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segunda-feira, 27 de abril de 2009

Porque sou Petista: É gente como a gente fazendo política!

Sabem por que eu sou Petista? Simples, porque é um partido composto por pessoas como eu e você que, conscientes da necessidade de participar da vida pública, decidem fazer política.

Bem diferente dos partidos conservadores e pseudo-liberais elitistas tradicionais, onde a política é monopólio de meia dúzia de caciques ou coronéis que usam o poder público em pról de seus interesses particulares.

O PT é, como diria o Jorge Mautner, um amalgama de pessoas das mais variadas classes sociais, econômicas, intelectuais e étnicas que se juntam para tentar lutar por mais justiça social e igualdade. E é exatamente por isso que é alvo do ódio e da perseguição implacável dos setores reacionários e elitistas da sociedade, cuja mídia corporativa nos ataca sem dó ou piedade. É a velha e simples luta de classes, nada além.

Isso não quer dizer que o PT é perfeito e que todo mundo que dele faz parte é um santo ou herói. Afinal, como em toda agremiação humana é também passível de falhas, erros e desvios, mesmo porque a imperfeição é inerente à condição humana. Mas é de lavar a alma saber que existe um lugar onde a diversidade e a diferença coexistam e se agrupem para lutar pelos mesmos ideais.

Confiram abaixo fotos que tirei durante a reunião de Planejamento do PT de Jundiaí, realizada no último domingo, 26 de abril, no sindicado dos Aposentados, que contou ainda com a participação do prefeito reeleito de Várzea Paulista, Eduardo Tadeu.













Agência Carta Maior apresentou: Painel "Mídia Em Dabate"

Eu, minha esposa e nosso amigo Ricardo Melo participamos do painel "Mídia Em Debate", oferecido pela agência Carta Maior na sexta-feira passada, dia 24 de abril, no Maksoud Plaza, em São Paulo.

O debate foi feito por importantes intelectuais de esquerda, como Laurindo Leal Filho, Professor da Universidade de São Paulo-SP, Venício Lima, Pesquisador da Universidade de Brasília – UnB, Luis Nassif, Jornalista, Damian Loreti, Professor da Universidade de Buenos Aires – Argentina, Antonio Roberto Espinosa, Professor da Escola Pós-Graduada de Ciências Sociais (FESP) e da Escola Superior Diplomática, e Ivan Seixas, Jornalista.

Quem quiser, pode assistir à integra do debate na TV Carta Maior, clicando neste link. Vale a pena! Confiram abaixo algumas fotos que tirei durante o evento:





sábado, 25 de abril de 2009

Mais Atitude é isso aí! Seguidor do "poodle" da Veja vomita em meu blog!

Vejam o nível de argumentos que os seguidores do poodle raivoso da Veja (se não for o próprio) depositam nos blogs independentes, sempre de forma anônima, é claro, para lembrar a todos como são corajosos e viris.

Anônimo escreveu...
"Vocês são tudo farinha do mesmo saco, só mudam de quadrilha. De um lado o PSDB e a mídia. De outro o PT e seus blogueiros "independentes". Outra coisa: quero mais que se foda se esse comentário não for publicado nessa aterro sanitário sem controle de nível de entulho que você chama de blog."


O mais engraçado é que ainda se fingem de "apartidários", xingando a todos porque acham que assim não dá na cara em nome de quem estão falando... Hilariante!!

Esse foi o Lula quem nomeou... Joaquim Barbosa anda na rua e é saudado pelo povo



Até os jornalistas-jagunços da Veja estão se rendendo ao fracasso (mais um) da aposta que fizeram no grotesco Gilmar Dantas... Mendes, aquele que foi nomeado Ministro do STF por ninguém menos que o grão-vizir do PSDB, Fernando Henrique Cabuloso, e estava sendo cotado pela fina flor da elite golpista paulista para ser o vice do Serra em 2010! Mais um tiro no pé, coitados... Leiam abaixo e comprovem.

- André

Joaquim Barbosa anda na rua e é saudado pelo povo

O ministro Joaquim Barbosa, depois da discussão com o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, passou pelo teste das ruas, de acordo com o colunista da revista Veja, Lauro Jardim. “Ao final da refeição, de sua mesa até a porta teve que parar em todas mesas por que passou: os comensais levantavam-se estendiam-lhe as mãos e mandavam um “parabéns” ou um “muito bem, ministro”, de acordo com o jornalista. Ele informa que Barbosa almoçou no tradicional Bar Luiz, restaurante no centro do Rio de Janeiro, fundado em 1887.

