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sábado, 8 de março de 2008

Todo cuidado é pouco: O inimigo está à espreita...

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Não deu nem cinco minutos que eu havia postado o texto abaixo e o tal Merengue já enviou um comentário a este blog. Na certa o sujeito deve ter passado a noite inteira acordado vigiando o "Tudo Em Cima" à espera da minha resposta ao seu texto (o qual não li e não vou ler).

Não publiquei o comentário dele pois, no final, ele trouxe à tona um fato lamentável que eu fiz um dia em minha vida, num momento de forte emoção, com a óbvia intenção de me intimidar.

O fato é o seguinte: na ânsia de responder a um ataque covarde que eu havia sofrido na internet por um profissional da opinião, tentei dar uma de irônico na página do orkut do autor dos ataques, mas obviamente me expressei mal no calor do momento e acabei dando margem para interpretações dúbias.

O fato do tal Merengue tentar usar isso para me denegrir mostra bem o caráter desse tipo de gente. Na falta de melhores argumentos, apelam para ataques de cunho puramente pessoal para tentar amedrontar seus críticos. Para vocês verem como o estilo revista Veja faz escola, mesmo entre aqueles que dizem criticá-la...

Pior é que o sujeito ainda me chama de covarde. Como assim, se eu escrevi minha besteira provocativa, que acabou se voltando contra mim, usando meu nome verdadeiro? Se eu fosse um covarde teria criado um perfil falso e usado um pseudônimo do tipo Bravataí Seringa para "ameaçar" os outros, certo? Ok, pode me chamar de burro, mas de covarde...

E eu pergunto: quem é que nunca cometeu um erro ou fez uma burrada achando que estava fazendo a coisa mais legal do mundo? Eu, confesso, já fiz várias dessas. Algumas não tiveram conseqüências, mas outras tiveram. E são fatos que obviamente terei que lidar pelo resto da minha vida. O filme "Desejo e Reparação" mostra bem esse tipo de coisa triste.

A palavra escrita tem dessas coisas: você acha que está sendo engraçadão ou irônico, mas pode dar a entender o contrário, que está agredindo ou ameaçando. Eu ao menos aprendi a minha lição e passei a tomar muito cuidado com o que escrevo pessoalmente às pessoas. E, quando vou criticar alguém, tento me ater apenas aos conteúdos ideológico, sem trazer à tona podres ou erros cometidos por elas (porque, como eu já disse, sob a análise de uma lupa, todo mundo tem algo que pode ser usado dessa forma). Pode até ser que às vezes isso aconteça em meus textos, mas garanto que só se for de forma inconsciente.

De minha parte, obviamente me arrependo das burradas que fiz - como perturbar a paz de fóruns de discussão com piadas infames no pior estilo Monty Phyton no começo da minha prática na internet ou escrever ironias mal pensadas em páginas pessoais de gente que me odeia -, tanto é que nunca mais dirigi palavra aos que me atacaram e também nunca mais li qualquer coisa que escreveram depois daqueles lamentáveis episódios, dos quais apenas eu sai prejudicado.

Enfim, a vida é uma eterna lição e eu, felizmente, não me furto de aprender com as porradas que tomo. Agora tenho mais uma lição para eu aprender: certos tipos de pessoas devem ser sumariamente ignoradas. E ponto.

Responder aos seus ataques é tudo que eles querem para passar a te hostilizar obsessivamente com todas as armas que possuem pelo resto da vida. É assim que eles se sentem "vivos", coitados... E, para quem tenta aprender com os erros para levar uma vida mais digna e lutar pelas causas justas, não vale a pena ser tragado para o fundo do poço da má-fé...

Aos meus prezados leitores e leitoras, peço desculpas por arrastá-los a esse lamentável debacle de péssimo nível. Prometo que será o último. Quem gostar desse tipo de coisa, sabe bem onde encontrar, não é mesmo?

E, por favor, não pensem vocês que estou aqui querendo posar de santo ou de pobre coitado. Tenho consciência das besteiras que fiz e vou entender se as pessoas me condenarem - até mesmo quem me conhece no mundo real e sabe que seria incapaz de cometer um ato de violência contra qualquer outra pessoa.

P.S.: Por engano, eu havia pego a arte feita pelo tal Merengue para ilustrar o link do Dossiê Veja do Nassif. Vejam que ironia: a arte que eu mais gostei é essa que está agora no início do site, mas eu acabei pegando justamente a de baixo porque achei que a mais bonita era do Merengue! Mais um erro que cometi e será usado contra mim até o final dos tempos... Putz!

P.S. II: Por motivos óbvios, estarei desabilitando a opção "comentários", pelo menos até que os clones de Mainardi e sua horda de seguidores voltem suas baterias para outras bandas.


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