segunda-feira, 30 de março de 2009

Luto: Compositor Maurice Jarre morre aos 84 anos

Mais uma notícia triste para os apreciadores da boa música do cinema. Morreu, no dia 29 de março, em Los Angeles, o compositor Maurice Jarre, autor de trilhas sonoras memoráveis como "Lawrence da Arábia", "Doutor Zhivago", "Mad Max Além da Cúpula do Trovão", "A Filha de Ryan", "Passagem para a Índia", "Topázio", "Ghost", "Inimigo Meu", "O Homem Que Queria Ser Rei" e mais de 160 outras.

Confesso que Jarre não entraria na minha lista dos 10 compositores favoritos, suas trilhas mais recentes, como "Sem Saída", "Atração Fatal", "Sociedade dos Poetas Mortos", eram praticamente todas eletrônicas (talvez por influência do sucesso do filho Jean-Michel Jarre) e infelizmente bem fraquinhas. Porém, é inegável que criou partituras clássicas que serão lembradas para sempre!

Confira abaixo algumas de suas obras e uma suite de "Lawrence da Arábia", regida pelo próprio Maurice Jarre.



Convite: Debate Colaborativo "Adote Um Vereador"


Clique na figura para vê-la em tamanho maior.

Queremos convidá-los para o debate colaborativo do "Adote um Vereador".
Vocês terão papel fundamental no debate, explicando para as pessoas como é o trabalho de um adotar e como se adota um vereador!
Pedimos que confirmem presença!

Debate Colaborativo "Adote um vereador"
Data: 03/04 - Sexta-feira.
Horário: 19h00 às 21h00. (Início às 19h12min)
Local: Auditório da CIESP.
Avenida Navarro de Andrade s/n - Rua Projetada 8 (próximo à Prefeitura)
Vila Hortolândia - Jundiaí - São Paulo (11) 4815-7941

O objetivo é discutirmos como a "Adote um Vereador" deve funcionar aqui em Jundiaí.
Faremos um debate colaborativo. A platéia pergunta pra própria platéia. Por exemplo, as pessoas perguntam para os adotadores como é o trabalho, outros perguntam para os professores como eles farão para levar a campanha para suas escolas, estes perguntam ainda o que a ONG pode fazer pra ajudar e assim vamos construindo a campanha.

Convidado: Jornalista Milton Jung da Rádio CBN e um dos idealizadores da campanha "Adote um Vereador"

MAIS INFORMAÇÕES: http://votoconsciente-jundiai.blogspot.com/

sexta-feira, 27 de março de 2009

Tal pai, tal filha... Filha de FHC é funcionária fantasma do Senado!

Luciana Cardoso, filha do pavão misterioso e czar honorário do PSDB (Partido Só De Bacana) Fernando Henrique Cardoso, é funcionária fantasma do senador Heráclito Fortes. Leiam a entrevista que ela deu à Folha de S.Serra e vejam até que ponto do ridículo pode chegar uma pessoa...

Tal pai, tal filha, não?

Clique aqui para ler a entrevista da dondoca no blog do Esquerdopata. E não deixem de ler os comentários divertidos que ele fez às respostas dela.

Agora, imaginem o escândalo que fariam se ela fosse filha do Lula, por exemplo!

Humor: Não tá fácil ser tucano...







Diga-me com quem tu andas.... Dona da Daslu é condenada a 97 anos de prisão!

Clique na foto abaixo para ver em tamanho real a fina flor do tucanato e dos Demos posando para a revista Caras na inauguração do elefante branco chamado Daslu. E pensar que essa gente comprou um par de meias por R$ 7 mil sem saber que era um réles contrabando... É de chorar de rir!!

Jornalismo de esgoto é isso! Dez regras para abordar movimentos sociais

Dez regras da grande imprensa ao abordar movimentos sociais

- Por Osvaldo da Costa, na Adital

Convenções básicas (quem não cumprir está sujeito à demissão):

1ª) Toda ocupação de terra deve ser chamada de invasão
Ao invés de usar o termo adotado pelos movimentos sociais, "ocupação" – manifestação de pressão para o cumprimento da Constituição pelo Estado e denúncia da existência de latifúndios –, é mais eficiente para o objetivo de defesa do princípio da propriedade privada a utilização da palavra "invasão" – tomar para si pela força algo que não lhe pertence.

Dessa maneira, implicitamente, estamos dizendo que discordamos dessa prática e a consideramos ilegal, e conseguimos gerar a sensação de pânico generalizado em todos os donos de propriedade, sejam elas rurais e produtivas, ou até mesmo propriedades urbanas.

Observação: essa regra não é generalizável. Para os casos em que os Estados Unidos invadem países, destroem a infra-estrutura e matam a população, deve-se utilizar o termo "ocupação".

2ª) Regra do efeito dominó: fale só do maior para bater em todos
O acordo da grande imprensa é manter somente o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na pauta dos noticiários, e evitar sempre que possível falar da existência de outros movimentos sociais. Para isso, quando se tratar de movimentos do campo, basta usar sempre a expressão genérica "movimento dos sem-terra", ou falar dos "sem-terra", sem mais detalhes.

Se a pauta exigir o detalhamento do movimento, recomenda-se associá-lo sempre ao alvo principal, com expressões como "movimento dissidente do MST".

Essa regra ainda colabora para a desunião entre os movimentos, pois os menores se incomodam pela invisibilidade e pelo fato de terem suas ações relacionadas sempre ao MST.

3ª) Reforma Agrária deve ser tratada como questão de polícia
Movimentos sociais e reforma agrária devem, sempre que possível, ser tratados na página policial, no caso de jornais impressos, e no bloco do crime e dos desastres, no caso dos telejornais.

Caso não seja possível enquadrá-los na seção policial ou em espaço próximo, use títulos para editorias que lembrem o belicismo, como "campo minado". Não importa o que diga sua matéria, os títulos devem falar por ela, mesmo que não tenham relação com o conteúdo. Use tons sensacionalistas e fatalistas.