JB, que sugeriu a Gilmar Mendes que andasse pelas ruas na quarta-feira (22/4), estava acompanhado de três amigos, tomou dois chopes e comeu filé bem passado com salada de batatas. Lauro Jardim, em seu blog, conta que ele caminhou pela Rua da Carioca, tomou um café “de pé”, e continuou a receber mais saudações.

“Por volta das 14h50, quando seguiu para entrar no carro oficial na esquina da Avenida Rio Branco, formou-se um pequeno tumulto: várias pessoas o pararam. Novas saudações e sessões de fotos feitas pelos celulares dos admiradores. Por pelo menos cinco minutos, Joaquim Barbosa foi cercado e parabenizado. Agradecia a todos com um sorriso, um aperto de mãos e um “obrigado”.”

A Gazeta Mercantil, em reportagem de Luiz Orlando Carneiro, informou que na quarta-feira (22/4), após o súbito término da sessão plenário, os ministros Celso de Mello e Carlos Ayres Britto foram até o gabinete de Joaquim Barbosa para tentar convencê-lo a se retratar com o presidente da corte. Ele teria se comprometido a fazer a retratação apenas na parte em que pediu para que Gilmar Mendes não lhe tratasse “como os capangas de Mato Grosso”, na quinta-feira (23/4). A sessão plenária, no entanto, foi suspensa por conta do episódio.

Meu precioso já era... Poodle da Veja odeia blogues independentes!

Deu no blog do Eduardo Guimarães:

Esgoto diz que PT ‘aparelhou’ internet

O blog do Esgoto da Veja saiu-se com uma “explicação” para a erupção impressionante de apoios ao ministro Joaquim Barbosa – e de repúdio a Gilmar Dantas – na internet. No próximo post, comento.

Divirtam-se, abaixo, com o estrebuchar dessa figura patética.

(...) Eu não quero saber da canalha que se dedica a correntes na Internet e a fraudar enquetes. São profissionais do ramo. Aparelham blogs, sites, seções de carta de jornais e revistas, ombudsman, tudo... Monopolizam bate-bocas em áreas de comentários que acabam virando chat. São meia-dúzia, mas parecem ser uma legião, como os demônios. Aqui não entram. A tal lei antifumo proíbe até fumódromo, não é? No meu blog, não permito “petralhódromo” — não que esteja comparando fumantes a petralhas. Os fumantes não merecem. Se, entre os mais de dois mil comentários que recebo por dia, escapa algum, caço e casso.

(...) Folgo ao constatar que li em ambos [em editoriais da Folha e do Estadão de hoje] o que aqui se afirmou desde o primeiro momento daquele embate [entre Gilmar Dantas e Joaquim Barbosa]. Folgo em saber que, como sempre, este blog não caiu no “clamor da Internet” — e rejeita juízes que preferem o “clamor das ruas” à letra da lei. Como sempre, não procurei saber para que lado soprava o vento para, então, sair navegando a favor da corrente. Disse um desses que desprezo: “A Internet inteira de um lado, e você do outro”. Internet inteira? Ainda que fosse verdade, a “Internet inteira” que se danasse. Até porque, como se vê, inteira não seria (...)

Meu comentário:
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAHAAAAAHAHAHAA!!!!!

Carta Capital: Não deixem de ler!

Alguém, finalmente, resiste

- por Mino Carta, na Carta Capital

E as Excelências partiram para a briga. O fraseado solene das litigantes parecia indicar o comparecimento transcendente dos deuses da tragédia grega ou dos fantasmas de Ulpiano, Modestino e Gaio. Talvez uns e outros, sem excluir Sólon. Vale dizer, de todo modo, que a acusação dirigida pelo ministro Joaquim Barbosa ao presidente do STF, de destruir a Justiça brasileira, é a primeira manifestação pública e de grande peso a denunciar os comportamentos de Gilmar Mendes.

E no momento em que Barbosa invectiva, “Vossa Excelência quando se dirige a mim não está falando com seus capangas de Mato Grosso”, não me contive e anunciei aos meus espantados botões: o ministro lê CartaCapital. E mais: dispõe-se a repercutir as informações da revista, ao contrário da mídia nativa, obediente à omertà conveniente ao poder.

Nas nossas páginas, a destruição “da credibilidade da Justiça brasileira”, como diz o ministro Barbosa, tem sido um dos temas principais há um ano, ou seja, desde o instante em que Gilmar Mendes assumiu a presidência do Supremo.

Cito, em resumo, Wálter Fanganiello Maierovitch, ao lembrar que neste período “Mendes notabilizou-se pelo hábito de prejulgar” e “sobre antecipações de juízos (...) teceu considerações fora dos autos sobre financiamentos aos sem-terra e sobre a revisão da Lei da Anistia”.

