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terça-feira, 28 de julho de 2009

Rir para não chorar (atualizado) Recessão acaba e PiG fica a ver navios

Um agressivo leitor anônimo apontou um erro no texto anterior, que estava postado aqui. E ele tem razão, por isso, vamos corrigir. O Brasil esteve em recessão de outubro a dezembro de 2008 (-3,6) e de janeiro a março de 2009 (-0,8). Agora, segundo os bancos, a recessão acabou em maio. Ou seja, A Folha anunciou toda feliz que o país estava em recessão quando ele já havia saido dela. Enfim, o país já superou a crise e voltou a crescer, ao contrário do que queriam nos fazer acreditar os oráculos da catástrofe. Mais um gol de placa do governo Lula que a direita raivosa e o PiG vão ter que engolir... Ah, e só pra não esquecer: aqui, quando a gente erra, assume e corrige. Sem medo de ser feliz.

Capa da Folha de S. Paulo, o jornal da "ditabranda", de 10 de junho de 2009:



Capa da Folha de S. Paulo, o jornal da "ditabranda", de 28 de julho de 2009:

13 comentários:

Andre Lucato disse...

Na verdade, se em JUNHO a Folha afirmou que havia recessão e em JULHO avisa que a recessão acabara em MAIO, que vem ANTES DE JUNHO, ou a folha mentiu ontem, ou mente hoje. Não tem meio-termo.

Anônimo disse...

Mas vocês são burros mesmo,hein,cara? Recessão,tecnicamente,são dois trimestres de crescimento negativo.No caso do Brasil, outubro/dezembro de 2008 (-3,6)e janeiro/março de 2009 (-0,8).São números do IBGE e não 'previsão catastrófica' de ninguém.Não precisa publicar.É só pra vcs saberem como são ridículos.

Anônimo disse...

É,agressivo é o leitor.O blog nao tem nada de agressivo.É um portento de civilidade,delicadeza,argumentação
e inteligência.Para seu governo: a Folha noticiou a existência da recessão quando ela tinha acabado porque é assim que tem que ser.Não inventaram outro jeito.Os dados sobre o comportamento da economia não são medidos em tempo real.São medidos,processados,analisados e divulgados com um 'delay'de alguns meses.É assim no Brasil,nos EUA ou na Mongólia exterior.E o governo Lula não teve nada a ver nem com a recessão nem com o fim dela.Tanto uma coisa como outra se devem a fatores externos.Que tal trocar o fanatismo por algumas leituras? E me diga uma coisa: de onde você tirou a conclusão de que naquelas 4 palavras da manchete a Folha estava 'toda feliz'? Esse tipo de comportamento fica bem em arquibancada de estádio.Você é um socialista ou um gavião da fiel?

André Lux disse...

Anônimo, se você fosse minimamente racional, saberia que a manchete correta da Folha deveria ter sido: "Brasil estava em recessão" ou "esteve em recessão", nunca "Estamos em recessão", já que, como você mesmo apontou com tanta sapiência, tratava-se de noticiar algo que já passou. A Folha, portanto, não teria como saber o Brasil ainda estava em recessão em junho, quando noticiava os números dos trimestres anteriores. Pena que seu ódio te cegue tanto, a ponto de defender um panfleto tosco como a Folha e de ter preconceito inclusive contra torcidas de futebol!

E, já que gosta tanto de fazer perguntinhas, vamos combinar o seguinte: o dia que você tiver coragem de assinar seu nome verdadeiro, eu respondo elas, ok?

Caso contrário, continuará sendo tratado como merece: um covarde.

Saudações socialistas.

Anônimo disse...

Não debato com fanáticos.No máximo,tento ensinar-lhes algo.Em vão,claro.

André Lux disse...

Se eu fosse fanático não teria admitido meu erro e aceitado sua crítica.

Já você, além de fanático, é covarde e hipócrita.

Anselmo disse...

André, bem lembradas as capas.

Pode haver justificativas para a manchete de 10 de junho, mas juntas, formam uma curiosa combinação.

Ricardo Melo disse...

André, não dê bola ao anônimo.

