Ler o texto de Sidney Mazzoni muito me compraz, eu rio muito mesmo. Certamente os seus colegas e "prepostos" comentam a respeito do “brilhantismo”, de seu texto e de seu comando.

Certamente ele sabe que é um “exemplo” de lider, porque para ser chefe de verdade o profissional precisa mostrar algum preparo, conhecimento e talento.

Que continue Sidney Mazzoni a acreditar na sua "iluminação”, eu fico rindo de sua profunda “erudição”, de seus “amplos conhecimentos” a respeito de política, sociedade e também dos seus, digamos, “conhecimentos gerais”.

Que Sidney Mazzoni fique tranquilo, para mim ele cumpre uma honesta função de humorista, a verdade é que parte da essência do humor é exatamente a de evidenciar um objeto inusitado e fora de lugar em um dado contexto.

Por isso Sidney Mazzoni é o grande cômico de Jundiaí, por isso com certeza ele continuará por anos a fio no seu cargo de "editor chefe".

E eu não estou nem aí, a permanência dele nessa posição cômica não vai mudar nada, apenas servirá de símbolo do grotesco, do burlesco, do insuficiente. Então, vamos rir.

Espero que Sidney Mazzoni continue fazendo bom uso da sua "bolsa incaz". Se ele não a conquistou por seu próprio mérito alguém dever ter feito grandes esforços na vida para isso. Então alguém teve mérito!

Sim, incapaz. Pois demonstra que foi ética e analiticamente incapaz ao usar linguajar ofensivo às mulheres carentes do país, ao afirmar que elas parem “na temporada de acasalamento”.

Sidney Mazzoni negou a humanidade às mulheres beneficiadas pelo Bolsa Família, as reduziu à própria animalidade. Sim, fez isso do alto dos seus conhecimentos adquiridos. Não correrei no mesmo erro, não o chamarei de animal, afinal animais todos os humanos somos. Mas somos também “racionais” e não temos “temporada de acasalamento”.

Talvez Sidney Mazzoni conceba que os pobres e os miseráveis sejam menos humanos e acasalem na temporada. Nesse caso, alguém poderia perguntar se já ocorreu em algum momento da História da Humanidade o fato de algum Mazzoni ter sido pobre. Não, ninguém precisa pesquisar. Eu, você, todos temos ou tivemos pobres ou miseráveis entre familiares ou entre nossos ancestrais. Mesmo assim, todos sempre tivemos garantida a nossa humanidade. Humanidade provada e atestada por todos os meios científicos disponíveis, seja no âmbito da antropologia, da medicina ou da abordagem política e social. Não é mesmo, Sidney Mazzoni?

Não vou citar todos os erros evidenciados no novo texto de Sidney Mazzoni, deixo esse espetáculo ridículo para ser “apreciado” no seu conjunto.

Todos os que pensam e raciocinam em Jundiaí só tem a agreceder pelo seu espetáculo patético. Sidney Mazzoni, continue sempre assim, você é o “máximo”.

Andre Luis disse...

A melhor que eu já ouvi foi que paulista vota tão bem que foi capaz de transformar o Tiririca em político e o Serra em palhaço ...

Renata disse...

Tipinhos ridículos como esse mazzoni comprovam que para a direita democracia só serve quando eles ganham.

Jonascity disse...

Muito bom o texto!
(Exceto pelo termo socialismo, um pouco mal colocado ao final. O que se aponta num governo do PT está muito longe de uma perspectiva socialista.)

Veja esse texto, por Francisco Horácio - Doutorando em economia pela UFMG.

Gostaria de apresentar alguns fatos (sobre o bolsa-família) para vcs:

- O programa bolsa família não é nenhuma novidade, ou criação inédita, dos governos de esquerda do Brasil. Existem políticas públicas de transferência de renda no mundo inteiro, em países desenvolvidos e subdesenvolvidos, que recebem a denominação genérica de "programas de transferência de renda";

- Qual é a importância dessas políticas públicas para o mundo e, mais especificamente, para a comunidade internacional de cientistas? Um economista indiano chamado Amartya Sen, que já estudou, escreveu eajudou a implantar esses programas em diversos países, já recebeu prêmio nobel de economia;

- O que Amartya Sen descobriu? Através de pesquisas fundamentadas, Amartya Sen ofereceu uma resposta segura para a seguinte pergunta: os mecanismos de mercado, da livre concorrência e iniciativa privada, são suficientes para retirar pessoas da situação de pobreza absoluta (miséria)? A resposta para essa pergunta é não. O mercado não retira pessoas da situação de miséria. E por que? Por que o mercado não faz isso?

- Para resumir, imaginem a seguinte situação: o RH de uma empresa contrataria pessoas que não tem dinheiro para se vestir de forma adequada? Uma empresa contrata alguém que não toma banho pq não tem banheiro em sua residência? Uma empresa contrata alguém subnutrido, que não tem forças para desempenhar tarefas que exigem concentração mínima ou movimentos repetitivos por 08 horas? A resposta é não. Assim, essas pessoas estão excluídas do mercado de trabalho formal, não porque elas querem, mas pq simplesmente elas não possuem as condições econômicas mínimas para se adequarem aos padrões básicos de contratação do mercado;

- Assim, os miseráveis devem, primeiro, ter acesso a uma renda mínima para tentarem alguma ocupação no mercado de trabalho formal, e não o contrário.
É muito comum o argumento: "sou contra o bolsa família pq temos que ensinar a pessoa a pescar, e não dar o peixe". Esse argumento é correto, mas o que está errado é não perceber que ter uma renda mínima faz parte da "vara de pescar".