“Na presidência, Mendes estabeleceu e sedimentou – escrevia na edição passada Fanganiello Maierovitch – uma ditadura judiciária (...) de maneira a transformar o STF numa casa legislativa onde o emprego de algemas em diligências policiais, em vez de lei, virou súmula.”

Os jornalistas costumam ser sovinas na hora de criticar Gilmar Mendes, mesmo quando, por ocasião da segunda prisão de Daniel Dantas em consequência da Operação Satiagraha, atropela a decisão do juiz de primeira instância, Fausto De Sanctis, ao conceder habeas corpus ao banqueiro. Ou quando, em nome de um grampo que não conseguiu provar, e até não sabe se efetivamente se deu, exige o desterro do delegado Paulo Lacerda.

Claro que a revista Veja, bíblia dos privilegiados, prestou-se ao jogo de Mendes, em um caso e noutro, em busca do resultado final, o enterro da Satiagraha. Desterro, enterro. Esta sim, uma operação com fartas chances de êxito.

São, aliás, muito peculiares os cruzamentos possíveis deste enredo, sem contar os equívocos. Por exemplo, não me canso de lembrar que Luiz Eduardo Greenhalgh, além de advogado de Cesare Battisti, em nome de uma discutível e mesmo improvável solidariedade esquerdista, também presta seus serviços ao já citado Daniel Dantas, responsável pela entrega à semanal da Editora Abril de um dossiê falso destinado a provar a existência de contas em paraísos fiscais do presidente Lula ou outras personalidades. Ah, sim, de Paulo Lacerda inclusive. A gente sabe, o mundo é pequeno.

E por exemplo. Na semana passada contei de um telefonema de Brasília recebido no dia da primeira prisão do orelhudo no desfecho da Satiagraha. Figurão do governo me pega na minha chegada à redação e diz eufórico: “Viu, viu o que a gente fez?” Pois o figurão inclinado a entusiasmos temporários veio visitar-me na redação cerca de um mês depois.

Pretendia informar-me a respeito do destino de Daniel Dantas: que eu não perdesse a esperança, um grande vilão não escaparia à justa punição. Sua fala soava como uma satisfação não solicitada, mesmo porque não carecemos de vilões e CartaCapital não cultiva com Dantas uma pendência pessoal. Contudo recomendou-me paciência. Com bonomia. Não custava aguardar, e não adiantou exprimir algum ceticismo quanto ao negrume do futuro dos vilões.

Pergunto-me agora o que espera o ministro Joaquim Barbosa. O ostracismo? A julgar pelas primeiras reações midiáticas, a execração pública, como medida preliminar. Vale acentuar, porém, que o iniciador do conflito foi Gilmar Mendes. Primeiro, na repreensão indireta a uma ausência justificada do seu par. Depois, com a grave censura ao acusá-lo de usar critérios classistas nos seus julgamentos.

Triste, lamentável episódio, e CartaCapital entende as razões de quem assinou a solidariedade ao presidente do STF com o propósito de evitar danos mais graves à instituição. Mas o que não é triste e lamentável no Brasil de hoje nos mais diversos quadrantes?

Tréplica da réplica: Presidente do "Juventude PSDB" tem a palavra

Márcio Ferrazzo, presidente do "Juventude PSDB", voltou a postar um comentário em meu blog, o qual reproduzo abaixo e comento em seguida.

Márcio Ferrazzo disse...
As diferenças são comuns e saudáveis na democracia. A posição deste blog é clara, assim como minha filiação partidária. Nesse contexto, sou social democrata sem radicalismos. Eu não respondo pelo site da juventude do PSDB do município de São Paulo. De fato, essas campanhas de lá são ridículas. Em Jundiaí, criamos o movimento Mais Atitude!, o Espaço da Juventude, elegemos o vereador mais votado do partido, muitas vezes brigando internamente. É pressuposto da nossa ação MUDAR AS PRÁTICAS DO PARTIDO COM AS QUAIS NÃO CONCORDAMOS, inclusive. Sobre o comentário da Stella, triste é ver a UNE, por exemplo, que se diz de esquerda, vendida e especializada em fraudar as eleições; triste é ver a juventude alienada porque só assiste a brigas ideológicas que ignoram suas idéias e seu modo de vida atual; triste é ver gente ficar com dedo em riste sem colocar a mão na massa com dignidade pela mudanças políticas etc. Na minha coluna publicada aos sábados no Jornal da Cidade, já elogiei secretário do PSOL de Várzea, jovem petista do Anchieta, assim como o vice Luiz Fernando nos projetos para a juventude da Prefeitura. Já falei bem do Portal da Transparência do secretário de Finanças Parimoschi, como contribui com a camapanha Adote um Vereador. Obrigado pela oportunidade. Abraços!


Márcio, obrigado pela sua participação e pela civilidade.