4ª) Nunca divulgue os artigos progressistas da Constituição Federal
Os artigos da Constituição Federal que tratam da função social da terra, que integram o código agrário – 184 a 191 – nunca devem ser mencionados em reportagens sobre os movimentos sociais, para evitar a compreensão de que a ação de invasão de terras pode ter algum respaldo legal.

É sempre recomendável lembrar da lei de Segurança Nacional e da necessidade de uma legislação contra o terrorismo no Brasil. O termo "Estado de Direito" é ideal para isso. Considere qualquer manifestação uma afronta ao Estado de Direito, mesmo que ele seja apenas o Direito do Estado.

Se falar do Estado de Direito e suprimir os artigos progressistas da Constituição não for suficiente, convém colocar as reportagens próximas à cobertura de ações terroristas ou, levantar a suspeita de que há relação do movimento social com uma organização terrorista ou guerrilheira estrangeira.

Conjunto de regras para serem selecionadas e aplicadas conforme a conjuntura exigir:

5ª) Levante a bola para o oportunista de plantão
Não é verdade que o papel da imprensa é apurar a verdade dos fatos. Todo aspirante deve saber que a imprensa tem poder para gerar os fatos.

Além disso, apurar fatos implica em sair da sua cadeira e nem todos eles podem ser apurados por telefone. Basta fazer uma reportagem suspeitando de algo, e procurar um oportunista que queira protagonizar a indignação pública para a suspeita ganhar dimensão de notícia.

Sempre há alguém à disposição esperando para se deslumbrar com as luzes dos holofotes. O exemplo bem sucedido mais recente foi o caso da requentada pauta da suspeita da legalidade do financiamento público para cooperativas da reforma agrária, em que o presidente do Superior Tribunal Federal (STF) desempenhou o papel de porta-voz da bancada ruralista, dando respaldo para a suspeita, e de quebra, aproveitando para atacar o governo federal.

Se não houver ninguém do Judiciário ou algum deputado, não importa, qualquer um, sem nunca ter ido a um assentamento ou acampamento pode ser transformado em "especialista" em questão agrária: sociólogos, filósofos e até jornalistas.

6ª) Nem sempre devemos apurar os dois lados da notícia
Quando já conseguimos incutir um pré-julgamento na opinião pública sobre o caráter marginal das ações dos movimentos sociais, podemos reforçar essa opinião entrevistando somente o lado agredido pelas ações, as vítimas dos movimentos. Fica implícita a informação de que, como os integrantes dos movimentos são foras da lei, quem deve escutá-los é a polícia e o poder judiciário. Se ainda assim tiver que ouvi-los, seja breve e descontextualize a frase.

7º) Não deve existir noção de historicidade, nem de causa e conseqüência em nossas reportagens
Não abordar as razões da ação dos movimentos sociais, evitar a divulgação da nota à imprensa. Não importa há quanto tempo às famílias estejam acampadas, quais promessas foram feitas pelo governo, se a terra é do banqueiro que saqueou os cofres públicos ou do coronel que vive do trabalho escravo. Se detenha nas conseqüências da ação.

8°) Dramatização da repercussão das ações dos movimentos sociais
Retire o foco das motivações estruturais e causas históricas e centre a abordagem nas conseqüências para os indivíduos donos ou empregados das propriedades invadidas ou atacadas.

– fale do prejuízo econômico para o proprietário, e se possível faça uma entrevista com o mesmo ou com um familiar próximo para mostrar a comoção da família diante do ataque bárbaro. É importante mostrar o estado de choque emocional, e o ideal é que a pessoa esteja chorando.

– surte grande efeito a entrevista com trabalhadores da fazenda ou da empresa. O maior exemplo é o caso da ação no horto da multinacional Aracruz no Rio Grande do Sul, em que uma técnica de laboratório se fez passar por pesquisadora e, em prantos (!), afirmou que a destruição das mudas de eucalipto acabou com mais de vinte anos pesquisa.

Nesse caso, as reportagens conseguiram colocar os movimentos sociais como contrários à ciência e ao desenvolvimento tecnológico, evitando a pauta concreta da ação, que se centrava na expansão ilegal das terras da empresa e na depredação da natureza com o monocultivo de eucalipto.

9ª) Campanha de desmoralização permanente dos movimentos sociais
É sempre bom manter semanalmente pautas de desgaste aos movimentos sociais, mesmo que não haja uma ação que renda manchete. Nesses casos, a regra é trabalhar com associação, encaixando uma reportagem que fale sobre um movimento após ou entre matérias que falem, por exemplo, de casos de corrupção no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), venda de terra e desmatamento em assentamentos da Amazônia Legal, etc.

Bata nas mesmas teclas, insista nas mesmas teses permanentemente, mesmo que elas já tenham sido usadas antes. Insista, por exemplo, que o MST irá romper com o Governo Lula desta vez, mesmo que o movimento afirme e demonstre desde o primeiro dia de governo que nunca esteve atrelado.

E quando não for possível tomar como alvo os movimentos sociais, vale mirar nas bandeiras de luta deles, alegando estarem ultrapassadas, deslegitimando-as como parte da solução atual para os problemas do país. Nesse caso, pode-se até reconhecer o valor histórico que bandeiras como reforma agrária cumpriram no Brasil e em outros países, mas deve-se usar essa manobra apenas para recusar essas propostas no presente.

10ª) É fundamental saber manipular a dimensão subjetiva do telespectador ou do leitor
Não é apenas com a manipulação dos fatos e com a edição das entrevistas que podemos influenciar na interpretação que os nossos consumidores farão. Na TV, a expressão facial e o tom de voz dos repórteres, dos comentaristas e, sobretudo, dos âncoras, é determinante. A adoção do semblante sério e do tom de voz grave deve indicar a importância do tema.