Não existe uma "fórmula" consensual para se definir uma recessão, isso é uma questão bizantina, é falar sobre sexo dos anjos.

Ô anônimo, é o seguinte: existem economistas que se fiam nos indicadores ANTECEDENTES, aqueles que antecipam resultados futuros ao constatarem dados atuais.

E existem economistas, jornalistas e comentaristas que abordam a economia pelos indicadores SUBSEQUENTES, aqueles que mostram a realidade pretérita, aquela que já passou.

Qual análise é a mais correta? Lógico, é a análise feita em cima de indicadores ANTECEDENTES.

Afinal, a função do economista não é a de usar um retrovisor e explicar o que já aconteceu, isso até eu posso fazer. A função do verdadeiro economista é antecipar ao investidor O QUE VAI acontecer.

Pois bem, quando o PIG precisava de indicadores SUBSEQUENTES para acentuar a gravidade da crise, encontrou milhares de "especialistas" para isso.

Quando o Stephen Kanitz, baseado em INDICADORES ANTECEDENTES, informou no começo do ano que a crise no Brasil já tinha acabado, cortaram uma entrevista dele na glogo, a inVeja cortou a sua coluna.

É que a nossa mídia precisa de algumas coisas para sobreviver: divulgação de catástrofes, campanhas contra governos populares, analistas incapazes e leitores crédulos e assustados.

Renato disse...

Não entendo o suficiente de economia para entrar no mérito do acerto ou erro das previsões antecedentes ou subsequentes isto tudo me parece um tanto quanto hermético. Mas, complemtantod o post do Ricardo Melo,para além do que ele diz que a midia precisa junto outra necessidade: Imbecís como o anônimo - o proprio carater da assinatura já diz tudo. Porque quem tem idéias para contribuir para o debate não precisa de se esconder - que acusando os outros de tudo e mais alguma coisa usam do expediente que pretendem reprovar. É por este tipo de pessoa que digo: TRISTE BRASIL!

Ricardo Melo disse...

Renato, concordo que o tema dos indicadores econômicos é um tanto "hermético".

Mas a verdade é que precisamos ir aprendendo cada vez mais para não sermos mais enganados pela mídia.

Ainda sobre o tema dos indicadores, posso te dar uma grande dica, é o artigo do Stephen Kanitz onde ele explica coisas importantes que a maioria dos economistas e o PIG escondem.

Garanto que vale a pena conferir:

COMÉRCIO BATE RECORDE

http://brasil.melhores.com.br/2009/04/com%C3%A9rcio-bate-recorde.html?cid=6a0105357d1a47970b011570362e64970b

Abraço.

Ricardo Melo disse...

MELHOR DO QUE O ANTERIOR:

para entender mesmo esse negócio de indicadores econômicos, o mais recomendável é esse texto AQUI:

APRENDA ECONOMIA: INDICADORES ANTECEDENTES

http://brasil.melhores.com.br/2009/04/aprenda-economia-indicadores-antecedentes.html

Esse link é melhor.

Eduardo Marques disse...

Caríssimos, interessante agora alguns comentários que dizem que o Governo Lula não tem nada a ver com o pouco impacto da crise no Brasil. É tapar o sol com a peneira. É óbvio que a contínua recuperação do salário mínimo,a ampliação dos programas sociais e a desoneração tributária de importantes setores foram fundamentais para manter o mercado interno forte e crescendo. Todos os números do IBGE tem comprovado estes aspectos. Se dependêssemos apenas da produção industrial para exportação, aí sim estaríamos perdidos.E fêz-se a "marolinha".

Ricardo Melo disse...

Os tucanos estão desesperados, com toda a razão.

Até a chegada dessa crise, o Lula não passava de um presidente sortudo.

Os tucanos sempre lembravam das crises globais que o governo boca mole atrabessou.

Agora eles não têm mais argumentos, o governo Lula driblou a maior crise financeira que se conhece, fez dela uma "marolinha", como ressaltou o Eduardo Marques.

Chora, tucanos. O Presidente Lula tem sorte, sim. E além disso, sabe administrar um país.

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