Em relação à campanha "Mais Atitude" duas considerações. Primeiro, que ela foi claramente criada para demonizar o PT entre os jovens da classe média da cidade, tanto é que só usava slogans como "mensalão" e outros factóides criados pelo PiG e pelos marketeiros do PSDB para atacar o Partido dos Trabalhadores, seus políticos, filiados e simpatizantes. Segundo que, em minha modesta opinião, era tão óbvia e mal feita que chegava a ser, como bem disse meu amigo Ricardo Melo, pitoresca. Não vejo diferença entre aquilo e as coisas feitas pela turma de São Paulo que você critica, sinto muito pela franqueza.

Lembro bem que tanto eu quanto minha esposa tínhamos crises de riso toda vez que víamos aquela peça anti-petista tosca pregada na entrada do estacionamento do Birra ou em algum outro barzinho da "onda"...

Agora, faço uma pergunta. Um dos três jovens enfezados (na certa estavam bravos com o governo Lula e a "incompetência" do PT) que faziam parte da foto da campanha era negro (infelizmente não consegui achar uma reprodução desse poster na net, mas tenho certeza que você pode confirmar isso). O PSDB, que como todos sabemos criou a tal campanha mas não teve coragem de colocar seu símbolo nos outdoors e cartazes, está no poder na cidade há 20 anos, mas nunca nomeou um secretário negro para atuar na Prefeitura. Você não acha isso no mínimo contraditório? Ou será que não temos negros competentes para ocupar tais cargos aqui em Jundiaí? Ou negros servem para aparecer em "campanhas cívicas" anti-petistas, mas não para ocupar cargos públicos de confiança?

Está aberto o espaço para a sua resposta.

Abraços socialistas e democráticos!

A Justiça tarda... e falha! Jundiaí acordou mais triste nesta sexta-feira

Esta sexta-feira teve um gosto amargo para a boca de metade da população de Jundiaí. Aquela metade que votou nos candidatos da oposição aos barões da especulação imobiliária que deixam principalmente a população pobre e carente da cidade às minguas, sem transporte, sem saúde, sem educação e sem infra-estrutura básica.

Miguel Haddad e seu vice, ambos do PSDB (Partido Só De Bacana), foram absolvidos em quatro das sete cassações movidas contra eles pelo Juiz Eleitoral de Jundiaí. Mas, como disse um amigo meu que esteve no julgamento no TRE na tarde de quinta-feira, "aquilo parecia mais um ninho de tucanos vestindo a capa do Batman". Dito e feito. Mas esperar o que de uma Justiça que tem como supremo mandatário alguém do naipe de um Gilmar Mendes (indicado pelo príncipe dos sociólogos, FHC)?

Os representantes do Partido da imprensa Golpista de Jundiaí, especialmente o Jornal da Cidade, só faltavam dar uma champanhe grátis com a edição da sexta-feira! Era pura comemoração, com matérias que devem ter vindo direto da assessoria de marketing do PSDB (veja reprodução ao lado, colocaram até o Haddad com um garotinha feliz, uma coisa grotesca mesmo, daquelas que fazem a gente ter vergonha de ser jornalista!).

Não tenho palavras para expressar minha tristeza, porém confio que um dia aquela outra metade da população de Jundiaí despertará de seu torpor e vai, nas urnas, mudar os destinos dessa tão castigada cidade.

Enfim, deixo a palavra para o Cesar Tayar, presidente do PPS de Jundiaí, que por incrível que pareceça aqui está ao lado da esquerda na luta contra os coronéis que comandam nossa cidade com mão de ferro há 20 anos...

JUSTIÇA?

- por Cesar Tayar, do blog do Beduíno

Pois é meus amigos. O TRE julgou nesta tarde as cassações de Miguel Haddad. O interino foi absolvido em 4 processos. O único pendente é o da Guarda Municipal em que foi pedido vistas do processo e, portanto, deverá ser julgado, talvez, na próxima sessão.

O juiz Baptista Pereira, relator dos processos, deu parecer favorável a Miguel Haddad em todos eles. Este mesmo juiz concedeu ao mesmo Miguel Haddad uma liminar, a partir de uma cautelar de 2.000 páginas, em apenas 30 minutos para que ele tomasse posse. Muito bem.

Uma das outras ações cautelares contra o interino está com parecer, da Procuradoria Regional Eleitoral, totalmente contrário ao alcaide. Esta cautelar está no gabinete do mesmo juiz Baptista Pereira já fazem 33 dias sem sequer ter uma vírgula de sua manifestação. Estes são os caminhos do nosso Judiciário.

Enfim, agora aguarda-se os recursos para o TSE onde acontecerá o julgamento final de toda essa vergonha protagonizada pelo PSDB.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Solidariedade: Darth Gilmar Mendes não está só!