Além da performance dos jornalistas como atores, é recomendável que o pano de fundo do cenário também traga imagens que gerem medo e desconfiança. O exemplo do Jornal Nacional é o mais ilustrativo: para falar da reforma agrária e dos movimentos que lutam por ela: aparece uma cerca rompida e três vultos disformes – "afinal não são pessoas, são sombras" –, empunhando ferramentas de trabalho como se fossem armas, numa ação de invasão da propriedade (e da casa do espectador).

quinta-feira, 26 de março de 2009

Blogueiro-Titanic: Noblat perde a "credibilidade" e entra em desespero!

Caiu a casa para mais um pena de aluguel da direita tupiniquim. Ricardo Noblat, que usava suas "notícias" e seu poder de penetração no Congresso como moeda de troca para chantagear políticos e ficar sempre em evidência (ganhou até um empreguinho na rede Globo assim), acabou de perder a tão almejada "credibilidade" que todo jornalista que finge ser sério precisa ter para poder atacar os inimigos de seus patrões livremente.

Vítima de denúncias sérias (clique aqui para saber quais são elas), Noblat não conseguiu se explicar de maneira convincente e perdeu sua suposta "credibilidade". Note bem: credibilidade uma vez perdida nunca mais se recupera. Lembro até de um diálogo do filme "O Informante", quando o jornalista feito por Christopher Plummer é pego de calças curtas traindo seu produtor para agradar a indústria do tabaco. Ao que seu chefe diz: "Ah, grande coisa! Isso vai durar quanto, 15 minutos?". E o jornalista, constrangido, responde: "Não, 15 minutos é quanto dura a fama. Já a infâmia dura muito mais..."

Agora que o barco está afundando, Noblat entrou em desespero e, de arrogante dono da verdade, passou para o papel de coitadinho e vítima, inclusive mendigando depoimentos de políticos e "celebridades" (como Paulo Coelho!) para demonstrar o quanto ele é legal e seu blog importante!

O mais engraçado ainda é ver vários petistas, alvos principais dos seus ataques chulos e grosseiros, assistirem de camarote o naufrágio do blogueiro da direita, com direito a enviarem mensagens de solidariedade...

Chega a ser hilariante! Pena que algumas pessoas, como meu amigo Eduardo Guimarães, não percebem essa realidade e acham ruim que os petistas ofereçam a "outra face" ao blogueiro-Titanic nos momentos de seus últimos suspiros...

Bem que dizem: "Em terra de cego, quem tem um olho o pessoal acha que é louco!".

Séries: THE L WORD (Última Temporada)

FINAL MELANCÓLICO

É muito triste ver uma série que começou com tantas promessas terminar de forma tão deprimente e sem sentido.

- por André Lux, crítico-spam simpatizante

Não poderia ter sido mais melancólico e decepcionante o final da sexta e última temporada da série “The L Word”.

Mas não era imprevisível, visto que somente a primeira temporada é que foi realmente boa (leia minha análise neste link). A partir da segunda, a qualidade da série foi decaindo exponencialmente até chegar ao que chegou.

Até agora não consegui entender o que aconteceu com os idealizadores da série, especialmente com a criadora e principal roteirista Ilene Chaiken, que surgiu como uma lufada de ar fresco na mesmice da programação das redes de TV, trazendo para a telinha histórias fortes, picantes e realistas de um grupo de lésbicas de Los Angeles.

Tudo que era verdadeiro, emocionante e divertido na primeira temporada foi, aos poucos, se transformando no contrário. Principalmente a partir da terceira temporada, que foi onde a coisa realmente desandou. As situações começaram a ficar cada vez mais forçadas e inverossímeis.

O que era sério e realista virou dramalhão sem sentido. Saiu de cena o humor fino e entrou o puro pastelão rasteiro. É incrível também a facilidade como todo mundo na série perde um emprego e arruma outro rapidinho, sem qualquer problema e sempre ganhando mais!

Incomodou também a inserção de péssimos novos personagens, como a horrível Papi, representando todos os piores estereótipos da mulher latina, e a chatíssima transexual feminina Moira, ainda por cima interpretada por uma atriz péssima.

Isso sem falar na mudança de personalidade de algumas personagens-chave, que foram literalmente da água para o vinho – como, por exemplo, a arrogante e dominadora Helena Peabody (a belíssima Rachel Shelley) que se transformou, sem qualquer motivo, numa mulher chorona e submissa.

Mas a pior mudança mesmo, que realmente destruiu a série, foi feita na personagem Jenny Schectter (Mia Kirshner). Ela, que na primeira temporada, descobriu sua bissexualidade e foi responsável por momentos de forte emoção e verdade, transformou-se, principalmente nas três últimas temporadas, numa dondoca petulante e estúpida que, ridículo do ridículo, virou diretora de cinema depois que um livro seu, inspirado na vida dela e das amigas, virou best-seller e foi comprado por um estúdio de Hollywood!

Por que não mataram ela antes?
E se não bastasse a total falta de credibilidade da situação, praticamente todo o resto da série ficou gravitando em torno dos chiliques de Jenny e das constrangedoras filmagens do seu "Lez Girls", deixando “The L Word” praticamente intragável.

Nem mesmo algumas sub-tramas e novos personagens realmente interessantes (como o romance entre Beth e a artista surda-muda Jodi, interpretada pela talentosa Marlee Matlin, ou o drama da soldado que, por ser lésbica, é ameaçada de expulsão pelo exército) conseguiram salvar a série, que foi afundando até chegar à última temporada que, acreditem, gira totalmente em torno de uma única questão: “quem matou Jenny Schectter”?

Por que não a mataram antes é a pergunta que realmente gostaríamos de ver respondida...

Enfim, é muito triste ver uma série que começou com tantas promessas terminar de forma tão deprimente e sem sentido.

Para vocês terem uma idéia do tamanho da besteira, o último episódio acaba com todas as personagens chegando numa delegacia de polícia para prestar depoimento sobre a morte de Jenny (que, pasmem, nem é solucionada!) e, de repente, começam a andar sorridentes e de forma posada em câmera lenta, como se estivessem numa passarela. The End!