- Por fim, outro argumento muito comum é que os programas de transferência de renda geram uma "preguiça", um "ócio nos mais pobres", que os leva a não buscarem trabalho, à "vagabundagem". Esse argumento já foi testado inúmeras vezes, e o fenômeno observado nas famílias - em vários países do mundo - que participam dessa política pública é exatamente o oposto. Uma vez que as pessoas conseguem as condições mínimas para se integrar ao mercado de trabalho formal, elas buscam empregos com maiores remunerações para aumentar seu poder de compra, sua qualidade de vida. Esse resultado, na minha modesta visão, é óbvio. Se vc entrega a "vara de pescar", é claro que as pessoas vão querer buscar trabalhos para "pescar mais". Esse efeito, associado ao crescimento econômico dos últimos anos, é uma das explicações para o aumento expressivo do mercado de "consumo de massa" no Brasil nos últimos 08 anos. Os programas de transferência de renda levam as pessoas a buscarem trabalho, pelo simples desejo de melhorarem de vida, melhorarem de casa, comprarem um carro, trocar de celular e TV,etc. Mesmo sem analisar o caso do Brasil, os estudos dos outros países no mundo nos mostram que esse argumento de que "a transferência de renda gera preguiça" é um preconceito não embasado nos fatos.

Assim, a conclusão final dos estudos é que os programas de transferência de renda mínima são um instrumento importantíssimo para promover o desenvolvimento social dos países, e por esse fato, tais programas são recomendados por instituições como a ONU, o Banco Mundial entre outras.

Anônimo disse...

\o atraso do Brasil representa o que as elites sempre impuseram à sua população,mas esse panorama começou a mudar e tomara não pare mais de mudar. Mudar para evoluir, evoluir para melhorar, mas melhorar para quem ? Para quem sempre ficou de de fora, há muita coisa,para quem estava por cima, estava tudo muito bom, então mudar para quê? Isso justifica o conservadorismo dessa gente...

a lesma lerda disse...

Blogosfera em Transe ou Obrigado Mayara Petruso, Por Expor as Entranhas de Sua/Nossa Gente ou Só se Desilude Quem Se Ilude
É quase impossível ignorar certas ondas que surgem nas mídias sociais. São verdadeiras tsunamis de informações e conceitos que só se poderia deixar de tomar conhecimento se você estivesse morto ou enterrado vivo. O foco dessa introdução é a avalanche de torpeza, ignorância e ignomínia manifestada nas eleições presidenciais de outubro 2010.
E o catalisador foi a obra da famigerada (no sentido empregado no conto homônimo de JGR) advogada paulistana Mayara Petruso que, talvez por sua pouca idade e escassa vivencia, acabou expressando publicamente o que muitos de seus conterrâneos pensam mas não dizem:
Que seria um grande beneficio ao estado de São Paulo se cada um de seus nativos buscasse afogar um “nordestito” (ela queria dizer nordestino, mas parece ter muitos problemas com a língua pátria além dos que tem com os habitantes dessa região do país).

CLIPPER SHOP Audiovisuais disse...

Bom, e muitos chamam isso de "liberdade de imprensa"... Fazer uso da mídia para dizer o que bem entendem sob o manto da impunidade da instituição "IMPRENSA LIVRE" é algo muito perigoso. Uma caça às bruxas velada. Tá, vão dizer que se alguém se sentir ofendido ou lesado poderá recorrer à justiça... Depois do "bosta" no ventilador fica difícil reparar o dano. Sem provas concretas um jornal , etc... inventa, acusa e condena. E fica por isso mesmo. Afinal, a imprensa/mídia onipotente está acima de tudo. É praticamente intocável. Quando tentam moralizar ou impor limites éticos vem todos gritando: -Querem amordaçar a imprensa! Será que a sociedade merece estar a mercê destes grupos da mídia prepotente que defende seus interesses "travestidos" de verdade única e irrepreensível? Dá medo esse PODER de imprensa que só mostra o que é filtrado, o que convém. Uma lavagem cerebral que temos que lutar para não sermos "Convencidos e manipulados". Deveriam haver multas severas aos meios de comunicação que descaradamente distorcem, inventam e enganam a sociedade. Devemos ter informação, sim, mas sem deformação.

CLIPPER SHOP Audiovisuais disse...

Bom, e muitos chamam isso de "liberdade de imprensa"... Fazer uso da mídia para dizer o que bem entendem sob o manto da impunidade da instituição "IMPRENSA LIVRE" é algo muito perigoso. Uma caça às bruxas velada. Tá, vão dizer que se alguém se sentir ofendido ou lesado poderá recorrer à justiça... Depois do "bosta" no ventilador fica difícil reparar o dano. Sem provas concretas um jornal , etc... inventa, acusa e condena. E fica por isso mesmo. Afinal, a imprensa/mídia onipotente está acima de tudo. É praticamente intocável. Quando tentam moralizar ou impor limites éticos vem todos gritando: -Querem amordaçar a imprensa! Será que a sociedade merece estar a mercê destes grupos da mídia prepotente que defende seus interesses "travestidos" de verdade única e irrepreensível? Dá medo esse PODER de imprensa que só mostra o que é filtrado, o que convém. Uma lavagem cerebral que temos que lutar para não sermos "Convencidos e manipulados". Deveriam haver multas severas aos meios de comunicação que descaradamente distorcem, inventam e enganam a sociedade. Devemos ter informação, sim, mas sem deformação.

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