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sábado, 8 de março de 2008

Vestindo a carapuça Falem mal, mas falem de mim!

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Como era de esperar, várias pessoas sentiram-se atingidas pelo meu texto-desabafo "Perguntas aos Doutrinados Pela Mídia", vestiram a carapuça e partiram para o ataque.

E, como sempre, não conseguem defender nada, não tem ninguém para admirar, muito menos para sentir orgulho. No máximo, falam mal de todo mundo e dizem que são todos farinha do mesmo saco...

Alguns deixaram seus recados aqui mesmo, enquanto outros postaram textos em seus respectivos blogs.

Me contataram, inclusive, que um tal de Gravata Merengue (pseudônimo) escreveu um ataque frontal às minhas reflexões em seu blog Imprensa Marrom (o nome já diz tudo, não?). Com certeza "espinafrou" parágrafo por parágrafo do meu texto, prática deselegante e intelectualmente pobre que visa interromper o fluxo do pensamento do autor para descontextualizar o que foi dito.

Esse sujeito já é velho conhecido. Antigamente eu perdia meu tempo lendo o que ele escrevia, por achar que se trava de um crítico da mídia. Na verdade, não é. O rapaz gosta apenas de "espinafrar" aquilo que ele acha tecnicamente ruim na mídia de direita ou de esquerda, mas foge do debate principal, que é justamente apontar o conteúdo ideológico por trás do discurso do imprensalão. A maioria dos textos dele limita-se a apontar erros gramaticais dos seus autores. Sem dizer que o sujeito se esconde atrás de um nome falso, algo deplorável para quem vive apenas para criticar o trabalho dos outros. Pois é...

No fundo, ele adora a mídia marrom (tanto é que batiza seu blog com o nome) e vive por ela. Deve morrer de vontade de ser contratado pela Veja ou pelo Estadão. Estive engajado em algumas "discussões" com o rapaz em um site, onde ele atacava com ferocidade publicações assumidamente de esquerda por dependerem de dinheiro estatal para sobreviver, algo totalmente absurdo na cabeça dele.

Expliquei ao rapaz que essa era apenas a opinião dele e não uma verdade absoluta. É direito dele achar que o "deus mercado" deve regular e comandar a sociedade e quee publicações que não conseguirem patrocínio dele devem sucumbir. Mas, esclareci, muitas outras pessoas pensam diferente e aprovam o apoio do Estado à sobrevivência da mídia alternativa. Pode não ser o ideal, mas, convenhamos, chega a ser ridículo exigir que uma imprensa que luta para a construção de um outro sistema (contrário ao da exploração do homem pelo homem) sobreviva às custas justamente de corporações que só existem graças a esse sistema atualmente vigente!

Expostas sua incoerência e falta de lógica, obviamente o rapaz não me respondeu mais e sumiu. E eu também não perdi mais meu tempo lendo o que ele escreve ou entrando em debates. Como eu já disse, se for pra ler asneiras escritas por gente da direita (assumida ou não), prefiro ir direto à fonte e comprar a Veja, que pelo menos é bonitinha, cheirosa e tem colunas assinadas com nomes verdadeiros.

Portanto, dá para entender perfeitamente sua fúria contra mim... Eu sabia que era uma questão de tempo até eu virar alvo dos seus ataques peudo-irônicos. Não tem problema. Não tenho medo de polêmica e estou aqui de cara limpa. E se o rapaz que não tem coragem de assinar o próprio nome perdeu tanto tempo "espinafrando" o que eu escrevi é porque vestiu a carapuça e, lógico, considera importante o que eu escrevo.

Sinceramente, eu ficaria preocupado se uma figura dessas começasse a falar bem de mim, isso sim. Fale mal, mas fale de mim...

P.S.: Os mais atentos vão reparar que no quadrinho acima grafei a palavra "iniciou" de forma errada. Não estou a fim de corrigir o erro e, assim, os meus ferozes críticos vão ter assunto para seus próximos ataques!
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