Lamentável...

Cotação: *

quarta-feira, 25 de março de 2009

Pela volta dos bons tempos: Famiglia Frias inconformada com a queda nas vendas!

Vitória da blogosfera! Entrevista censurada por Darth Mendes de volta ao ar

Leiam o texto abaixo, do blog Os Amigos do Presidente Lula e vejam mais uma vitória da blogosfera contra os fascínoras que querem reeditar a ditadura militar que começou em 1964!

- André

O programa em que 2 repórteres, Leandro Fortes da Carta Capital e Jailton de Carvalho (O GLobo), discurtiram a Operação Satiagraha, o suposto grampo de Gilmar Mendes, e negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade de Gilmar, havia sido retirado do ar do site da TV Câmara.

Fortes descreveu assim o que ele apurou:"...irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido."

Com isso toda a blogosfera passou a reproduzir o vídeo, que algumas pessoas, como Azenha e outros, disponibilizaram no YouTube. Nós reproduzimos aqui na nota
"Se Gilmar Mendes e Michel Temer querem esconder a gente tem que mostar"

Vitória nossa e derrota do Gilmar!

A TV Câmara recolocou no ar no site dela! Para conferir
clique aqui.

terça-feira, 24 de março de 2009

Otavinho "Ditabranda" sifú de novo! Record detona Folha em editorial

Vejam abaixo o editorial que a Record escreveu para rebater as mentiras que a Folha publicou sobre a emissora e seus profissionais. Eu, se trabalhasse para o feudo dos Frias, morreria de vergonha depois de mais essa paulada no fígado! Comprovem! Sobrou até para o ombudsman, a "rainha da Inglaterra" do jornalismo.

Esse é o meu presidente: Lula enfrenta a crise e critica mídia golpista

sábado, 21 de março de 2009

O homem que sabe das coisas! FHC elogia Gilmar Mendes e Daniel Dantas

Em entrevista ao programa "É notícia", no dia 15 de março, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), aquele que quebrou o Brasil três vezes e privatizou estatais a preço de banana, dá sua opinião sobre personagens da vida nacional:

- Gilmar Mendes: "corajoso e competente".
- Protógenes Queiroz: "amalucado".
- Daniel Dantas: "não conheço bem, mas dizem que é brilhante!"

Se não acredita, veja o vídeo neste link para o blog "Os Amigos do Presidente Lula"!

sexta-feira, 20 de março de 2009

Para entender o desespero dos mafiosos do Brasil Entrevista com o delegado Protógenes Queiróz

Divulgo abaixo a entrevista com o delegado Protógenes Queiroz, que foi chamado pelo ex-presidente FHC de "amalucado" na mesma entrevista em que afirmou que Daniel Dantas é "brilhante" e Darth Gilmar Mendes é "corajoso". Assistam e comprovem que de amalucado ele não tem nada, principalmente quando coloca o dedo na ferida do conluio entre a mídia e a corrupção do banqueiro Daniel Dantas, chamado pelo delegado de "bandido".

Reparem também a incompetência dos jornalistas que fazem a entrevista e suas óbvias tentativas de colocar o delegado em uma saia justa ou implicar o governo Lula nas supostas irregularidades da investigação, atuando como verdadeiros advogados de defesa do banqueiro Daniel Dantas, citando em suas perguntas "denúncias" feitas pelo jornalismo de esgoto da revista Veja e ignorando algumas denúncias graves feitas pelo delegado...

A entrevista é longa, mas vale a pena ser vista, pois fica bem claro porque os mafiosos do país (inclusive os barões da mídia e seus jagunços travestidos de "jornalistas") estão tão deseperados!

Censura de volta ao Brasil: Darth Mendes manda tirar do ar programa da TV Câmara!

A denúncia abaixo do jornalista Leandro Fortes é gravíssima, porém duvido que o PiG, seus "vomitadores de opinião" e os papagaios de sempre vão dar bola. Sim, os mesmos que vivem estrebuchando contra a "ditadura" cubana, que não permite a liberdade de "emprensa", agora vão ficar quietinhos em seus cantos, fingindo que o assunto não é importante ou que eles nada tem a ver com isso.

É sempre assim: hipocrisia misturada com cinismo e, claro, acima de tudo, medo de perder seus empregos ao mostrar aquilo que seus chefinhos não querem que as pessoas vejam.

Sem dizer que Darth Gilmar Mendes é um de seus maiores heróis. O próprio ex-presidente FHC, aquele que quebrou o Brasil três vezes e vendeu a preço de banana empresas estatais construídas com a nossa grana, disse em entrevista que Mendes é "corajoso"!

Leiam e comprovem. E não deixem de ver, no final de tudo, os vídeos com as entrevistas que foram censuradas pelo Gilmar Mendes, o Darth Vader do STF!

- André

Carta aberta aos jornalistas do Brasil

Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?

- por Leandro Fortes, jornalista, professor e escritor, autor dos livros Jornalismo Investigativo, Cayman: o dossiê do medo e Fragmentos da Grande Guerra, entre outros. Também mantém um blog chamado Brasília, eu vi.

No dia 11 de março de 2009, fui convidado pelo jornalista Paulo José Cunha, da TV Câmara, para participar do programa intitulado Comitê de Imprensa, um espaço reconhecidamente plural de discussão da imprensa dentro do Congresso Nacional. A meu lado estava, também convidado, o jornalista Jailton de Carvalho, da sucursal de Brasília de O Globo. O tema do programa, naquele dia, era a reportagem da revista Veja, do fim de semana anterior, com as supostas e “aterradoras” revelações contidas no notebook apreendido pela Polícia Federal na casa do delegado Protógenes Queiroz, referentes à Operação Satiagraha. Eu, assim como Jailton, já havia participado outras vezes do Comitê de Imprensa, sempre a convite, para tratar de assuntos os mais diversos relativos ao comportamento e à rotina da imprensa em Brasília. Vale dizer que Jailton e eu somos repórteres veteranos na cobertura de assuntos de Polícia Federal, em todo o país. Razão pela qual, inclusive, o jornalista Paulo José Cunha nos convidou a participar do programa.