Solidariedade: Apoiemos o corajoso Ministro Joaquim Barbosa!

Deixo registrada aqui a sugestão do leitor Gabriel Rebello:

Creio que devemos prestar solidariedade ao Ministro Joaquim Barbosa mandando emails. Segue abaixo todos os emails dos ministros do STF, vamos fazer todos saberem que assinamos em baixo do que o Min. Joaquim Barbosa disse:

Joaquim Barbosa é: mjbarbosa@stf.gov.br


mgilmar@stf.gov.br;

macpeluso@stf.gov.br;

mcelso@stf.gov.br;

mmarco@stf.gov.br;

ellengracie@stf.gov.br;

gabcarlosbritto@stf.gov.br;

egrau@stf.gov.br ;
gabinete-lewandowski@stf.gov.br;
clarocha@stf.gov.br;
gabmdireito@stf.gov.br

Eu mandei a seguinte mensagem:

Ministro Joaquim Barbosa,

parabéns pela sua coragem em enfrentar o asqueroso Gilmar Mendes.

O Brasil está do seu lado.

FORÇA, pois certamente vai enfrentar momentos difíceis na mídia corporativa.

Mas o senhor não está só!

Abraços,
André Lux, jornalista

Debate participativo: Presidente do "Juventude PSDB" contesta o Crítico-Spam

Márcio Ferrazo, Presidente do "Juventude PSDB" e membro do Conselho Municipal da Juventude da prefeitura tucana de Jundiaí postou um comentário em meu texto sobre o Debate Participativo. Reproduzo-o abaixo na íntegra e depois comento.

Márcio Ferrazzo deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Adote Um Vereador: Crítico-spam participa do debat...":

Apenas hoje, quase 1 mês depois do debate, tomei contato com este conteúdo. Eu, como membro do Conselho Municipal da Juventude, me propus a contribuir com a campanha efetivamente. Também presido a Juventude do PSDB, mas a manifestação do meu amigo, que não tem filiação partidária, nada tem a ver com esse fato. Inclusive discordo dela. "Há aquele que turvam as águas para que elas pareçam mais profundas", André. Tive a impressão que você é um deles.


Como já virei macaco velho, não vou engolir a isca jogada pelo presidente do "Juventude PSDB". Só faço a pergunta óbvia que deve estar na cabeça de todos que leem este blog: se ele também era contra a manifestação do "amigo sem filiação política" (isso faz dele apartidário?) que pedia por controle externo nos blogs, por que não se manifestou na hora, como fizeram eu e várias outras pessoas - inclusive o funcionário da CBN, filiada ao Partido da imprensa Golpista (PiG)? Como indica a sabedoria popular - e aproveitando para citar também uma frase feita brega: "Quem cala, consente"...

Por sinal, convido a todos para visitarem a página do "Juventude PSDB", que é uma coisinha linda: http://www.tucanojovem.com.br/

Vejam abaixo mais algumas "campanhas cívicas" da turma do "Juventude PSDB", além da postada acima onde desrespeitam os presidentes democraticamente eleitos da Bolívia e da Venezuela. Numa delas, exigem o fim da CPMF, imposto que foi criado pelo FHC. Em outra, querem a Renúncia de Renan Calheiros, um corrupto ao que parece, aquele que foi Ministro da Justiça do governo FHC. Haja coerência, não? Seria cômico se não fosse trágico...





quarta-feira, 22 de abril de 2009

Momento histórico: Ministro Joaquim Barbosa detona Gilmar Mendes

Em toda minha vida já conheci (pessoalmente e pela mídia) várias pessoas desprezíveis e nojentas. Várias. Mas, confesso que até não havia tido o desprazer de ver uma pessoa tão asquerosa e assustadoramente canalha quanto o atual presidente do STF, o maligno Darth Gilmar Mendes. Felizmente, algumas pessoas com autoridade começam a se levantar contra os desmandos desse verdadeiro coroné do Mato Grosso.

Diálogo registrado no Supremo Tribunal Federal hoje à tarde, de acordo com O Globo:

Joaquim Barbosa -- Vossa Excelência está destruindo a Justiça deste país. Saia à rua, Gilmar.

Gilmar Mendes -- Estou na rua.

Joaquim Barbosa -- Vossa Excelência não está na rua, Vossa Excelência está na mídia, destruindo a credibilidade da Justiça brasileira. Vossa Excelência não está falando com seus capangas do Mato Grosso.

Gilmar Mendes - Vossa Excelência me respeite.


