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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Qualquer semelhança... não é mera coincidência!

"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado".

- Karl Marx, in Das Kapital, 1867.


12 comentários:

Ricardo Melo disse...

Outra do Marx: "tudo que é sólido se desmancha no ar".

Adriano Finozzi Molero disse...

A blogosfera está em dúvida se a autoria dessa frase é realmente de Karl Marx.

Anônimo disse...

Esse Marx não se emenda !
Bruno

Renan disse...

Hum, é verdade. Mas, não é dessa vez que teremos uma revolução socialista. Pode até ser que alguns governos de direita aproveitem a situação e deem a rasteira do gato, ou seja, se aproveitem da situação para implantar mais medidas neoliberais.

Anônimo disse...

Em que página do livro se encontra a frase acima? Não encontrei nada em um e-book.

andre i souza disse...

Tenho muito orgulho de minha orientação de esquerda. E lendo um texto como esse último só se pode ter firmadas cada vez mais esta convicção. Parabéns, André.

Anônimo disse...

Por morar no olho, ou 1 dos olhos deste previsível furacao, nao me assutei, pois tenho comigo nas 2 versoes: alesmao e portugues (já meio russado de tanto ser relido), da minha bíblia de qlqr tempo:
"AOrigem da Família, da Prorpiedade Privada e do Estado" (Frederich Engels).

Tudo, mas tudo o q o Tio Sam tenta por na bunda do planeta, lhe volta como 1 estranho bumerangue.

Fantástico, irreversível e indefensável desfecho duma pseudo-cultura.

Inté,
Murilo

AF STURT disse...

nacionalizados não é bem a a palavra é sim estadalizados,que é melhor assim...
saudações socialistas...

Ricardo Melo disse...

André, que rir de verdade?

Leia a seguir uma artigo do manjadíssimo Carlos Alberto Sardenberg. Manjadíssimo porque ele é um daqueles jornalistas econômicos da tropa de choque da globalização financeira.

Leia o que ele escreveu pouco antes da eclosão da crise econômica, repare nos seus preconceitos e, acima de tudo, na sua incrível confiança nos mercados.

O que parecia sério, hoje é pura comédia:

GLOBALIZAÇÃO BOMBANDO (Abril de 2007)
A semana termina na euforia, com recordes de alta nas bolsas de valores de todo o mundo. Farra dos mercados?

Não. A verdade é que, descontada uma turbulência aqui, outra ali, a economia mundial segue em marcha de sólido crescimento. Sólido porque não é nenhuma bolha financeira. Ao contrário, está baseado em aumento da produção e do consumo em todas as regiões do mundo.

Nos países emergentes, em geral, na Ásia em particular, a produção cresce. E encontra consumidores nos países mais ricos, especialmente nos Estados Unidos.

Há multiplicação de investimentos produtivos, na economia real, por toda parte. Mesmo a África, sempre atrasada, se beneficia, por exemplo, com o desenvolvimento de campos de petróleo e gás.

Cresce o consumo de alimentos, coisa, aliás, que beneficia diretamente o Brasil, forte exportador.

As companhias multinacionais ganham dinheiro, reinvestem, abrem novos negócios, as ações se valorizam e segue a ciranda.

A verdade é que a economia globalizada, capitalista, está bombando. No exato momento em que muitos vizinhos aqui da América Latina voltam aos velhos modelos populistas alegando justamente a morte da globalização.

Depois não se sabe por que a América Latina fica cada vez mais pobre em relação aos outros.

http://colunas.g1.com.br/sardenberg/2007/04/20/globalizacao-bombando/

MÁRCIO disse...

André,

tirou férias e não avisa? Cheio de assuntos importantes bopmbando por aí e vc quieto! O que aconteceu?

Um abraço

amigosdosuplicy disse...

André, contamos com seu apoio para divulgar o movimento em favor das Prévias no PT! Vamos dar vez ao debate!

http://suplicy2010.blogspot.com/

Por que não?

Patrick disse...

Se a citação é literalmente correta ou não, desconheço. Porém, um passeio pelo Wikiquote nos ajuda a perceber que tem um fundo histórico correto:

A house may be large or small; as long as the neighboring houses are likewise small, it satisfies all social requirement for a residence. But let there arise next to the little house a palace, and the little house shrinks to a hut. The little house now makes it clear that its inmate has no social position at all to maintain, or but a very insignificant one; and however high it may shoot up in the course of civilization, if the neighboring palace rises in equal or even in greater measure, the occupant of the relatively little house will always find himself more uncomfortable, more dissatisfied, more cramped within his four walls.

Fonte: http://www.marxists.org/archive/marx/works/1847/wage-labour/ch06.htm

Tradução livre:

"Uma casa pode ser grande ou pequena. Ela satisfaz as necessidades sociais de uma residência desde que as casas da vizinhança sejam do mesmo tamanho. Mas deixe surgir uma mansão próximo à pequena casa e ela se tornará um verdadeiro barraco. Essa casinha agora mostrará claramente que seus ocupantes não mais possuem posição social relevante; e mesmo que o padrão dessa casa seja elevado se observarmos o curso histórico da civilização, seus ocupantes se sentirão desconfortáveis e insatisfeitos, apertados entre quatro paredes."

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