Nesta carta, contudo, falo somente por mim.

Durante a gravação, aliás, em ambiente muito bem humorado e de absoluta liberdade de expressão, como cabe a um encontro entre velhos amigos jornalistas, discutimos abertamente questões relativas à Operação Satiagraha, à CPI das Escutas Telefônicas Ilegais, às ações contra Protógenes Queiroz e, é claro, ao grampo telefônico – de áudio nunca revelado – envolvendo o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Em particular, discordei da tese de contaminação da Satiagraha por conta da participação de agentes da Abin e citei o fato de estar sendo processado por Gilmar Mendes por ter denunciado, nas páginas da revista CartaCapital, os muitos negócios nebulosos que envolvem o Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), de propriedade do ministro, farto de contratos sem licitação firmados com órgãos públicos e construído com recursos do Banco do Brasil sobre um terreno comprado ao governo do Distrito Federal, à época do governador Joaquim Roriz, com 80% de desconto.

Terminada a gravação, o programa foi colocado no ar, dentro de uma grade de programação pré-agendada, ao mesmo tempo em que foi disponibilizado na internet, na página eletrônica da TV Câmara. Lá, qualquer cidadão pode acessar e ver os debates, como cabe a um serviço público e democrático ligado ao Parlamento brasileiro. O debate daquele dia, realmente, rendeu audiência, tanto que acabou sendo reproduzido em muitos sites da blogosfera.

Qual foi minha surpresa ao ser informado por alguns colegas, na quarta-feira passada, dia 18 de março, exatamente quando completei 43 anos (23 dos quais dedicados ao jornalismo), que o link para o programa havia sido retirado da internet, sem que me fosse dada nenhuma explicação. Aliás, nem a mim, nem aos contribuintes e cidadãos brasileiros. Apurar o evento, contudo, não foi muito difícil: irritado com o teor do programa, o ministro Gilmar Mendes telefonou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, do PMDB de São Paulo, e pediu a retirada do conteúdo da página da internet e a suspensão da veiculação na grade da TV Câmara. O pedido de Mendes foi prontamente atendido.

Sem levar em conta o ridículo da situação (o programa já havia sido veiculado seis vezes pela TV Câmara, além de visto e baixado por milhares de internautas), esse episódio revela um estado de coisas que transcende, a meu ver, a discussão pura e simples dos limites de atuação do ministro Gilmar Mendes. Diante desta submissão inexplicável do presidente da Câmara dos Deputados e, por extensão, do Poder Legislativo, às vontades do presidente do STF, cabe a todos nós, jornalistas, refletir sobre os nossos próprios limites. Na semana passada, diante de um questionamento feito por um jornalista do Acre sobre a posição contrária do ministro em relação ao MST, Mendes voltou-se furioso para o repórter e disparou: “Tome cuidado ao fazer esse tipo de pergunta”. Como assim? Que perguntas podem ser feitas ao ministro Gilmar Mendes? Até onde, nós, jornalistas, vamos deixar essa situação chegar sem nos pronunciarmos, em termos coletivos, sobre esse crescente cerco às liberdades individuais e de imprensa patrocinados pelo chefe do Poder Judiciário? Onde estão a Fenaj, e ABI e os sindicatos?

Apelo, portanto, que as entidades de classe dos jornalistas, em todo o país, tomem uma posição clara sobre essa situação e, como primeiro movimento, cobrem da Câmara dos Deputados e da TV Câmara uma satisfação sobre esse inusitado ato de censura que fere os direitos de expressão de jornalistas e, tão grave quanto, de acesso a informação pública, por parte dos cidadãos. As eventuais disputas editoriais, acirradas aqui e ali, entre os veículos de comunicação brasileiros não pode servir de obstáculo para a exposição pública de nossa indignação conjunta contra essa atitude execrável levada a cabo dentro do Congresso Nacional, com a aquiescência do presidente da Câmara dos Deputados e da diretoria da TV Câmara que, acredito, seja formada por jornalistas.

Sem mais, faço valer aqui minha posição de total defesa do direito de informar e ser informado sem a ingerência de forças do obscurantismo político brasileiro, apoiadas por quem deveria, por dever de ofício, nos defender.

Leandro Fortes
Jornalista

Brasília, 19 de março de 2009

Foram enviadas cópias desta carta para Sérgio Murillo de Andrade, presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj); Maurício Azedo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI); e Romário Schettino, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF)





quinta-feira, 19 de março de 2009

Folha apanha da Record: Otavinho "Ditabranda" sifú de novo!

Vejam mais abaixo o panfleto neoliberal Folha de S.Paulo, do playboy do esgoto Otavinho Frias Filho, levando um verdadeiro "pau" do jornalismo da TV Record! Sinceramente, dá até dó...

Por sinal, confiram ao lado o quanto tem despencado as vendas do jornaleco que clamou e apoiou a Ditadura Militar que durou 21 anos no Brasil, prendendo, torturando e matando centenas de brasileiros que lutavam pela volta da democracia e contra tirania dos milicos capachos da elite predatória que destrói o país desde que Cabral invadiu essas bandas. Sinal que nossas constantes campanhas contra essa mídia podre dão resultado mesmo!

Ego inflado: É sempre bom receber um elogio sincero!

Recebi hoje o comentário abaixo, postado pelo artista plástico Aldo Luiz de Paula Fonseca, no meu texto "Memórias De Um Alienado: Eu Também Já Fui Papagaio da Direita".

"André, emocionante leitura. "Porque não pode existir uma força verdadeira que não emane da consciência da própria força". Hoje, por convicção de que toda as nossas mazelas são memórias e programações ancestrais se repetindo, adicionei seu blog à minha lista de blogs e sites importantes. É preciso divulga-lo. Sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato! EQUAÇÃO PESSOAL ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIA: AMAR-SE É A COISA MAIS DIFÍCIL DE FAZER, MAIS DIFÍCIL AINDA É AMAR NOSSOS INIMIGO... Vida longa para você em luz e paz! Quando puder faça-me uma visita."