Veja o vídeo na íntegra:

Coisa de criança: Manipulação da mídia para os lesados

Essa eu peguei emprestada do blog Cidadania, do Eduardo Guimarães:

O vídeo abaixo foi extraído do blog do Luis Nassif. Apesar de eu e ele termos leitores comuns, penso que, dada a importância teórica e sociológica do material, deve ser difundido ao máximo.

Alunos de uma escola de ensino médio explicam como a mídia manipula os fatos editando uma entrevista com uma cidadã comum de forma que ela apareça dizendo exatamente o contrário do que disse.

O trabalho dos jovens deixa claro como a mente reacionária é ridícula. Entender as manipulações da mídia, hoje em dia, virou coisa de criança. Só essa gente não é capaz de entender.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Virando a casaca? Crítico-Spam é flagrado com o PiG na mão!

Escândalo! Minha esposa me flagrou entrando em casa com o... PiG na mão! Sim amigos e amigas, é verdade, eu confesso. Fui até a banca e desenbolsei quase dez pratas para adquirir um exemplar do "Estadão" e do "Jornal de Jundiaí"!

Mas o que aconteceu comigo? Terei enlouquecido? Será que resolvi seguir o conselho daquele funcionário da CBN e vou tentar me informar sobre política lendo os jornais e revistas da mídia corporativa? Ou vai ver eu simplesmente virei a casaca e resolvi voltar às minhas origens de classe mérdia alienada estilo Tenisxi Clube de Campinasxi?

Que nada! Podem se acalmar e guardar a foice e o martelo em casa, pois eu continuo o mesmo! A verdade é mais simples do que qualquer teoria da conspiração poderia desvendar: eu e minha esposa resolvemos pintar as paredes do nosso apartamento e, por causa disso, fomos obrigados a arrumar jornal suficiente para forrar o chão!

E, como não conhecemos ninguém que poderia nos ceder o material, encotrei-me na terrível tarefa de ir até a banca mais próxima para comprar jornal! E que jornais podem ser melhores para forrar o chão da sua casa inteira do que o Estadão e o Jornal de Jundiaí de domingo? São páginas e mais páginas, cadernos e mais cadernos, recheados do que há de mais nojento e podre na filosofia e na ideologia da direita mundial que ficam lindos espalhados no chão da sua casa protegendo seu precioso chão contra sujeira de tinta e pó de massa corrida!

E, no final de tudo, basta você amassar aquela porcaria toda e jogar no lixo... Do jeito que ficou, nem o cata-treco vai ter coragem de por a mão naquilo! Pronto, está explicado. Vejam agora as fotos que comprovam minha versão dos fatos:



sexta-feira, 17 de abril de 2009

Presidente-Celebridade: Vejam episódio de South Park com Lula

O nosso Presidente Lula está com a bola cheia no mundo todo, exceto nas redações do PiG, é claro. Agora foi a vez dele aparecer num episódio do seriado "South Park". É uma rápida aparição, mas imaginem só o ódio que a tucanagem, os demos e a patota da rádio CBN deve estar sentindo! No mínimo vão arrumar um jeito de dizer que isso é péssimo para o Brasil. Aguardem para ver!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Requião inesquecível: Detonando Globo, Folha, CBN, Miriam, Bial...

Orelhudo vai depor de novo: Dia de festa na CPI dos "Amigos de Dantas"!



Hoje é dia de festa na CPI dos "Amigos de Daniel Dantas", aquele presidida pelo Marcelo Itagiba, braço-direito do banqueiro-bandido, como diz o delegado da PF Protógenes Queiróz! O próprio estará depondo, para alegria de seus defensores e da mídia, que aproveitarão o depoimento do orelhudo para falar mal do PT, do Lula e de tudo que cheira a esquerda no país e no mundo... aguardem para ver!

Jundiaí, terra da... coincidência? Prefeito tucano anuncia Shopping após rejeitar projeto do PT

O projeto de Lei do vereador Durval Orlato, que previa o condicionamento de empreendimentos de grande porte na cidade somente com o estudo de impacto de vizinhança e ambiental (vide postagem neste link), foi boicotado pelo Prefeito Miguel Haddad do PSDB (6 vezes cassado e que governa sob liminar), o qual forçou os vereadores da base aliada a rejeitarem-no.

O motivo disso parece óbvio: esse projeto ia contra os interesses imobiliários dos "donos" da cidade. Depois eles acham ruim quando alguém diz que em Jundiaí não temos uma Prefeitura Muncipal, mas sim uma Incorporadora Municipal S/A.

Outro detalhe interessante: a rede de shoppings Iguatemi tem como sócio ninguém menos do que o senador cearense Tasso Jereissati, um dos mais poderosos caciques do PSDB nacional (vejam neste link).

No mínimo, mais uma mera conincidência, não? Jundiaí deve ser mesmo a terra das coincidências...

