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sexta-feira, 27 de outubro de 2006

Alerta Máximo contra fraudes nas urnas: Cartada final da direita golpista vem aí

Preparem-se: hoje e amanhã (sexta e sábado) vão ser dadas as cartadas finais da direita golpista para justificar as fraudes nas urnas eletrônicas que levarão Alckmin à presidência da República.

Os novos factóides criados para prejudicar Lula e o PT nos próximos dias, mais a repercussão dada em cima do debate da rede Globo, a ser realizado nesta sexta-feira, não servirão para fazer Lula perder as eleições no voto, mas serão a senha para que a mídia golpista e a justiça partidária à direita validem a fraude e tentem calar os rebeldes.

Tenho plena convicção de que as eleições no primeiro turno foram fraudadas em favor do candidato da coligação PSDB/PFL/OPUS DEI. Obviamente, não tenho como provar, portanto fica tudo no nível da “opinião” (ou “teoria da conspiração”, como muitos gostam de chamar), mas garanto que tive a confirmação desse fato por nada menos que duas pessoas, cujas identidades preservo em nome do sigilo da fonte.

Faço aqui um parêntese: não entendo porque essas informações cruciais não estão sendo disseminadas entre as bases e militâncias de esquerda, pois somente se todos estivermos efetivamente preparados para a reação é que poderemos impedir o golpe. E preparação passa necessariamente por informação. Sem informação anterior ao fato, as tentativas de mobilizar as pessoas depois que o pior acontecer têm grande chance de fracassar.

Será que as lideranças de esquerda do Brasil não aprenderam nada com o fracasso do stalinismo, que primava pela sonegação das informações e hierarquização das decisões? Ou com Fidel Castro, que nunca escondeu nada do seu povo e, por isso mesmo, sempre contou com o apoio dele nas horas de maior necessidade? Será que não aprendemos nada com os “escândalos” do valerioduto, onde o grupo que comandava o PT tomou uma série de decisões perigosas, mas “esqueceu” de avisar sua militância, que ficou absolutamente atônita e dividida quando tudo veio à tona e deixou seus “comandantes” na mão justamente na hora que mais precisavam de apoio?

Conforme divulgado numa matéria publicada no site Agência Carta Maior, com o título “A votação eletrônica é totalmente confiável?”, o administrador de empresas Roger Chadel, diretor de soluções de produtividade da Sun Software, admite que o sistema de urnas eletrônicas é permeável às fraudes, mas acredita que as dúvidas ainda se articulam no nível da “teoria da conspiração”.

Destaco aqui o trecho mais preocupante: “É bem mais fácil ocorrerem fraudes em âmbito municipal. Em disputas nacionais, elas só têm efeito se o programa for adulterado, num ato vindo de dentro do TSE, que espalharia para todo o país. Há muitos indícios de manipulações no ‘varejo’, mas ainda não existem provas, pois ninguém tem acesso aos programas”, pontua Chadel.

Alguém aqui duvida que o TSE não seria capaz de adulterar os programas das urnas eletrônicas para que, digamos, de cada cinco votos em Lula ou anulados um seria computado para o tucano?

Se me acha louco por afirmar isso, então lembre-se de quem é o presidente do TSE: Marco Aurélio de Mello, primo do Collor, que não faz o menor esforço para esconder sua veia reacionária muito menos o ódio que sente contra o presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores. É nesse sujeito venal que estamos depositando a esperança de que o pleito será realizado com total lisura e transparência? Você e eu não temos acesso ao programa das urnas... mas, pergunto, quem tem mesmo? Veja a foto acima e tire suas próprias conclusões. Imagens falam mais do que mil palavras.

Pois é, já não está me achando tão lunático assim, não é mesmo?

Mas nem precisa acreditar em mim, pois os indícios são óbvios demais e o movimento que se iniciou nas duas últimas semanas – particularmente na revista CartaCapital e no site do jornalista Paulo Henrique Amorim – deixam claro que o golpe foi reconhecido. “A urna eletrônica no Brasil é um convite à fraude. Depende da vontade do programador. Não tem a contra-prova física do voto do eleitor. Brizola aprendeu a amarga lição de 82 e passou resto da vida a se perguntar: “Cadê o papelzinho?”, que permite a recontagem do voto?”, afirma Amorim em seu artigo “O 1º golpe de Estado já houve. E o 2º?”.

Hoje, graças ao trabalho desses profissionais do Jornalismo (com J maiúsculo), volto a ter uma mínima esperança que Lula será, de fato, eleito no segundo turno.

Primeiro, porque a conspiração contra a democracia feita entre a turma do PSDB/PFL/OPUS DEI e a mídia corporativa foi desmascarada de maneira retumbante por duas edições da CartaCapital que não deixaram pedra sobre pedra - ao ponto de provocar uma desistência da VEJA em publicar uma nova falsa denúncia pesada contra Lula em sua última edição (a revista foi obrigada a requentar uma matéria velha e sem efeito contra o filho do presidente) e uma reação absolutamente histérica do Diretor de “jornalismo” da rede Globo, um tal de Eli Kamel. Sua longa e patética resposta às reportagens da revista CartaCapital é uma verdadeira ode à hipocrisia, ao cinismo e à mentira. E, pior, é um atestado de culpa da emissora, que novamente serviu de ponta de lança para que a elite conservadora do país atentasse contra a democracia. Não podemos esquecer: para essa gente, democracia só vale quando eles ganham o poder. Se não ganham, então saem por aí proferindo que “o povo é burro” antes de partir para o “tapetão”. Seria risível se não fosse tão trágico.

Segundo, porque Lula cresceu nas pesquisas, ao contrário do que sonhavam os golpistas. Imaginavam que, com as denúncias criadas em laboratório e divulgadas com ênfase brutal pela mídia que os apóia somadas aos ataques feitos pelo candidato do OPUS DEI nos debates, o Presidente cairia na preferência popular o que facilitaria a fraude. Ocorreu o contrário: no confronto direto entre Lula e Alckmin, ficou evidente para todo mundo o quanto o primeiro é superior ao segundo, que padece de carisma, convicção, projeto e verdade. Quanto às denúncias, parece não conseguiram inventar mais nada e ficamos agora por conta do que vão fazer nesses dois últimos dias que antecedem as eleições. O tempo é curto e a garantia do sucesso deles é cada vez menor.

Mesmo assim e por tudo isso, faço um alerta desesperado: vamos continuar lutando pela eleição de Lula e comparecer em massa às urnas. Mas, ao mesmo tempo, vamos ter em mente que a eleição pode muito bem não ser decidida pelo voto, mas sim pelas fraudes.

Indícios de que isso pode acontecer existem aos montes e, reafirmo, já foi feito no primeiro turno – ou você acredita mesmo que Alckmin subiu quase 10 pontos percentuais em míseros dois dias, só por causa da divulgação das fotos do tal dinheiro do dossiê e de Lula não ter comparecido ao debate da Globo?

E, se essa fraude nas urnas acontecer novamente, a nossa resposta deve ser rápida, unida e forte, para que não haja tempo deles consolidarem o golpe de Estado e dividirem as esquerdas novamente. O futuro do Brasil está, mais do que nunca, em nossas mãos!

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