Agradeço os elogios e indico o blog do Aldo para leitura dos amigos e amigas!

quarta-feira, 18 de março de 2009

Jornada nas Estrelas: Tributo a Jerry Goldsmith

Assistam ao bonito tributo feito pelos responsáveis da franquia Jornada nas Estrelas ao grande compositor Jerry Goldsmith, contido no DVD no oitavo filme para o cinema, "Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato".

Contém entrevistas com diretores, atores, compositores e com o próprio Jerry. Em inglês, sem legendas (infelizmente). Dividido em duas partes. Mais abaixo, o tema principal e a batalha dos Klingos de "Jornada nas Estrelas: O Filme", de 1979, uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos!





quinta-feira, 12 de março de 2009

Filmes: "WATCHMEN"

ESPETACULAR E EMOCIONANTE

Mais importante do que o enredo são as questões que a obra levanta, principalmente as políticas, fortemente representadas nas figuras do Comediante e do Rorschach, os personagens mais carismáticos que não passam de sociopatas praticantes da máxima fascista “bandido bom é bandido morto!”.

- por André Lux, crítico-spam

Quem não leu “Watchmen” na época de seu lançamento não sabe a revolução que aquela obra causou no mundo dos quadrinhos. Lembro-me até hoje da angústia que era esperar que o próximo fascículo da saga criada por Alan Moore e Dave Gibbons chegasse às bancas. Por isso, acho difícil que o público atual, especialmente aquele que não conhece a graphic novel, será abalado pelo filme, já que o sem número de obras que beberam de sua fonte (como a animação “Os Incríveis”) certamente vão tirar seu impacto. É mais ou menos como o meu sobrinho de 16 anos, que nunca viu os “Indiana Jones” originais, mas assistiu ao quarto filme lançado há pouco tempo nos cinemas. Sabe o que ele me disse? “Pô, esse filme é cópia da Múmia!”. Pois é, tio sofre...

Mas, eu que sou fã incondicional da obra, achei “Watchmen”, o filme, espetacular. Sei que muitos vão reclamar das mudanças e reduções, porém isso é inevitável nesse tipo de empreitada e, na minha opinião, não reduziram em nada o valor da obra. Confesso que fiquei um pouco apreensivo ao saber que o diretor seria o mesmo do irregular “300”, Zack Snyder. Porém, o sujeito deu conta do recado e conseguiu transportar para as telas o clima e o desenho dos quadrinhos de forma quase irretocável. Só faço ressalvas a algumas cenas onde exageram na violência (defeito que “300” também tinha).

Todas as questões filosóficas e políticas levantadas pelo texto de Alan Moore (não por acaso, o mesmo autor de “V de Vingança”) estão no filme, que retrata uma realidade paralela, onde vigilantes mascarados faziam justiça com as próprias mãos e os EUA venceram a guerra no Vietnam graças à ajuda do invencível Dr. Manhattan, um semi-deus criado a partir de um cientista exposto a uma experiência radioativa que passa a maior parte da projeção peladão (imagino que os realizadores serão, no mínimo, excomungados por mostrarem um super-herói com o pinto de fora!).

Graças a tudo isso, o infame Richard Nixon é reeleito por três mandatos e os EUA viram um Estado praticamente fascista, onde até os vigilantes mascarados são considerados foras da lei – exceto o truculento Comediante e o Dr. Manhattan que, além do Vietnam, ajudam Nixon a derrubar “governos marxistas” no mundo (reparem como, nesse ponto, a obra foi premonitória do governo de Bush Júnior!). O problema é que isso causa uma escalada de tensões entre os EUA e a União Soviética, ao ponto de praticamente iniciarem uma guerra nuclear. Pode ter certeza que a trama é bem confusa e fica ainda pior quando chega a conclusão, que é arrebatadora, totalmente inesperada e vai exigir atenção máxima.

Mais importante do que o enredo em si, porém, são as questões que a obra levanta, principalmente as políticas, que estão mais fortemente representadas nas figuras do Comediante e do Rorschach, já que ambos acabam sendo os personagens mais carismáticos ao mesmo tempo em que não passam de dois sociopatas violentíssimos e praticantes daquela velha máxima fascista “bandido bom é bandido morto!”. O problema é que, no final das contas, a gente fica sem saber quem são realmente os bandidos e os mocinhos nessa história maluca - o que, espero, faça as pessoas pensarem um pouco melhor no perigo que esse tipo de ideologia maniqueísta esconde.

Tecnicamente o filme é irrepreensível, tem efeitos visuais muito bons, mas sem exageros, fotografia e edição adequadas ao clima caótico do enredo e faz bom uso (às vezes de forma irônica) de músicas famosas de Bob Dylan, Janis Joplin, Nat King Cole, Simon & Garfunkel entre outros. “A Cavalgada das Walkyrias” de Richard Wagner aparece na cena do Vietnam traçando paralelo com a insanidade de “Apocalipse Now” e duas faixas minimalistas de Phillip Glass foram usadas na cena da origem do Dr. Manhattan de forma primorosa. Já a trilha incidental, composta por um tal de Tyler Bates, é funcional, porém não acrescenta nada a mais, o que é sempre uma pena (nessa hora que sentimos a falta de um compositor de verdade, como um Goldsmith ou Morricone, criando uma partitura musical que eleve o filme e os personagens além do trivial).

O elenco, formado quase todo por atores pouco conhecidos, também é perfeito, embora quem roube a cena - exatamente como nos quadrinhos - seja o megafascista Rorschach, perfeito na pele de Jack Earle Halley (que foi um pedófilo em “Pecados Íntimos”).