Leiam o texto do Durval Orlato abaixo e vejam se não é isso mesmo!

- André Lux

O Shopping Iguatemi e o Impacto de Vizinhança

Uma grande coincidência, ou premeditação, o anúncio do início do processo do Shopping Iguatemi em Jundiaí no dia em que o meu projeto de lei seria rejeitado na Câmara Municipal, justamente porque ele exigia o Estudo de Impacto de Vizinhança, no Trânsito e Ambiental para aprovação de grandes empreendimentos.

Agora, estão reunidos com o prefeito, que anuncia que vai melhorar o entorno do local onde o shopping deverá ser instalado. Mas com dinheiro de quem? Será uma parceria entre Prefeitura e o Governo Estadual usando dinheiro do contribuinte? O empreendimento segundo a mídia local, gira em torno de R$ 140 milhões. Será que não poderia sair daí uns R$ 12 milhões para o viaduto ao final da Av. 9 de Julho para atravessar a Via Anhanguera? Ou para reformular e duplicar o trevo que dá passagem sob a mesma rodovia ao final da Av. Jundiaí?

Se nada de significativo ocorrer por parte da iniciativa privada neste caso, vou ficar com a nítida impressão que os donos do empreendimento fizeram um ótimo negócio, e talvez não só pra eles... e que os vereadores da situação na Câmara Municipal foram, ao menos na sua maioria, enganados. Empregos e desenvolvimento é muito bom para a cidade, mas a que custo e com qual responsabilidade social?

- Durval Orlato, vereador PT.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Jornalismo, profissão em extinção Sobre jornalistas e sabujos

Sobre jornalistas e sabujos

Movidos por interesses outros, que não o jornalismo, os mandatários dos jornais brasileiros dedicam-se a um rancor reacionário contra Protógenes e a Satiagraha, doença infantil do elitismo nacional que se espalha como catapora pelas redações.

- por Leandro Fortes, no site da Carta Capital

Se alguém tinha alguma dúvida sobre o consórcio midiático montado para desqualificar o trabalho do delegado Protógenes Queiroz e livrar a cara do banqueiro Daniel Dantas, basta chafurdar na série de recentes posts de blogueiros da linha auxiliar do esgoto, escalados para não contaminar as páginas com o lixo que realmente interessa aos jornais e revistas envolvidos nessa estratégia. A cobertura feita pelos jornalões do depoimento de Protógenes na CPI dos Grampos, na quarta-feira, dia 8 de abril, é o resumo dessa posição definitiva contra os efeitos da Operação Satiagraha, cujo emblema é a salvação não só de Daniel Dantas, mas da elite econômica e política ligada a ele. Contam, para tal, com a conivência obsequiosa do governo federal.

Basta ler o noticiário sobre a ida de Protógenes à CPI dos Grampos, onde o delegado deu um baile na bancada de Dantas e desmontou a estratégia de desmoralização do deputado Marcelo Itagiba, inocentemente montada a partir da exibição de um powerpoint com supostas contradições do delegado. Vaiado pela platéia e execrado pelos colegas, Itagiba foi obrigado a enfiar a projeção no saco e a ouvir, pela primeira vez, em público, uma verdade que ele só consegue manter em surdina por que tem o apoio cínico de quase toda a mídia: na campanha de 2006, ele foi financiado por Dório Ferman, executivo do Grupo Opportunity, do banqueiro condenado Daniel Dantas. Logo, está eticamente impedido de ser o chefe da cruzada dantesca, ora em andamento no Congresso Nacional. Quem jogou isso na cara dele, diante do mundo, foi o deputado Chico Alencar, do PSOL do Rio, mas quem quiser que tente se aventure a buscar a relevância desse fato nos jornalões ou nos portais corporativos da internet. Será uma garimpagem difícil.

Parte da imprensa e dos blogs de repetição montados nas redações tornaram-se porta-vozes da nova Polícia Federal comandada pelo delegado Luiz Fernando Corrêa, sobre quem paira uma denúncia gravíssima de tortura contra uma empregada doméstica no Rio Grande do Sul. Trata-se de assunto ignorado pela chamada “grande mídia”, cada vez mais um aglomerado de jornais e revistas decadentes onde não há mais espaço para a verdade, nem muito menos para a criatividade e o humor. Movidos por interesses outros, que não o jornalismo, os mandatários dos jornais brasileiros dedicam-se a um rancor reacionário contra Protógenes e a Satiagraha, doença infantil do elitismo nacional que se espalha como catapora pelas redações. E nisso reside um dado importante sobre a luta dos patrões contra o diploma de jornalista. Eliminado esse obstáculo, a formação dos jornalistas ficará a cargo desses cursinhos de redações, de verniz teen, mas velhíssimos na forma e nos conceitos, voltados para criar monstrinhos competitivos despojados de qualquer consciência crítica sobre o que escrevem, apuram e publicam.