Bom, já escrevi demais. Para resumir: o filme é espetacular, emocionante até. Vale a pena ser visto e revisto. E parece que vem aí uma versão ainda mais longa (essa que está nos cinemas tem 163 minutos), que vai incluir diversas cenas inéditas, inclusive os terríveis “Contos do Cargueiro Negro”. É esperar para ver!

Cotação: * * * * *

terça-feira, 10 de março de 2009

Padre Júlio Lancellotti: Repúdio à mídia hegemônica

Ivan Seixas: "Folha apoiou a Ditadura e lucrou com ela"

Vejam o depoimento de Ivan Seixas sobre as torturas que ele, seu pai, sua mãe e suas irmãs sofreram na "ditabranda" que a famiglia Frias apoiou. É de arrepiar!

Emoção no protesto: Toshio Kawamura lembra os mortos pela Ditadura

Abaixo, um dos momentos mais emocionantes do protesto contra a "ditabranda" da Folha de S.Paulo: o senhor Toshio Kawamura lembra o nome de amigos e amigas que foram torturados e mortos pela Ditadura apoiada pela famiglia Frias e outros barões da mídia golpista tupiniquim. A filmagem é do Azenha. Quem me conhece vai me ver tirando fotos por ali...

Ato contra a Folha: TV Brasil cobriu o evento

Assista abaixo a cobertura feita pela TV Brasil da manifestação contra a "ditabranda" da Folha de S.Paulo. A TV Brasil foi a única que deu a notícia... Por que será, não?

Folha si fú: Estupidez do Otavinho já espantou 2 mil assinantes!

Vejam só que boa notícia: parece que o panfleto neoconservador da direita brasileira "Folha de S.Paulo" já perdeu mais de 2 mil assinaturas desde que o seu dono, o Otavinho Frias, chamou a Ditadura Militar no Brasil de "ditabranda".

Leiam o texto abaixo, do jornalista Rodrigo Viana, que tem mais informações, lavem a alma e comprovem o poder que a blogosfera está conquistando dia a dia!

- André Lux

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Ditabranda doeu no bolso:
"Folha" teria perdido 2 mil assinantes, diz o blog do Sakamoto

Otavinho provou o poder da guerrilha na rede. Acostumado às estruturas hierarquizadas das velhas redações, achou que podia insultar a memória dos brasileiros e a honra de dois professores, sem provocar qualquer reação. Arrogância ou ignorância?

- por Rodrigo Viana, jornalista (http://www.rodrigovianna.com.br/)

Passados três dias do histórico ato em frente à "Folha", restam algumas reflexões a fazer.

A manifestação (precedida de intensa mobilização de internautas, e de um abaixo-assinado eletrônico contra o jornal) ocorreu no sábado. No dia seguinte, o Diretor de Redação da "Folha" reconhceu - em nota oficial publicada no jornal - que chamar a ditadura de "ditabranda" foi um erro.

Otavinho não o fez por bondade, nem por temer os trezentos cidadãos que se plantaram à porta do jornal, para protestar num sábado abafado e calorento. Ele o fez por temer a intensa repercussão negativa do fato.

Por trás dos trezentos cidadãos, havia centenas, milhares de outros mobilizados na internet.

Otavinho provou o poder da guerrilha na rede. Acostumado às estruturas hierarquizadas das velhas redações, achou que podia insultar a memória dos brasileiros e a honra de dois professores, sem provocar qualquer reação.

Arrogância ou ignorância?

A "Folha" nunca apanhou tanto como nessas duas semanas. Marcelo Coelho tentou defender o patrão http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/ditabranda-marcelo-coelho-quer-justificar-o-patrao, mas a verdade é que o moral da tropa baixou.

Isso me foi dito por um jornalista que trabalha na "Folha": o editorial infame, a defender a "ditabranda", e a resposta grosseira a Benevides e Comparato geraram "mal-estar" interno, disse-me em off o jornalista que trabalha para os Frias.

Ainda assim, seria pouco para obrigar Otavinho a reconhecer o erro. Ele está se lixando para o mal-estar dos funcionários. Um jornal que demitiu uma repórter que estava sob tortura no DEOPS http://www.rodrigovianna.com.br/radar-da-midia/folha-demitiu-jornalista-que-estava-presa-pela-ditadura não se importaria com essas perfumarias.

As notícias que começam a circular dão conta de que o problema foi outro.

Assinaturas foram canceladas em bloco nos últimos dias. A notícia me chega desde a Barão de Limeira.

O leitor Russo Salvatore também me envia um texto do blog do Sakamoto http://colunistas.ig.com.br/sakamoto - com informação parecida. Leiam um trecho:

"Leitores chiaram (fontes de dentro do jornal dizem que uma onda de cancelamento de assinaturas teria acendido uma luz amarela – fala-se em perdas de até 2 mil assinantes) e até profissionais da casa lamentaram o uso do termo".

Isso teria enfraquecido anda mais a posição interna de Otavinho. Ele e o irmão Luis Frias travam uma guerra pelo comando do grupo, desde a morte do pai.

Luís cuida da parte administrativa e do UOL (que é mais rentável que o jornal). Otavinho fica com a "Folha".

O editorial e a arrogância na resposta aos professores teriam deixado Otavinho em posição mais frágil, justamente por ter provocado o cancelamento de centenas de assinaturas. Era preciso conter a sangria.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Adivinha?. Quem patrocina o jornalismo de esgoto é...


Clique na imagem para vê-la em tamanho real.

Campanha Cívica: Obrigue o Otavinho a trabalhar!


Clique na figura para vê-la em tamanho real.

Eu estive lá: Ato contra a "Ditabranda" da Folha

Eu estive presente no ato organizado pelo Movimento dos Sem Mídia em frente àquele panfleto do que existe de pior e mais odioso no mundo, a Folha de S.Paulo, cujo atual dono, um tal de Otavio Frias Filho, chamou de "ditabranda" o regime militar que, durante 21 anos, destruiu o Brasil e prendeu, torturou e matou mais de uma centena de mulheres, homens, velhos e até crianças.

Otavinho, um playboy nojento que nunca trabalhou na vida e viveu de mesada até herdar o feudo midiático do falecido papai, tem razão mesmo em chamar a Ditadura de "ditabranda". Afinal, o jornaleco que ele toca agora não apenas clamou pelo golpe cívico-militar que derrubou um presidente democraticamente eleito, como deu total cobertura e apoio ao regime de excessão, às prisões arbitrárias, às torturas e aos assassinatos cometidos pelo Estado. Chegou, inclusive, a emprestar veículos do jornal para transportar presos políticos até as câmaras de tortura do DOI-CODI. Não por acaso, foi durante essa época que os Frias ficaram milionários...

Não sei fazer estimativas, mas suponho que haviam mais de 300 pessoas no ato, que praticamente fecharam a rua Barão de Limeira. Não quero me estender no assunto, pois muitos outros sites e blogs já falaram dele antes de mim, portanto, postarei abaixo o link para algumas matérias e também as fotos que eu tirei durante o evento.

Basta dizer que valeu a pena ter ido, pois é muito bom saber que não estamos sozinhos nessa luta de David contra Golias na busca pela verdade e pela Justiça. Foi legal também poder conhecer ao vivo os jornalistas Luiz Carlos Azenha e Rodrigo Viana, além de encontrar velhos amigos, como o Eduardo Guimarães, a Dalva de Oliveira, o Antonio Arles e outros colegas do MSM!

Do Blog do Azenha: No ato do MSM, um momento de emoção

Do Vermelho: Manifestação põe 'Folha' e 'ditabranda' no devido lugar

Do Rodrigo Viana: A "Folha" e o ato: uma cobertura malandra

Fotos: André Lux



Rodrigo Viana esteve presente no Ato


Ninguém da famíglia Frias ou seus amiguinhos estão
entre as fotos dos mortos e torturados.








Emoção: Toshio Kawamura invocou a memória
de amigos que morreram na ditadura e chorou.


Padre Júlio Lanceloti, outro que foi perseguido pela Folha












Azenha cobrindo a manifestação dos Sem Mídia

quinta-feira, 5 de março de 2009

Ato contra a "ditabranda" da Folha: Sábado, dia 07, às 10 horas

Só para lembrar a todos que visitam meu blog:

O ato cívico contra o jornalismo de esgoto da Folha de S.Paulo, que chamou em editorial de "Ditabranda" a Ditadura que prendeu, torturou e matou centenas de brasileiros por 21 anos, vai acontecer neste sábado, dia 07 de março, a partir das 10 horas, na rua Barão de Limeira, Centro de São Paulo.

A organização da manifestação, encabeçada pelo blogueiro Eduardo Guimarães, está chamando bastante atenção e mereceu ataques até do poodle que se juga pitbull da revista Veja. Bom sinal. Sinal de que estamos incomodando e já não dá mais para eles nos ignorarem, como faziam no passado não muito distante.

Confira abaixo um mapa, retirado do blog do Esquerdopata, com a localização da sede do feudo midiático da famiglia Frias, que fica nesse A grande do mapa. O M na Praça da República é de Metrô. Vários estacionamentos disponíveis.

segunda-feira, 2 de março de 2009

A casa caiu (de novo)! Funcionária do PiG pede desculpas ao Ministro da Justiça

Para quem não sabe, o termo "barriga" no jornalismo refere-se a um erro cometido pelo jornalista, divulgando informações falsas e/ou erradas na hora de escrever seu texto.

Assim, graças a mais uma "barriga" jornalística, a funcionária do PiG (Partido da imprensa Golpista) Lúcia Hippolito teve que enviar um pedido de desculpas formal ao Ministro da Justiça, Tarso Genro, no caso dos boxeadores cubanos. Hippolito, assim como todos os outros lacaios do PiG, enganaram seus consumidores afirmando que o governo brasileiro recusou-se a dar asilo político aos dois desertores.

A informação era falsa e foi amplamente negada pelo Governo, mas para esses "jornalistas" de esgoto a verdade factual é o que menos importa na hora de tentar atrapalhar o governo do ex-metalúrgico. Só que agora a casa caiu, pois os boxeadores confirmaram em entrevista à própria rede Globo (a qual, sabemos, não é petista) que voltaram à Cuba por livre e espontânea vontade!

Verdade seja dita: pelo menos essa tal de Hippolito teve a decência de vir à público reconhecer que mentiu agora que a farsa ficou evidente demais...

Pergunta: onde estão os papagaios da direita que, aqui e em outros blogs de esquerda, ficaram acusando e xingando o Ministro Tarso Genro e o Presidente Lula a partir das informações mentirosas divulgadas pelos Capitães do Mato do PiG?

O caso dos boxeadores cubanos
Desculpas públicas ao ministro da Justiça

- por Lúcia Hippolito, funcionária da rede Globo

Ocupada com as consequências emocionais -- e práticas -- do falecimento de minha mãe, só agora, alertada por comentaristas aqui no blog, tomei conhecimento da entrevista do boxeador cubano e de suas declarações.

Assisti ao vídeo. Não tenho por que duvidar das palavras do atleta.

Jamais tive compromisso com o erro. Jamais tive problemas em pedir desculpas quando erro. Errei, peço desculpas. Sem problemas.

Assim sendo, quero pedir desculpas de público ao ministro da Justiça Tarso Genro.

Pelas declarações do pugilista, as declarações de sua Excelência de que os cubanos estavam desejosos de retornar a Cuba eram corretas.

O fato de os dois terem fugido de Cuba tempos depois parece ser independente de sua rápida deportação pelas autoridades brasileiras.

Ainda mais porque, segundo declarações do atleta cubano, o próprio presidente da República lhe perguntou ao telefone se ele não gostaria de permanecer no Brasil.

Portanto, mais uma vez com minhas desculpas ao ministro Tarso Genros, considero que o episódio encerrou-se da malhor forma possível. Os dois pugilistas cubanos estão fora de Cuba, competindo e tocando a vida.
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