Evolução do jornalismo “fiteiro”, como já bem conceituou o jornalista Alberto Dines, ao discorrer sobre a reprodução pseudojornalística de gravações e dossiês entregues sob encomendas às redações, a utilização dos espaços dos blogs para publicação de vazamentos seletivos é o mais recente movimento editorial da mídia brasileira. O inquérito do delegado Amaro Vieira, sobre vazamentos de informações da Satiagraha, adotou um procedimento programado de sangramento controlado, a ponto de se tornar, ele mesmo, o mais completo emblema sobre vazamento funcional da história recente do Brasil. É um triste expediente de desmoralização da PF cujo objetivo primordial é desconstruir, pedra por pedra, a memória da gestão do delegado Paulo Lacerda.

Afastado da PF e, depois, da Abin, Lacerda paga o preço por ter ousado retirar a Polícia Federal do gueto exclusivo da fracassada guerra contra as drogas, fonte permanente de corrupção e violência, e ter dado à corporação, nos limites das melhores doutrinas republicanas, status real de polícia judiciária da União. O processo que resultou no expurgo de Paulo Lacerda foi baseado num grampo telefônico jamais provado, publicado pela revista Veja e replicado, sem qualquer apuração suplementar, por dezenas de outros veículos de comunicação. É um estudo de caso de irresponsabilidade jornalística e inépcia policial. Passados sete meses desde a abertura do inquérito sobre o caso na PF, até agora o único resultado visível do processo foi a transferência de um dos delegados responsáveis pelo inquérito para Roma, talvez por bons serviços prestados.

As novas gerações de jornalistas brasileiros estão sendo desnutridas, dia a dia, de senso crítico e capacidade de contestação. A cobertura do depoimento do delegado Protógenes Queiroz gerou uma série de matérias absolutamente iguais, senão no conteúdo, na intenção. Ao ler os jornais no dia seguinte ao depoimento, tive a súbita sensação de ter participado de outro evento, embora tenha estado, por muitas horas, no mesmíssimo plenário do corredor das comissões da Câmara dos Deputados. Com pequenas variações sobre o mesmo tema, a mídia centrou-se deliberadamente no fato de Protógenes ter se negado a responder perguntas que não tivessem relação com escutas ilegais, objeto da CPI dos Grampos. O delegado negou-se a cair numa ratoeira preparada à luz do dia, enfeitada por um powerpoint de concepção primária, mas acabou, como de costume, condenado por isso. Perdeu-se, na bacia das alminhas pequenas da pautas pré-concebidas, a chance de contar uma boa história, dessas das quais são feitas o bom jornalismo. Restou aos leitores uma narrativa insossa e mal humorada, resultado da crescente burocratização da reportagem brasileira.

O elevado grau de sabujismo de repórteres brasileiros, hoje, na imprensa brasileira, me preocupa como jornalista e como professor de jornalismo. Não se trata, devo esclarecer, de uma crítica pontual a fulano ou a sicrano, mas de um fenômeno a ser considerado, estudado e definido como objeto de avaliação acadêmica e profissional, aí incluídas as participações dos sindicatos, da Fenaj e da ABI. Escudados pela desculpa da sobrevivência pura e simples, os repórteres estão indo às ruas com pouca ou nenhuma preocupação em relação à verdade factual, adestrados que estão por uma turma barra pesada que tem feito da atividade jornalística um exercício de servilismo muito bem remunerado, é claro.

As precoces reações corporativas, apoiadas incondicionalmente pelos suspeitos de sempre, contra a anunciada Conferência Nacional de Comunicação, são só um prenúncio da guerra que se anuncia toda vez que a sociedade reclama pela democratização da mídia e o pleno acesso à informação no Brasil. O primeiro movimento da reação já foi dado e é bem conhecido: a desqualificação dos protagonistas, como o que começou a ser feito em relação ao jornalista Franklin Martins, ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. O passo seguinte será o de tentar passar para a sociedade a impressão de que os fundamentos da conferência ferem o sagrado direito de liberdade de imprensa e de expressão. E sabem quais são esses fundamentos? O controle social sobre a baixaria da TV, fiscalização severa sobre as concessões de telecomunicações e o fim das propriedades cruzadas no setor, o que irá asfixiar os oligopólios midiáticos que controlam jornais, rádios, portais de internet e emissoras de televisão. Oligopólios econômicos e políticos que estão na origem da degradação política brasileira, da ignorância e da miséria social da maior parte da população.

Resta saber de que lado nós, jornalistas, vamos estar nessa guerra.
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